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Foram encontradas 343 questões.

3413816 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
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O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar as responsabilidades do servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições do cargo em que se encontra investido, sendo instaurado pelo Prefeito Municipal, mediante Portaria que especifique o seu objetivo. Sobre o processo administrativo, regulamentado pelo Estatuto do Servidor Público, assinale a afirmativa correta quanto às provas que poderão ser produzidas.
 

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3413815 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
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Analise as afirmativas a seguir.

I. Desenvolver ações públicas visando a promoção da saúde e prevenção de doenças dos usuários do RPPS e de seus dependentes.
II. Desenvolver programas de medicina ocupacional para agentes públicos da Administração Direta e Indireta dos Poderes do Município de São Gonçalo.
III. Estender a todo cidadão do município o direito de ser usuário titular do sistema de saúde dos servidores.
IV. Executar a política de saúde definida pelo Poder Executivo Municipal para seus servidores municipais efetivos, aposentados e pensionistas.

Representam os objetivos da FUNASG apenas o que se afirma em
 

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3413814 Ano: 2024
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
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Sobre a criação da Fundação Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de São Gonçalo (FUNASG), nos termos da Lei nº 375/2011, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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3413813 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
Às vezes, sem perceber, acabamos consumindo bolores em alimentos como pão ou queijo. Mas será que isso representa algum risco para nossa saúde? Um gastroenterologista compartilhou com o site USA Today o que está em jogo. “Para a grande maioria das pessoas, desde que o sistema imunológico e intestinal estejam saudáveis e intactos, consumir acidentalmente um pouco de bolor não causa grandes problemas”, começa Christine Lee. [...] Tudo depende da quantidade. Se for significativa, pode resultar em indigestão, cólicas, diarreia ou náuseas, o que, na verdade, pode ser uma reação protetora do corpo para se livrar do agente estranho.

(Saiba o que acontece quando come algum alimento com bolor. Disponível em: msn.com). Acesso em: agosto de 2024.)


O bolor é um dos incômodos que podem surgir em vários ambientes e:
 

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3413812 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
Maioria dos híbridos plug-in nunca chega à tomada

Estudo mostra que os usuários acabam perdendo os benefícios da eletrificação ao não carregar baterias. Os operadores de frotas de modelos híbridos plug-in não estão recarregando seus veículos, segundo estudo da Geotab, empresa de telemetria e gerenciamento de frotas. Os PHEVs (híbridos plug-in) precisam ser recarregados regularmente para obter benefícios de eficiência de combustível. Sem recarga, eles podem poluir mais do que os carros na gasolina ou os híbridos convencionais.

(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/carros/noticias/ Acesso em: agosto de 2024.)


Uma das diferenças dos modelos híbridos de carros em relação aos carros totalmente elétricos é que:
 

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3413811 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
Brasil é escolhido para ser a sede da Copa do Mundo Feminina de 2027


Candidatura brasileira propôs uso de 10 estádios da Copa de 2014, com abertura e final no Maracanã. O Brasil foi escolhido pela Fifa como sede da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027. O anúncio foi feito no Congresso da Federação em Bangkok, na Tailândia. “Vivemos hoje um dia histórico em Bangkok. Essa é uma vitória do futebol feminino mundial. Garanto a todos vocês que o Brasil fará a melhor Copa do Mundo Feminina da história”, disse o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues.

(Disponível em: globo.com. Acesso em: agosto de 2024.)


É um evento de grande importância e certamente irá movimentar a economia do país, sendo que:
 

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3413810 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
O avanço dos casos de demência no Brasil é destaque da Revista Pesquisa FAPESP de julho


Ao menos 1,76 milhão de pessoas com mais de 60 anos têm alguma forma de demência no Brasil. É o que revela a reportagem de capa de Pesquisa FAPESP em julho. A estimativa está em um relatório elaborado por especialista em neurologia, geriatria e saúde mental para ser encaminhado ao Ministério da Saúde com o intuito de mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema. Segundo o documento, a maior parte dos afetados – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que os impede de receber tratamento adequado.

(Pesquisa FAPESP. Acesso em: agosto de 2024.)


A demência é uma das principais causas de incapacitação de idosos e:
 

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3413809 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
[...] E se ele só arranca cantando pneu, fazendo fumaça no asfalto? Quem disse que ele calibra os pneus toda semana? Ou às vezes fica até dois, três meses rodando com eles murchos, em muitos momentos 20% abaixo da pressão correta? E se ele não alinha a direção e as rodas andam completamente fora da geometria? Aliás, quando o assunto é a validade do pneu, é difícil estabelecer um período fixo para tantos comportamentos diferentes. Por falar em durabilidade, e os pneus de Fórmula 1 que não duram nem duas horas da corrida?

