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Foram encontradas 50 questões.

2515855 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
Enunciado 2758769-1
(Disponível em:https://caianapublicidade.wordpress.com/2010/10/13/um-outdoor-realista. Acesso em: 18 maio 2016 )
I- O objetivo é persuadir o leitor, convencendo-o a aderir a uma ideia.
II- Recursos verbais e não verbais foram articulados a fim de construir a argumentação de convencimento do leitor.
III- Emocionar o leitor, possibilitando a mudança de postura, é o objetivo fim desse gênero.
IV- Construções apelativas podem ser utilizadas a fim de convencer o leitor.
Estão CORRETAS
 

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Em uma escola da rede municipal de educação, a elaboração de seu projeto político-pedagógico foi feita com a participação articulada de seus diretores, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais, professores, representantes dos funcionários, bem como de representantes dos alunos, de seus familiares e até mesmo da comunidade que vive no seu entorno. Nessa perspectiva, reuniram-se durante algum tempo, quando então formularam as principais diretrizes e estratégias que norteariam o trabalho da escola, indicando também os resultados esperados. Uma maior integração e/ou articulação entre os diferentes conteúdos programáticos e entre eles e os conhecimentos sociais de referência era um dos resultados esperados, e por esse motivo o grupo estabeleceu que a escola desenvolveria um trabalho centrado na metodologia de projetos de trabalho, com ênfase na pesquisa realizada pelos alunos, a partir de temas e questões formuladas com a colaboração dos próprios alunos.
Nesse caso, a possibilidade desse projeto político-pedagógico ser vitorioso é:
 

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Em "Há vasta bibliografia em diferentes áreas do conhecimento que mostram que os indivíduos aprendem com seu entorno desde o primeiro dia de vida – e por isso é fundamental garantir a infraestrutura adequada para uma educação atenta à qualidade das interações entre adultos e crianças,.."
Que relação o termo destacado exerce sobre a oração anterior a ele?
 

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Globalização, quebra de barreiras, estreitamento de relações são termos cada vez mais utilizados para resumir o atual momento de evolução e desenvolvimento que muitos países estão vivendo. No campo da Educação, pode-se dizer que também ocorre uma nova situação: a interdisciplinaridade. Ivani Fazenda (2008) considera a interdisciplinaridade como ―uma relação de reciprocidade, de mutualidade, que pressupõe uma atitude diferente a ser assumida frente ao problema de conhecimento, ou seja, é a substituição de uma concepção fragmentária para unitária do se humano‖. Para ela, a interdisciplinaridade caracteriza-se por se propiciar a inclusão e a ocorrência de uma globalização do conhecimento, onde, há o fim dos limites entre as disciplinas.
(FAZENDA, Ivani. O que é interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez, 2008.)
Algumas categorias apresentadas pela autora para desenhar o percurso da interdisciplinaridade são:
 

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2514971 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
Considere que a tabela apresentada a seguir contém dados de determinada cidade e seu objetivo é apresentar os percentuais jovens em idade escolar matriculados e não matriculados no ensino médio e ensino fundamental de acordo com a faixa etária.
Enunciado 2747202-1
De acordo com os dados da tabela, é CORRETO afirmar que:
 

