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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
O texto, acima, é:
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A CURIOSIDADE BOA
Sim, somos curiosos. Se considerarmos que ser curioso é querer saber, conhecer, desbravar, ir além, somos definitivamente uma espécie dotada de grande curiosidade, e talvez essa seja uma vantagem competitiva que estimula nossa evolução.
Não dá para se habitar um espaço que não se conhece. Qualquer animal ao chegar a um novo lugar trata imediatamente de explorá-lo até entender como pode viver nele, onde estão as melhores fontes de alimento, quais os possíveis perigos, como encontrar abrigo se for necessário. Essa busca de entendimento do ambiente, bem como a necessidade de conhecer novos espaços, pode ser definida como curiosidade, uma qualidade natural e inata, que provoca a exploração, a inspeção e leva à descoberta e à ampliação do conhecimento.
A curiosidade, então, é uma propriedade dos seres vivos, especialmente dos mamíferos, dotados de um córtex mais desenvolvido, portanto mais apto à busca da adaptação ao ambiente. Pois esse instinto animal também existe no homem, e nele ganha outra proporção, bem aplicada. Nos humanos, a curiosidade vai além da necessidade de sobrevivência, passa pela busca do aprimoramento da qualidade de viver e chega à fantástica capacidade de criar novas possibilidades. Sem a curiosidade e a transgressão não seríamos criativos, não teríamos inventado nem uma roda, quanto mais um smartphone ou um robô espacial.
É claro que há diferentes, digamos assim, tipos de curiosidade. Uma coisa é querer entender a essência da matéria e descobrir o átomo, outra é não sossegar até descobrir com quem a colega de escritório está saindo às escondidas e espalhar uma fofoca braba por toda a empresa. Apesar disso, a essência é a mesma: a necessidade humana de transformar o desconhecido em conhecido, deslindando os mistérios, esclarecendo as incógnitas, desnudando as verdades.
Eugenio Mussak – Revista Vida Simples – Edição 123 – outubro 2012.
Analise os itens abaixo.
- Curiosidade é aquilo que nos move a querer saber.
- Sem a curiosidade não há ciência.
- É a curiosidade que nos leva ao desejo de aprender o que nos pode ser útil.
- Curiosidade é a capacidade natural evidente em muitas espécies animais que engendra a exploração, a investigação e o aprendizado.
- A curiosidade faz parte do instinto humano, pois faz com que um ser explore o universo ao seu redor compilando novas informações às que já possui.
- Curiosidade é o desejo de saber o que os outros ignoram.
- A curiosidade humana é o desejo do ser humano de ver ou conhecer algo até então desconhecido.
De acordo com o texto lido:
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Sobre a quetiapina é correto afirmar:
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Transtorno de personalidade caracterizado por: sentimento de dúvida e cautela excessiva; preocupação com detalhes; rigidez e teimosia; perfeccionismo, entre outros aspectos. Esta breve descrição se refere ao transtorno de personalidade:
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Não corresponde a um achado tipicamente encontrado entre os pacientes agorafóbicos o medo de:
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Um efeito colateral do uso de antipsicóticos que é muito mais associado ao uso de Fenotiazinas alifáticas do que a outros neurolépticos é a(o):
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A síndrome neurolética maligna consiste em um quadro raro, mas extremamente grave e que pede medidas urgentes por parte dos profissionais. Entre os sinais e sintomas abaixo listados, não é típico deste quadro a:
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Sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é correto afirmar:
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Este fármaco pode levar a perda de apetite, não é um estimulante de Sistema Nervoso Central, mas pode ser utilizado no tratamento medicamentoso do Transtorno de Hiperatividade e Déficit de Atenção. Trata-se do(a):
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A respeito dos transtornos factícios é incorreta a seguinte afirmação:
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