(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/carros/ Acesso em: agosto de 2024.)


A fabricação de pneus envolve vários processos, desde a mistura de materiais até a moldagem do produto final. A borracha é a principal matéria-prima, sendo uma mistura de borracha natural e sintética. Sendo assim, o pneu:
 

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3413808 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
A saúde pública em alerta
Boa alimentação é uma das mais importantes decisões que cada pessoa pode tomar para ter uma vida saudável. O problema é que, ao se deparar com uma prateleira de supermercado, boa parte da população simplesmente não sabe quais produtos são saudáveis ou não.
Para dificultar ainda mais, a indústria se vale dessa desinformação e cria embalagens com cores e elementos que dão a entender que determinado alimento é saudável, quando muitas vezes não é. As informações nutricionais, por seu lado, vêm escondidas, em letras miúdas, em termos técnicos de difícil compreensão.
A fim de evitar situações como essas, a Anvisa vai aprovar em breve a utilização da rotulagem frontal, em que as informações nutricionais devem vir na parte da frente das embalagens. O que se discute no momento é o modelo que o Brasil deve adotar. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e diversas outras organizações da sociedade civil defendem os alertas em triângulos, que indicam o nutriente prejudicial à saúde que determinado produto contém em excesso.
Esse modelo é resultado de pesquisas realizadas desde 2016. Um dos estudos mostrou, por exemplo, que os voluntários acertaram os ingredientes presentes em altas quantidades em 75,7% das vezes ao serem apresentados à rotulagem com advertências de triângulos, contra apenas 35,4% de acertos quando consultaram a rotulagem defendida pela indústria.
Os triângulos de advertência são aprovados pelos maiores especialistas no assunto do mundo, incluindo médicos e nutricionistas. No Chile, onde a advertência foi adotada em 2016, pesquisas revelam que a população passou a compreender mais sobre a composição nutricional dos alimentos e até mesmo a reduzir o consumo de produtos não saudáveis.
Esse modelo vinha sendo bem-aceito nas discussões com a Anvisa até que, em setembro deste ano, a agência propôs o design da lupa para a rotulagem, mesmo sem evidências científicas de que esse tipo de advertência seja eficaz e atinja os objetivos desejados.
Não há nenhum estudo publicado provando que esse é o melhor modelo, nem registro de algum país que já o adotou. No Canadá, onde está sendo discutido, ele tem sido amplamente criticado por pesquisadores e profissionais de saúde por exigir que os consumidores leiam e interpretem por si mesmos as informações, o que dá margem para conclusões divergentes por parte da população.
O fato de os triângulos serem substituídos pelo símbolo da lupa reduz o impacto dos alertas. Uma pesquisa liderada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), publicada neste mês, afirma que símbolos como o triângulo, que remetem imediatamente a alertas, são mais eficientes para comunicar que os produtos têm uma alta quantidade de nutrientes associados a doenças do que símbolos não familiares, como a lupa.
Além disso, no modelo dos triângulos podem ser inseridos diversos alertas, um para cada ingrediente em excesso, ao passo que, no da lupa, é inserido apenas um. Isso dificulta a compreensão, sobretudo, para crianças e adultos não alfabetizados, grupos especialmente suscetíveis a escolhas alimentares não saudáveis. Cabe ainda reforçar que, nesse debate, o único ponto de vista válido é o do consumidor. Portanto, ter acesso a informações claras e precisas é um direito, principalmente quando está em jogo a saúde e o bem-estar das pessoas.
Cada indivíduo deve ser livre para escolher o que quer consumir e a que riscos quer expor a saúde. Porém, é inadmissível esconder informações necessárias e relevantes em uma rotulagem que não será compreensível para o maior número possível de pessoas.
A adoção do modelo de lupas representaria a perda de anos de discussão, pesquisa e luta, e, sobretudo, um incalculável retrocesso para a saúde pública brasileira. Sem rotulagem adequada, o Brasil não será capaz de reverter as tristes estatísticas segundo as quais, desde o ano 2000, o país só vê aumentar as mortes por enfermidades crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer, tanto em adultos quanto em crianças e jovens.
Ana Paula Bartoletto é líder do Programa de Alimentação Saudável do Idec e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e
Saúde da USP.
Laís Amaral é pesquisadora especialista em alimentos no Idec e doutora em ciências pelo Departamento de Pediatria da Universidade Federal de
São Paulo.
AP Ana Paula Bartoletto – LA Laís Amaral
(Postado em: 25/10/2019/ Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/opiniao/. Atualizado em: 25/10/2019.)
Pode-se inferir corretamente acerca do segmento “Cabe ainda reforçar que, nesse debate, o único ponto de vista válido é o do consumidor.” (10º§) que:
 

