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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Infere-se do quinto parágrafo do texto que as pessoas que não ouvem música são estressadas e frequentemente experimentam sensação de mal-estar.
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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Do segundo parágrafo do texto entende-se que a “trilha sonora certa” é aquela composta de “músicas que estimulam a concentração de quem as escuta”.
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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Entende-se do terceiro parágrafo do texto que existe uma parte do cérebro associada à memória.
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Texto CB3A1-I
Descobertas científicas demonstram que ouvir música
pode melhorar a qualidade de vida das pessoas, uma vez que
contribui para estimular a concentração e a criatividade,
fortalecer o sistema imunológico, tornar menos cansativas as
atividades físicas, entre outros benefícios à saúde.
A empresa focus@will desenvolve músicas que
estimulam a concentração de quem as escuta. Segundo a
empresa, como a maior parte das distrações é causada pela
audição, ouvir a trilha sonora certa pode potencializar a
capacidade humana de focar em algo. Pesquisas indicam que, em
condições normais, uma pessoa consegue se manter concentrada
por cerca de 20 minutos. Com a música certa, esse tempo poderia
ser até cinco vezes maior, de acordo com a empresa.
Cinco pacientes com danos que afetaram a área do cérebro
ligada à memória e cinco pessoas sem o problema foram
submetidos a um experimento por uma dupla de médicos da
Universidade Macquarie, na Austrália. Nos testes, após ouvirem
trechos de músicas antigas, os sujeitos da pesquisa deveriam
relatar que memórias aquelas canções lhes traziam. Após o
experimento, os cientistas constataram que os trechos musicais
fizeram com que a mesma quantidade de integrantes dos dois
grupos se lembrasse de fatos da própria vida. O fato observado
parece indicar que a música é um estímulo que pode trazer à tona
lembranças autobiográficas para todas as pessoas.
Música e poesia estimulam áreas parecidas do lado direito
do cérebro. A constatação é de neurologistas da Universidade de
Exeter, na Inglaterra. Para chegar a essa conclusão, eles
realizaram experimentos com voluntários submetidos ao contato
com essas formas de arte enquanto suas atividades cerebrais eram
monitoradas.
Após analisarem mais de 400 estudos sobre música,
cientistas da Universidade de McGill, no Canadá, concluíram que
ela aumenta a produção de imunoglobulina A e glóbulos brancos
pelo corpo, responsáveis por atacar bactérias e outros organismos
invasores. Além disso, segundo a pesquisa, escutar música reduz
os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e aumenta os níveis
de oxitocina (o hormônio do bem-estar).
Realizar esforços físicos ao mesmo tempo em que se ouve
música é menos cansativo. A descoberta é do Instituto Max
Planck, na Alemanha. Em uma série de experimentos,
pesquisadores monitoraram diversas variáveis do comportamento
do corpo de voluntários que praticavam exercícios físicos.
Depois, a equipe analisou os dados reunidos e constatou que os
músculos dos participantes consumiam menos energia quando
estes se exercitavam ouvindo música e mais energia quando
praticavam exercícios sem trilha sonora.
Ouvir música pode ser também um bom remédio contra a
dor e a ansiedade em idosos. A descoberta é de uma especialista
em enfermagem da Universidade de Essex, no Reino Unido. Em
análise de artigos sobre o tema, a pesquisadora constatou que o
uso da música como terapia entre pessoas com mais de 65 anos
de idade está associado a aumento da qualidade de vida e redução
de dores, ansiedade e depressão.
Internet: <exame.com> (com adaptações).
Em relação ao texto CB3A1-I e às ideias nele expressas, julgue o item que se segue.
O objetivo do texto é informar o público leitor a respeito de estudos científicos que indicam que a música pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.
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2870153
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
- MundoCrises HumanitáriasDesastres Naturais e Humanos
- BrasilDireitos Humanos e SociaisTrabalho, Emprego e Previdência
- Ciência, Tecnologia e Inovação
- Questões Sociais
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
O avanço da tecnologia evidenciado pela disponibilização de robôs altamente eficientes e de ferramentas de inteligência artificial gera apreensão no mercado de trabalho, dada a preocupação de profissionais com o futuro em face da possibilidade de perda de postos de trabalho.
O avanço da tecnologia evidenciado pela disponibilização de robôs altamente eficientes e de ferramentas de inteligência artificial gera apreensão no mercado de trabalho, dada a preocupação de profissionais com o futuro em face da possibilidade de perda de postos de trabalho.
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2870152
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
No Brasil, os dados do Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que o maior crescimento demográfico percentual regional permanece na região Sudeste, que detém o parque industrial mais tecnológico e lucrativo do país.
No Brasil, os dados do Censo Demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostram que o maior crescimento demográfico percentual regional permanece na região Sudeste, que detém o parque industrial mais tecnológico e lucrativo do país.
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2870151
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
O aumento frequente nos preços dos combustíveis no Brasil atual deve-se, entre outros fatores, ao fato de que a PETROBRAS vem seguindo, desde 2016, a política do preço de paridade internacional, que é a valorização dos combustíveis com base na variação do câmbio e do petróleo no exterior.
O aumento frequente nos preços dos combustíveis no Brasil atual deve-se, entre outros fatores, ao fato de que a PETROBRAS vem seguindo, desde 2016, a política do preço de paridade internacional, que é a valorização dos combustíveis com base na variação do câmbio e do petróleo no exterior.
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2870150
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
- MundoCrises HumanitáriasDesastres Naturais e Humanos
- BrasilDireitos Humanos e SociaisTrabalho, Emprego e Previdência
- BrasilPolítica Brasileira
- Questões Sociais
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
Apresentada sob a forma de proposta de emenda constitucional, a reforma tributária, que simplifica impostos sobre o consumo e prevê isenção de tributos para a cesta básica, foi aprovada na Câmara dos Deputados.
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2870149
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
- MundoCrises HumanitáriasDesastres Naturais e Humanos
- MundoEconomia Internacional
- MundoMeio Ambiente, Sustentabilidade e Aquecimento Global
- Economia
- Sociedade e Comportamento
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
A cidade de Paris foi escolhida para sediar um novo pacto financeiro global, com a participação do Brasil, no intuito de formar uma coalizão para impulsionar discussões políticas que já vêm ocorrendo no âmbito de organizações como o G20, com vistas a reforçar os mecanismos de apoio dos países do hemisfério norte aos países do hemisfério sul para combater a pobreza e enfrentar as causas das mudanças climáticas.
A cidade de Paris foi escolhida para sediar um novo pacto financeiro global, com a participação do Brasil, no intuito de formar uma coalizão para impulsionar discussões políticas que já vêm ocorrendo no âmbito de organizações como o G20, com vistas a reforçar os mecanismos de apoio dos países do hemisfério norte aos países do hemisfério sul para combater a pobreza e enfrentar as causas das mudanças climáticas.
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2870148
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: FUB
Provas:
No que se refere à política, à sociedade e à economia no Brasil
e no contexto mundial atual, julgue o item a seguir.
As constantes altas do dólar e do preço dos combustíveis na economia brasileira nos últimos dois anos tornaram inviável qualquer possibilidade de existência de deflação no ano de 2023.
As constantes altas do dólar e do preço dos combustíveis na economia brasileira nos últimos dois anos tornaram inviável qualquer possibilidade de existência de deflação no ano de 2023.
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