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A falta que ela me faz
Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom
ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro.
Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta. O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto
lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados – só não tinha água gelada, pois não me
lembrara de encher as garrafas [...].
A um canto do quarto um monte de roupas crescia.
Eu poderia enfrentar tudo [...]. Até que um dia, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos
sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua. Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei
sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar.
Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha
num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam.
Mudei-me no mesmo dia para um hotel.
(Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
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A falta que ela me faz
Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom
ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro.
Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta. O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto
lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados – só não tinha água gelada, pois não me
lembrara de encher as garrafas [...].
A um canto do quarto um monte de roupas crescia.
Eu poderia enfrentar tudo [...]. Até que um dia, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos
sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua. Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei
sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar.
Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha
num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam.
Mudei-me no mesmo dia para um hotel.
(Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
Considere o contexto em que a palavra “lúgubre” foi empregada – “O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto lúgubre de navio abandonado.” (2º§) A palavra “lúgubre” tem o significado de:
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A falta que ela me faz
Como bom patrão, resolvi, num momento de insensatez, dar um mês de férias à empregada. No princípio achei até bom
ficar completamente sozinho dentro de casa o dia inteiro.
Aos poucos, porém, passei a desejar ardentemente essa volta. O apartamento, ao fim de alguns dias, ganhava um aspecto
lúgubre de navio abandonado. A geladeira começou a fazer gelo por todos os lados – só não tinha água gelada, pois não me
lembrara de encher as garrafas [...].
A um canto do quarto um monte de roupas crescia.
Eu poderia enfrentar tudo [...]. Até que um dia, comecei a sentir no ar um vago mau cheiro. Intrigado, olhei as solas dos
sapatos, para ver se havia pisado em alguma coisa lá na rua. Depois saí farejando o ar aqui e ali como um perdigueiro, e acabei
sendo conduzido à cozinha, onde ultimamente já não ousava entrar.
Na panela, a carne assada, que a empregada gentilmente deixara preparada para mim antes de partir, se decompunha
num asqueroso caldo putrefato, onde pequenas formas brancas se agitavam.
Mudei-me no mesmo dia para um hotel.
(Fernando Sabino. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
I. As impressões percebíveis na leitura do texto são de uma pessoa que não sabe absolutamente nada sobre o serviço doméstico.
II. Apesar de tratar de um fato corriqueiro, o autor emprega uma linguagem formal, isto é, ausência de uma linguagem coloquial.
III. Ainda que a crônica apresente características humorísticas, o autor reflete sobre as limitações encontradas por muitas pessoas que não conseguem resolver os problemas de casa.
Está correto o que se afirma apenas em
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental no trabalho: afastamentos aumentaram em 2023; como se cuidar melhor?
Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
simples. Para muitos, aliás, otimizar as 168h semanais é uma necessidade, porém nem sempre é possível usá-las da forma que
se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
(Disponível em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saude-mental/saude-mental-no-trabalho-. Acesso em: agosto de 2024. Adaptado.)
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Saúde mental já é um tema central na rotina dos brasileiros, pois equilibrar a vida pessoal com a profissional não é algo
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se deseja, já que 23% delas – ou até mais – são dedicadas exclusivamente ao trabalho. Assim garantir o bem-estar no ambiente
corporativo é indispensável.
Muito além da ausência de doenças, bem-estar é um estado de harmonia e equilíbrio mental, emocional e físico, por isso,
segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), para alcançá-lo três pilares são fundamentais:
Saúde física: relacionada à capacidade de realizar tarefas com eficiência e que requer alimentação saudável, exercícios
físicos, entre outros.
Saúde mental: requer lidar consigo mesmo, com os outros e com o ambiente ao redor, ou seja, equilíbrio emocional,
psicológico e social ligados à condição física, e vice-versa.
Saúde social: refere-se à capacidade de se relacionar de forma saudável com amigos, familiares e membros da
comunidade. Como seres sociais, que aprendem uns com os outros, humanos dependem da interação não simplesmente para
o próprio desenvolvimento intelectual e emocional, como para o avanço da sociedade e, claro, como um elemento para a boa
saúde geral.
Várias razões justificam abordar saúde mental no trabalho, pois, além de ser um desejo comum entre as pessoas, impacta
diretamente a sociedade. Apesar da crescente necessidade de diálogos, a desinformação sobre o assunto colabora para a
perpetuação de estimas: hoje, falar sobre saúde mental é alertar sobre ações essenciais de prevenção.
No ano de 2023, o Brasil ocupava a segunda posição no ranking de países que mais sofriam com burnout, enfermidade
que, em 2022, passou a integrar a lista de doenças ocupacionais: levantamento da Associação Nacional de Medicina do Trabalho
(Anamt) já chegou a apontar que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem da síndrome.
Ainda, no ano de 2023, dados do Ministério da Previdência Social indicaram que os afastamentos do trabalho em
decorrência dos transtornos associados à saúde mental aumentaram 38%, um cenário preocupante. E, ao voltar no tempo,
outro estudo, dessa vez da USP, chegou a informar que 1 a cada 4 brasileiros sofria de burnout.
Tanto a vida profissional quanto o espectro pessoal precisam estar bem delimitados, contudo, é impossível desconectá-los, afinal, um está diretamente ligado ao outro. Para garantir o equilíbrio e a manutenção da saúde geral é crucial adotar boas
práticas.
Os colaboradores são, sem dúvida, o principal ativo de uma empresa, assim, estudar formas para cuidar deles está além
de atrair e reter talentos, diz respeito a oferecer algo que já é pré-requisito dos profissionais na hora de escolher oportunidades:
equilíbrio e qualidade de vida.
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