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3413807 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: FUNASG
A saúde pública em alerta
Boa alimentação é uma das mais importantes decisões que cada pessoa pode tomar para ter uma vida saudável. O problema é que, ao se deparar com uma prateleira de supermercado, boa parte da população simplesmente não sabe quais produtos são saudáveis ou não.
Para dificultar ainda mais, a indústria se vale dessa desinformação e cria embalagens com cores e elementos que dão a entender que determinado alimento é saudável, quando muitas vezes não é. As informações nutricionais, por seu lado, vêm escondidas, em letras miúdas, em termos técnicos de difícil compreensão.
A fim de evitar situações como essas, a Anvisa vai aprovar em breve a utilização da rotulagem frontal, em que as informações nutricionais devem vir na parte da frente das embalagens. O que se discute no momento é o modelo que o Brasil deve adotar. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e diversas outras organizações da sociedade civil defendem os alertas em triângulos, que indicam o nutriente prejudicial à saúde que determinado produto contém em excesso.
Esse modelo é resultado de pesquisas realizadas desde 2016. Um dos estudos mostrou, por exemplo, que os voluntários acertaram os ingredientes presentes em altas quantidades em 75,7% das vezes ao serem apresentados à rotulagem com advertências de triângulos, contra apenas 35,4% de acertos quando consultaram a rotulagem defendida pela indústria.
Os triângulos de advertência são aprovados pelos maiores especialistas no assunto do mundo, incluindo médicos e nutricionistas. No Chile, onde a advertência foi adotada em 2016, pesquisas revelam que a população passou a compreender mais sobre a composição nutricional dos alimentos e até mesmo a reduzir o consumo de produtos não saudáveis.
Esse modelo vinha sendo bem-aceito nas discussões com a Anvisa até que, em setembro deste ano, a agência propôs o design da lupa para a rotulagem, mesmo sem evidências científicas de que esse tipo de advertência seja eficaz e atinja os objetivos desejados.
Não há nenhum estudo publicado provando que esse é o melhor modelo, nem registro de algum país que já o adotou. No Canadá, onde está sendo discutido, ele tem sido amplamente criticado por pesquisadores e profissionais de saúde por exigir que os consumidores leiam e interpretem por si mesmos as informações, o que dá margem para conclusões divergentes por parte da população.
O fato de os triângulos serem substituídos pelo símbolo da lupa reduz o impacto dos alertas. Uma pesquisa liderada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), publicada neste mês, afirma que símbolos como o triângulo, que remetem imediatamente a alertas, são mais eficientes para comunicar que os produtos têm uma alta quantidade de nutrientes associados a doenças do que símbolos não familiares, como a lupa.
Além disso, no modelo dos triângulos podem ser inseridos diversos alertas, um para cada ingrediente em excesso, ao passo que, no da lupa, é inserido apenas um. Isso dificulta a compreensão, sobretudo, para crianças e adultos não alfabetizados, grupos especialmente suscetíveis a escolhas alimentares não saudáveis. Cabe ainda reforçar que, nesse debate, o único ponto de vista válido é o do consumidor. Portanto, ter acesso a informações claras e precisas é um direito, principalmente quando está em jogo a saúde e o bem-estar das pessoas.
Cada indivíduo deve ser livre para escolher o que quer consumir e a que riscos quer expor a saúde. Porém, é inadmissível esconder informações necessárias e relevantes em uma rotulagem que não será compreensível para o maior número possível de pessoas.
A adoção do modelo de lupas representaria a perda de anos de discussão, pesquisa e luta, e, sobretudo, um incalculável retrocesso para a saúde pública brasileira. Sem rotulagem adequada, o Brasil não será capaz de reverter as tristes estatísticas segundo as quais, desde o ano 2000, o país só vê aumentar as mortes por enfermidades crônicas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer, tanto em adultos quanto em crianças e jovens.
Ana Paula Bartoletto é líder do Programa de Alimentação Saudável do Idec e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e
Saúde da USP.
Laís Amaral é pesquisadora especialista em alimentos no Idec e doutora em ciências pelo Departamento de Pediatria da Universidade Federal de
São Paulo.
AP Ana Paula Bartoletto – LA Laís Amaral
(Postado em: 25/10/2019/ Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/opiniao/. Atualizado em: 25/10/2019.)
Dentre os argumentos apresentados no texto que subsidiam críticas por parte de especialistas sobre a mudança de embalagens de produtos alimentícios está:
 

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