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Morar no Brasil é "sonho" internacional
Quem mais tem vontade de; vir para o Brasil são os argentinos: 6% se mudariam para cá se tivessem a chance
Lucas de Abreu Maia e Rodrigo Burgarelli
São Paulo O Brasil é um dos 12 países mais cobiçados para se morar, segundo uma série de pesquisas feitas em 65 nações pelo WIN – coletivo dos principais institutos de pesquisa do mundo – e tabulada pelo Estadão Dados.
O crescimento econômico na última década, aliado à boa imagem cultural do País no exterior, fizeram com que o Brasil fosse citado como destino dos sonhos por moradores de dois em cada três países onde foi feito o estudo.
Na lista dos destinos mais cobiçados por quem não está feliz na terra natal, o Brasil é o único da América Latina, o único Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, China e Índia) e a única nação ocidental em desenvolvimento. As pesquisas foram feitas no fim do ano passado e ouviram mais de 66 mil pessoas ao redor do globo.
Elas foram questionadas se gostariam de morar no exterior se, hipoteticamente, não tivessem problemas como mudanças ou vistos e qual local elas escolheriam. Por isso, os resultados dizem mais sobre a imagem dos destinos mencionados do que com imigrantes em potencial.
Se esse desejo virasse realidade, o Brasil receberia em torno de 78 milhões de imigrantes nesse cenário hipotético. Mas, em um mundo sem fronteiras, a população do País diminuiria – 94 milhões de brasileiros se mudariam para outras nações, se pudessem. Ainda assim, 53% dos brasileiros não desejam emigrar, porcentual acima da media mundial.
Quem mais tem vontade de vir para o Brasil são os argentinos: 6% se mudariam para cá se tivessem a chance. O Brasil também está entre os cinco mais cobiçados por peruanos e mexicanos. Mas não são apenas latinos que gostariam de viver aqui.
Os portugueses acham o Brasil mais atrativo do que a Alemanha, os italianos o preferem à França, os australianos o consideram o segundo país mais desejável, os libaneses o colocam em posição tão alta quanto a Suíça e até no longínquo Azerbaijão o Brasil aparece entre os quatro destinos mais sonhados, na frente até dos Estados Unidos.
https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,morar-no-brasil-e-sonho-internacional-1117191.0htm Acesso em 14 de maio de 2014.
Leia as assertivas abaixo e assinale a opção correta quanto às razões Para o. Brasil ser um dos países ma!s cobiçado,s por estrangeiros.
I. Falta de problemas com mudanças e vistos.
lI. Crescimento econômico na última década.,
IlI. Boa imagem cultural do País no .exterior.
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Vale a pena abandonar o Brasil?
GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhosII. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preçosIII. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudançaI. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar? Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
htfp://epoca.qlobo.com/é6'1Urras-e-bloqs/gu~tavo-
cerbasi/noticias//2014/04/bvale)-peria-babandonár-o-brasil. html10104/201407hOO-Atualizadoem1o/o4/201408h39
Leia as assertivas a seguir e. assinale a opção correta.
I . No período "Deixando as contas de lado, é preciso fazer urna · análise qualitativa dos .. aspecto~ emocionais da mudança", · a oração - .reduzida de infinitivo destacada exerce a função de sujeito da oração principal.
lI, No, período ''Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos", a oração reduzida de infinito.destacada pode ser transformada em uma oração . desenvolvida final como segue: "a fim de jogarem· tudo para o alto". . ·
IlI. No período "Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos., também . é fácil esquecer osimpostos sobre o consumo - no exterior, eles não. costumam estar embutidos nos preços", a oração sublinhada,' reduzida . de infinitivo, pode ser desenvolvida da seguinte forma: " que esqueçamos os impostos sobre o consumo". A função que· desempenha é complemento de nominal.
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Vale a pena abandonar o Brasil?
GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos.I Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar?II Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m...III E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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Observe as assertivas que seguem e,, a seguir, assinale a opção correta.
I. Em "Famílias de diversos níveis de renda têm feito, contas para jogar tudo para o alto, em busca. de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos", b termo sublinhado faz referência à terceira pessoa do: plural; indicando relação, de posse e tendo como referente ''filhos". Sendo assim; o pronome possessivo concorda em pessoa com · o '.'termo possuidor" (famílias de diversos níveis de renda) e em gênero e número com o "termo possuído" (filhos), . . . . . . ,
lI. -Em "Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar?", o termo sublinhado é um pronome oblíquo Utilizado no lugar . de "aquilo". . . .· ·.
IlI. No período "Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m .. .'', estabelece-se uma .relação de oposição entre orações, enfatizada pelo uso do elemento estrutural coesivo "mas".
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Vale a pena abandonar o Brasil?
GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.b
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor láe. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar?a Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.d
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos.c Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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No período "Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m .. ", a oração sublinhada exerce determinada função , sintática. Assinale a opção em que a oração destacada exerce a , mesma função
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GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar? Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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Assinale a opção que contém, na sequência, os termos a que \os pronomes relativos destacados .se referem.
