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Foram encontradas 50 questões.

2818231 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: FURB
Orgão: FURB

Os meios de cultura fornecem os nutrientes adequados para o desenvolvimento de células e microrganismos em laboratórios. Além disso, para a realização de determinados experimentos com células e microrganismos, é imperativo o uso de reagentes e corantes específicos. Sobre a preparação e uso dos meios de cultura, assinale a alternativa correta:

 

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2818230 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: FURB
Orgão: FURB

Considere as afirmativas relacionadas às vidrarias de laboratório. Assinale V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A proveta é uma vidraria graduada, portanto, pode ser utilizada para medir volumes de forma precisa.

(__)O balão de fundo redondo não pode ser seco em estufa.

(__)O becker é uma vidraria muito utilizada para o estudo de microrganismos em meios de cultura.

(__)O balão volumétrico não pode ser esterilizado por autoclave.

(__)As lâminas de vidro são sempre inteiramente lisas.

Assinale a alternativa que corresponde à sequência correta:

 

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2818229 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: FURB
Orgão: FURB

Ao longo da história da fotografia, muitos experimentos foram feitos no sentido de se descobrir formas efetivas de fixação das imagens refletidas no interior das chamadas câmeras obscuras. Dentre tais experimentos pioneiros, o mais famoso talvez ainda seja o daguerreótipo, de autoria de Louis Daguerre, que divulgou seu processo em 1839, na Academia Francesa de Ciências. Do outro lado do Atlântico, no entanto, mais precisamente em Campinas/SP, e alguns anos antes de Daguerre e Willian Fox Talbot, outro pesquisador já havia encontrado um meio de registrar imagens em materiais fotossensíveis. Além disso, deve-se a ele a alcunha da expressão "fotografia". O nome desse pesquisador e inventor é:

 

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2818228 Ano: 2023
Disciplina: Farmácia
Banca: FURB
Orgão: FURB

Sobre os exames realizados no setor de parasitologia, assinale a alternativa correta:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal

Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.

A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.

Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.

A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.

Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."

A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.

Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.

Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.

Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.

Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classe gramatical das palavras retiradas do texto e listadas a seguir:

Primeira - porém - afirma - tecnicamente - aconselhamento

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal

Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.

A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.

Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.

A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.

Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."

A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.

Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.

Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.

Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.

A partir da leitura cuidadosa do texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal", analise as afirmativas a seguir. Assinale V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Apesar de defender o uso da IA nos tribunais, Joshua Browder acha que esse uso não está, tecnicamente, dentro das regras.

(__)Joshua Browder tem experiência no caso que será defendido em tribunal pela IA, pois também levou muitas multas por excesso de velocidade quando se mudou para os Estados Unidos.

(__)Segundo Joshua Browder, a IA pode substituir muitos advogados que fazem apenas um trabalho limitado e cobram muito dinheiro por isso.

(__)A IA será utilizada no tribunal como um aparelho auditivo e, dessa forma, será considerada dentro da legalidade.

Assinale a alternativa com a sequência correta:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal

Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.

A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.

Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.

A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.

Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."

A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.

Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.

Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.

Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.

A partir da leitura do texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal", analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I. Softwares de Inteligência Artificial precisam ser alimentados com muitos dados para que funcionem corretamente.

PORQUE

II. A ideia do software criado pelo DoNotPay é que a IA substitua alguns advogados ao longo do tempo.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:

 

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal

Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.

A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.

Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.

A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.

Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."

A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.

Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.

Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.

Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.

O texto "Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal" trata-se de uma reportagem. Assinale a alternativa que apresenta a melhor definição desse gênero textual:

 

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2818316 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: FURB
Orgão: FURB

A resolução de uma imagem pode ser calculada tanto em DPI (Dots Per Inch - pontos por polegada, em português) como por PPI (Pixels Per Inch - ou pixels por polegada, também em português). Enquanto a primeira se aplica às imagens impressas, a segunda concerne às imagens digitais. Sabe-se que quanto maior a resolução de uma imagem, melhor será sua qualidade. Diante disso, considere as assertivas a seguir e indique a opção correta:

Questão Anulada

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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.

Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal

Em fevereiro de 2023, pela primeira vez, uma inteligência artificial (IA) irá aconselhar um réu dentro de um tribunal. A IA vai rodar em um smartphone, ouvindo em tempo real tudo o que for falado e instruindo o réu, por um fone de ouvido, sobre o que ele deve dizer.

A localização do tribunal e o nome do réu estão sendo mantidos em sigilo pela DoNotPay, empresa que criou a IA - porém, entende-se que ele seja acusado de excesso de velocidade no trânsito. O caso está sendo um teste para a empresa. Joshua Browder, fundador da DoNotPay, também se comprometeu a pagar eventuais multas caso percam o caso.

Usar um smartphone ou computador conectado a um dispositivo intra-auricular em um tribunal seria considerado ilegal na maioria dos países; contudo, a DoNotPay afirma ter encontrado uma brecha na lei que permite classificar o dispositivo como um aparelho auditivo e, portanto, legal. "Está, tecnicamente, dentro das regras, mas não acho que esteja no espírito das regras", diz Browder.

A DoNotPay foi inicialmente criada como um chatbot, que fornecia aconselhamento jurídico a consumidores. A empresa começou a se concentrar mais na área de inteligência artificial em 2020, depois que a OpenAI, responsável pelo DALL-E 2 e o ChatGPT, disponibilizou para o público uma interface de programação com as habilidades do GPT-3, sua IA de processamento de linguagem.

Inteligências artificiais precisam ser alimentadas com muita informação para funcionarem corretamente; e Browder afirma que demorou muito para treinar a IA do DoNotPay nos amplos tópicos de jurisprudência necessários para que ela fosse uma ferramenta útil - e que se ativesse à verdade. "Estamos tentando minimizar nossa responsabilidade legal", conta Browder. "E não seria bom se ela distorcesse os fatos e fosse muito manipuladora."

A IA também foi ajustada para não reagir automaticamente a tudo o que escutar no tribunal. Em vez disso, vai ouvir os argumentos e os analisar antes de instruir o réu.

Browder iniciou a empresa "por acidente" depois de se mudar do Reino Unido para os Estados Unidos para estudar na Universidade de Stanford. Durante esse período, ele começou a acumular multas de estacionamento que não tinha dinheiro para pagar. Ele afirma ter se tornado um especialista em brechas que permitiriam que ele driblasse o pagamento das multas.

Por ser engenheiro de software, percebeu que o trabalho tedioso de escrever cartas legais para recorrer às multas de estacionamento poderia ser automatizado. A IA da empresa pergunta ao cliente qual é o problema, depois encontra uma brecha e a transforma em uma carta legal, que pode ser enviada à instituição certa ou carregada em um site.

Segundo Browder, seu objetivo final é que o software eventualmente substitua alguns advogados. "É tudo uma questão de linguagem, e é para isso que os advogados cobram centenas ou milhares de dólares por hora", afirma. "Ainda haverá muitos bons advogados por aí que podem estar discutindo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, mas muitos advogados estão cobrando muito dinheiro para copiar e colar documentos, e acho que eles definitivamente serão substituídos - e deveriam ser substituídos."

Retirado e adaptado de: CAPARROZ, Leo. Inteligência artificial vai defender um réu no tribunal. SuperInteressante. Disponível em: euu-no -tribunal bril.com.br/ciencia/inteligencia-artificial-vai-defender-um-reu-no-tribunal/ Acesso em: 9 jan., 2022.

A respeito do uso dos porquês no Português Brasileiro, analise as sentenças a seguir:

I- devemos confiar na IA para fazer coisas tão importantes, como defender os direitos em tribunais?

II-Eu não consigo entender o de termos de substituir humanos por máquinas.

III-A tecnologia vem avançando nas atividades que antes eram restritamente humanas, ?

IV-É importante que entendamos como funcionam as máquinas, senão seremos reféns delas.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente completa as sentenças apresentadas:

Questão Anulada

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