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2514651 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
Estudos comparam compreensão de texto de quem lê livros eletrônicos e de papel
Reginaldo José Lopes
O hábito de ler em meios digitais ainda é minoritário – menos de 5% dos livros vendidos hoje no Brasil são e-books, enquanto o número nos EUA chega a 25% - mas cada vez mais pessoas aderem aos livros eletrônicos. Faz alguma diferença, para o bem ou para o mal.
Por um lado, é possível que ler uma narrativa num e-reader (aparelho projetado para a leitura digital) atrapalhe um pouco a percepção que a pessoa tem da estrutura da história, ainda que não interfira em outros aspectos. Por outro, a possibilidade de personalizar detalhes do texto parece ajudar quem tem dificuldades de ler no papel.
A ligeira desvantagem do leitor digital foi identificada num estudo liderado por Anne Mangen, da Universidade de Stavanger, na Noruega.
Ela dividiu 50 estudantes em dois grupos – um tinha de ler a versão em papel de um conto da americana Elizabeth George, enquanto o outro lia o texto num e-reader Kindle. Depois tinham de responder a perguntas sobre o conto.
A percepção sobre os personagens da narrativa, por exemplo, não variou de forma significativa entre os grupos, e a sobre objetos da história foi até melhor entre quem lia via e-reader, mas os usuários do Kindle sofreram mais para identificar a sequência correta de acontecimentos na trama.
Já a equipe de Matthew Schneps, do departamento de educação científica do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica(EUA), trabalhou com mais de cem adolescentes com dislexia( dificuldade de leitura e escrita). A comparação foi entre ler em papel e em Ipods Touch configurados para mostrar de duas a três palavras por linha em letras grandes.
O resultado: os adolescentes com mais dificuldade para captar o som das palavras, bem como os que tinham menos capacidade de atenção visual, tiveram melhora significativa na velocidade de leitura e na compreensão. (…)
No entanto, no caso de leitores sem grandes dificuldades, ela aponta que não há diferença entre os meios. “O trabalho cognitivo de fazer inferências e perceber ideias implícitas é o mesmo”.
“A situação ainda é muito fluída, porque os dois tipos de leitura continuam misturados, e essa transição vai ser demorada”, diz Ana Elisa Ribeiro, doutora em linguística aplicada.
Também não parece haver diferença no tempo de leitura entre livros digitais e impressos, ou mesmo no nível de concentração.
É uma faca de dois gumes. Outros aplicativos podem acabar tirando você do texto, mas você também pode usá-los para procurar uma palavra no dicionário, acessar vídeos ou blogs sobre o tema. A experiência de leitura não necessariamente fica mais dispersa – pode se tornar mais aprofundada.
(Disponivel em: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/09/1516515-estudos-comparam-compreensao-de-texto-de-quem-le-livros-eletronicos-e-de-papel. Acesso em: 18 maio 2016)
No último parágrafo do texto, foi utilizado o termo -los. Esse termo é um anafórico, que se refere a:
 