"Como uma criança que compara seu lar,ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, · em que o capitalismo é ,democrático e em que a educação é levada a sério."
"sua família· conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar"
"A complexa decisão exige também- que' ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos.''
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Vale a pena abandonar o Brasil?
GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidadeI. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar? Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temosII. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racionalIII. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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Observe os períodos retirados do , texto e assinale a opção adequada quanto ao uso dos termos sublinhados em sentido, figurado
I. "O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou .aos viajantes .. o, néctar da , civilidade".
II. "A complexa decisão exige também que poderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e .construir o futuro que hoje não temos".
III. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa· consciência em relação ao que pesa mais o emocional ou o racional
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Vale a pena abandonar o Brasil?
GUSTAVO CERBASI
Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor láII. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exteriorIII. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar?IV Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.I
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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Após a leitura dos trechos retirados do texto, assinale qual opção apresenta fatores a serem considerados, numa análise qualitativa, por aqueles que cogitam mudar do Brasil.
I. "Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria' de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos incluindo o bullying de nossos filhos na escola."
lI. "Ao fazer as contas, deduzimos que', com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá."
IlI. ''Poucos levam em conta que . os, impostos sobre renda, investimentos e herança são 'maiores no exterior."
IV. ''Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar?"
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Nunca se falou tanto sobre planos de mudança de brasileiros para o exterior. O turismo internacional, intenso nos últimos anos, apresentou aos viajantes o néctar da civilidade. Como uma criança que compara seu lar ao do colega, descobrimos como é a vida nos países em que impostos são efetivamente usados para o bem público, em que o capitalismo é democrático e em que a educação é levada a sério.
Famílias de diversos níveis de renda têm feito contas para jogar tudo para o alto, em busca de uma vida menos sofrida, menos violenta, menos insegura e com mais perspectivas para seus filhos. Não é uma decisão fácil, pois os componentes desses planos não são apenas racionais.
Ao fazer as contas, deduzimos que, com bem menos do que ganhamos aqui, vivemos melhor lá. Há falhas nessas simulações. Poucos levam em conta que os impostos sobre renda, investimentos e herança são maiores no exterior. Ao comparar preços de imóveis, automóveis e gastos cotidianos, também é fácil esquecer os impostos sobre o consumo – no exterior, eles não costumam estar embutidos nos preços. Mas é fato: morar na América do Norte e em alguns países europeus sai mais barato que no Brasil.
Deixando as contas de lado, é preciso fazer uma análise qualitativa dos aspectos emocionais da mudança. Sua família conseguiria viver muito tempo sem aquilo que lhe é familiar? Amigos, parentes, hábitos de fim de semana, nossa música e idioma, nosso histórico profissional e educacional? Não se deve desprezar que, em outros países, enquadramo-nos apenas na categoria de latinos, sujeitos a toda sorte de preconceitos – incluindo o bullying de nossos filhos na escola.
Morei alguns meses no exterior e experimentei o impacto psicológico da distância. Foi no Canadá que aprendi a gostar de MPB e feijoada, antes neutros em minha vida.
A complexa decisão exige também que ponderemos entre o sentimento de fracasso ao jogar a toalha e o dever cívico de engrossar o coro da mudança e construir o futuro que hoje não temos. Se queremos boa educação para nossos filhos, sobram aqui oportunidades de darmos exemplo para uma necessária transformação. Mas é preciso contar menos com governos e agir mais como cidadãos.
Não é fácil. Tom Jobim dizia que morar nos EUA era bom, mas era uma m... E que morar no Brasil era uma m..., mas era bom. Nada mudou. Morar fora é como trabalhar num emprego de que você não gosta, mas que paga muito bem. Ficar no Brasil é como comprar um carro muito mais caro do que você pode pagar. A decisão de abandonar o navio ou de ficar depende de nossa consciência em relação ao que pesa mais: o emocional ou o racional. A resposta, sem dúvida, está em cada um de nós.
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Assinale a opção que NÃO apresenta ideia defendida no texto.
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Um instituto de uma universidade é composto por 2 diretores e 3 técnicos. ·Todo professor desse instituído necessariamente é atendido por uma equipe de 1 profissionais formada por 1 diretor e 2 técnicos. As equipes selecionadas para atender três diferentes professores são
Professor 1 : Profissional 1 Profissional 2 e Profissional 3. · Professor
2: Profissional 3 Profissional 4 e Profissional Ei. Professor
3: . Profissional 1, Profissional. 2, e Profissional 5.
A partir dessas informações, assinale a alternativa correta.
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Encontram-se sentados em torno de,uma mesa quadrada quatro Técnicos Administrativos em Educação (TAE); TAE1,o mais antigo entre eles, é Administrador. Há também um Contador, um Pedagogo. e um Psicólogo. TAE2 está sentado à direita de' TAE1. TAE3, à direita do Contador. Por sua vez, TAE4, que não é Pedagogo, encontra-se à frente de TAE2. Assim:
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