Foram encontradas 957 questões.
A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. Como respirava com dificuldade, a criança foi encaminhada para a unidade de cuidados intensivos neonatais; radiografia do tórax nela realizada mostrou um infiltrado retículogranular peri-hilar e pericárdico.
Tendo o caso clínico acima apresentado como referência, julgue os itens seguintes.
Pelo fato de a mãe ter recebido 12 mg de betametasona 18 horas antes do parto, o risco de o recém-nascido apresentar septicemia bacteriana e hemorragia intracraniana é mais alto que o normal.
Provas
A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. Como respirava com dificuldade, a criança foi encaminhada para a unidade de cuidados intensivos neonatais; radiografia do tórax nela realizada mostrou um infiltrado retículogranular peri-hilar e pericárdico.
Tendo o caso clínico acima apresentado como referência, julgue os itens seguintes.
Para a reanimação do recém-nascido, devem-se adotar os seguintes procedimentos: após tê-lo posicionado e tendo sido aspiradas suas vias aéreas, deve-se ventilá-lo com pressão positiva com máscara e balão de ressucitação manual, com o suporte de 5 L de oxigênio a 100% por minuto, durante 30 segundos; terminado esse procedimento, deve-se reavaliar a respiração e frequência cardíaca do recém nascido, a fim de se decidir pelas próximas medidas de reanimação.
Provas
A mãe de um recém-nascido, cujo parto ocorreu na 32.ª semana gestacional, apresentou doença hipertensiva da gestação (DHEG) descontrolada a partir da 31.ª semana gestacional. Uma cultura de swab cervical uterino realizada à época mostrou o crescimento de estreptococos B-hemolítico do grupo B. No seu prontuário médico, havia a informação de que recebera 12 mg de betametasona 18 horas antes do término da gestação, que ocorreu por cesariana 18 horas após a rotura da bolsa amniótica e o agravamento da DHEG. A paciente recebeu profilaxia com penicilina cristalina antes da interrupção da gestação, conforme recomendação de rotina obstétrica. O neonato nasceu pesando 1.800 g, em apneia e foi reanimado conforme as normas de reanimação neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria. Como respirava com dificuldade, a criança foi encaminhada para a unidade de cuidados intensivos neonatais; radiografia do tórax nela realizada mostrou um infiltrado retículogranular peri-hilar e pericárdico.
Tendo o caso clínico acima apresentado como referência, julgue os itens seguintes.
Nesse caso, é indicado, para o recém-nascido, o uso de surfactante de resgate e antibioticoterapia de amplo espectro por via endovenosa, inicialmente com ampicilina e gentamicina.
Provas
A mãe de uma criança do sexo masculino, com duas semanas de vida, que nasceu de parto normal com trinta e oito semanas de idade gestacional — após gestação de baixo risco — e pesando 2.300 g, procurou auxílio médico porque havia três dias observava secreção purulenta no umbigo da criança. Segundo a mãe, a criança mamava vigorosamente, sem vomitar, estava calma e não tinha apresentado convulsões nem diarreia e sua temperatura nunca havia ultrapassado os 37 ºC. O exame clínico mostrou temperatura axilar de 37 ºC, frequência respiratória de 55 irpm, fontanela anterior normotensa; ouvidos sem secreção purulenta; umbigo vermelho e com um pouco de pus. A criança estava ativa, não chorava, não havia batimentos de asa de nariz nem gemidos, apenas retrações intercostais leves.
A partir do caso clínico acima descrito, julgue os próximos itens.
Adotando-se os parâmetros do Programa de Atenção às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI) da OMS/MS do Brasil, o diagnóstico, nesse caso, é de infecção bacteriana local.
Provas
A mãe de uma criança do sexo masculino, com duas semanas de vida, que nasceu de parto normal com trinta e oito semanas de idade gestacional — após gestação de baixo risco — e pesando 2.300 g, procurou auxílio médico porque havia três dias observava secreção purulenta no umbigo da criança. Segundo a mãe, a criança mamava vigorosamente, sem vomitar, estava calma e não tinha apresentado convulsões nem diarreia e sua temperatura nunca havia ultrapassado os 37 ºC. O exame clínico mostrou temperatura axilar de 37 ºC, frequência respiratória de 55 irpm, fontanela anterior normotensa; ouvidos sem secreção purulenta; umbigo vermelho e com um pouco de pus. A criança estava ativa, não chorava, não havia batimentos de asa de nariz nem gemidos, apenas retrações intercostais leves.
A partir do caso clínico acima descrito, julgue os próximos itens.
De acordo com as orientações do AIDPI, o médico deveria internar a criança imediatamente em unidade hospitalar, para que ela recebesse os antibióticos ampicilina e gentamicina por via intravenosa durante dez dias.
Provas
Acerca da tuberculose na infância, julgue os seguintes itens.
A BCG protege contra tuberculose miliar e meningite tuberculosa, casos graves da doença.
Provas
Acerca da tuberculose na infância, julgue os seguintes itens.
O aumento acentuado da proteína no líquor (acima de 3 g) é uma característica da meningite tuberculosa.
Provas
Acerca da tuberculose na infância, julgue os seguintes itens.
PPD forte reator em crianças abaixo de cinco anos de idade pode ser decorrente da vacinação com BCG.
Provas
Acerca da tuberculose na infância, julgue os seguintes itens.
Tosse com escarro sanguinolento é o quadro clínico típico de tuberculose no lactente.
Provas
Acerca da tuberculose na infância, julgue os seguintes itens.
Na infância, o principal sítio da forma ativa da tuberculose é o gânglio linfático.
Provas
Caderno Container