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A árvore e a árvore
Por vezes, caminhando pelas ruas da cidade, tenho a impressão de que as árvores conversam entre si. O diálogo das árvores nem sempre é ouvido pelos ouvidos, por causa do bulício das ruas, do rumor dos veículos e da zoeira das pessoas. E de madrugada, quando os últimos bêbados se recolhem trôpegos fugindo da aurora, e a brisa matinal leva o sono do rosto das operárias que marcham em direção às fábricas; é nesse momento fluido e tênue que pode ser captado o sussurro das árvores, em meio aos pipilos dos pardais alvoroçados.
E lá estavam as duas árvores a conversar:
— Bom dia, dona Magnólia!
— Bom dia, dona Cássia!
— Dormiu bem?
— Mais ou menos. Esta noite o bem-te-vi, meu inquilino, cismou de acordar e ficou discutindo com a bem-te-vi, no meu galho lá em cima.
— Não diga! Discutindo o quê?
— O papo de sempre, ora essa. Estavam reclamando do custo de vida.
— Ué, mas passarinho também tem esse problema? Pensei que essa preocupação fosse apenas manha dos empregados da Prefeitura que vêm cortar nossa copa todos os anos.
— Qual nada! Passarinho voa azucrinado. A própria bem-te-vi se lastima de que o galho onde eles moram quase não tem folhas; de noite ela molha a cabecinha no sereno. Ficou resfriada, a pobrezinha.
— Então por que eles não se mudam?
— Mudar para onde?
— Ali adiante há um ipê-amarelo com vagas para passarinhos.
— Pois sim. A senhora não viu a placa no tronco? Só há um galhinho vago, muito do mixuruco, e mesmo assim só se aceitam casais de passarinhos sem filhotes.
— Sem filhotes?
— Sem filhotes.
— Mas isso é um absurdo!
— Concordo, mas vai-se fazer o quê? Se até casas de tijolo são alugadas apenas para casais sem filhos. Fazem isso com as pessoas, vão ter consideração para com passarinho?
— Escute, e ali na quaresmeira do outro quarteirão?
— Ah, lá o aluguel é caríssimo. Só mora sabiá-de-papo-amarelo e periquito verde.
— Cruz-credo!
— Falou bem. Está tudo pela hora da morte pros passarinhos.
— Mas ouvi dizer que alguns têm boa mordomia...
— Ah, os canários-da-terra... Grande vantagem! Têm alpiste importado, ovo cozido, verdurinha fresca todos os dias, mas, em compensação, vivem presos na gaiola.
— Perderam a liberdade.
— Desaprenderam até de voar!
— Não é à toa que o bairro está cheio de chupim.
— Claro, dona Magnólia. Chupim sempre se ajeita. Quem manda tico-tico ser bobo?
— Reparou que ninguém acaba com chupim? Eles estão em tucum, paineira, sibipiruna.
— Tem chupim até no pau-ferro.
— Se adaptam a qualquer lugar. Bichinho aproveitador está ali. Sabe quando vão acabar com os chupins aqui na zona? .
— Quando, dona Magnólia?
— Dia de São Nunca. E enquanto isso, os bem-te-vis que se danem.
— Ainda mais agora, com o aumento dos impostos.
— Vai ser um horror.
— Horror mesmo.
— Não sei como eles não se revoltam.
— Revoltam nada. Bem-te-vi só sabe dizer: "Bem te vi! Bem te vi!". Viu, e daí? Que adianta ver? As árvores também vêem cada uma, mas não adianta reclamar.
— Houve o caso daquela andorinha, está esquecendo?
— A tolinha. Só porque morava em beiral, achava que podia modificar a situação. Uma andorinha só não muda coisa alguma. Bastou chegar aqui o tucano, deitou falação, disse que fazia e aprontava, tudo se amoitou.
— Aquele tucano foi demais. Verde-amarelo, e bom de bico!
— É, dona Magnólia, mas qualquer dia a árvore cai, não cai?
— Sei lá. Ainda bem que a Prefeitura vai mandar plantar mais cem mil árvores na cidade. Só assim para resolver o problema da moradia dos passarinhos.
— Tomara mesmo. Avise o bem-te-vi para ele aguentar a barra mais um pouco. Quem sabe, um dia, a bem-te-vi possa botar os ovinhos em paz.
— Deus a ouça, dona Cássia.
— Amém, dona Magnólia...
(DIAFÉRIA.Lourenço.Em A morte sem colete. 4a ed. São Paulo: Moderna, 1983.)
Ao realizar uma leitura polissêmica do texto, pode-se compreender que:
 

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Segundo o Plano Nacional de Educação (2014-2024), a democratização da educação não se limita ao acesso e à instituição educativa. O acesso é a porta inicial para a democratização, mas torna-se necessário também garantir que todos que ingressam na escola tenham condições de nela permanecer, com sucesso. A Lei nº 13.005 de 25 de junho de 2014, estabelece:
I- Sistema de avaliação da Educação Básica, no máximo a cada 2 anos.
II- Piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública.
III- Direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.
IV- Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
V- Processos de elaboração e adequação dos planos de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, realizados com ampla participação de representantes da comunidade educacional e da sociedade civil.
Estão CORRETOS os itens de:
 

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A forma mais clássica de organização do conteúdo escolar, ainda hoje, é o modelo linear disciplinar, ou o conjunto de disciplinas justapostas, na maioria das vezes de uma forma bastante arbitrária. Para Arroyo (2007), o currículo deve contemplar:
 

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2512041 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG
Analise os fragmentos a seguir.
“A situação ainda é muito fluída, porque os dois tipos de leitura continuam misturados, e essa transição vai ser demorada”, (...)
Ela dividiu 50 estudantes em dois grupos – um tinha de ler a versão em papel de um conto da americana Elizabeth George, enquanto o outro lia o texto num e-reader Kindle.(...)
Os termos destacados são classificados, morfologicamente, respectivamente, como:
 

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