Foram encontradas 450 questões.
Se três professores corrigem 36 provas em duas horas, quantas horas 6 professores levarão para corrigir 72 provas?
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Um pai deu 80 mil reais para o seu filho Marcos e 20 mil reais para o seu outro filho, Mateus. Entretanto, os dois irmãos decidiram que dividirão os valores igualmente. Quantos por cento do seu recebido Marcos deverá dar a Mateus para que os valores recebidos sejam os mesmos?
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Um estudante quer resolver 2400 questões de matemática em um ano, dividindo-as igualmente entre os 12 meses. Entretanto, no primeiro mês, ele resolveu apenas 23% do planejado mensal. Para alcançar a meta anual, ele decidiu redistribuir as questões não resolvidas no primeiro mês igualmente pelos meses restantes. Qual será o aumento percentual no número de questões mensais nos meses seguintes?
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Considere que existe uma taxa de juros padrão no mercado financeiro chamada de X, que atualmente é 12% ao ano. Considere também duas aplicações financeiras, Alfa e Beta, sob regime de juros simples, tais que:
Alfa: Taxa de juros igual a X, porém ao final de um ano será cobrado 15% sobre o total recebido dos juros no período, referente a impostos.
Beta: Taxa de juros igual a 90% da X, porém sem cobrança de impostos sobre os juros recebidos.
Se um investidor investir um capital de cem mil reais em cada uma das aplicações, após um ano, a diferença entre os juros recebidos nas aplicações Beta e Alfa é de:
Alfa: Taxa de juros igual a X, porém ao final de um ano será cobrado 15% sobre o total recebido dos juros no período, referente a impostos.
Beta: Taxa de juros igual a 90% da X, porém sem cobrança de impostos sobre os juros recebidos.
Se um investidor investir um capital de cem mil reais em cada uma das aplicações, após um ano, a diferença entre os juros recebidos nas aplicações Beta e Alfa é de:
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Dentre as expressões a seguir, aquela que é termo regido da palavra em destaque em “Sua atitude foi coerente com seus princípios” é:
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Na sentença “É proibida a entrada de pessoas nesta reserva ambiental”, os termos sintáticos “proibida” e “a entrada de pessoas” estabelecem uma relação de concordância entre:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A primavera chegou
Há um conto escandinavo, escrito por não
sei quem há muitas primaveras, em que o
mordomo se curva respeitosamente e anuncia à
senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera
chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode
permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da
primavera. E havia um velho mendigo que tinha
uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua
mocidade houvesse sido um terrível pirata; de
qualquer maneira era agora apenas um velho
mendigo que pedia esmola todo domingo na
porta da igreja. E havia uma rica velhinha que
todo domingo dava ao mendigo uma grande
moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto,
por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma
grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu
licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a
colheu?
– Nasceu em minha perna de pau,
senhora.
Guardei apenas isso do conto
escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me
ainda vagamente de um casal de namorados que
sai pelo campo – e a primavera é tão linda que
eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda
primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um
daqueles países louros e frios. No Rio será que
existe primavera? Proponho que ela exista;
apenas o homem distraído não a vê chegar, nem
a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na
cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco
de imaginação para sentir, para viver a
primavera. Essa gente que espera condução em
longas, tediosas filas – por que não aproveita o
tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os
bondes criariam asas, guiados por condutores de
grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu
azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de
carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam
felizes pela pista com flores nos dentes. No
cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria
sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi
o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que
brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio
tanto bene!
Eu me assustaria, mostraria meus papéis,
dizendo que devia haver algum engano, eu não
era nenhum artista de cinema, não era nem
mesmo o Aloísio Sales, era apenas um
espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da
realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na
volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria
de Águas) na primavera todos teremos água, pois
nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de
nossas banheiras saltarão peixes voadores que se
porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós
todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!
BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de
Janeiro, 1953. Disponível em
.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A primavera chegou
Há um conto escandinavo, escrito por não
sei quem há muitas primaveras, em que o
mordomo se curva respeitosamente e anuncia à
senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera
chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode
permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da
primavera. E havia um velho mendigo que tinha
uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua
mocidade houvesse sido um terrível pirata; de
qualquer maneira era agora apenas um velho
mendigo que pedia esmola todo domingo na
porta da igreja. E havia uma rica velhinha que
todo domingo dava ao mendigo uma grande
moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto,
por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma
grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu
licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a
colheu?
– Nasceu em minha perna de pau,
senhora.
Guardei apenas isso do conto
escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me
ainda vagamente de um casal de namorados que
sai pelo campo – e a primavera é tão linda que
eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda
primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um
daqueles países louros e frios. No Rio será que
existe primavera? Proponho que ela exista;
apenas o homem distraído não a vê chegar, nem
a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na
cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco
de imaginação para sentir, para viver a
primavera. Essa gente que espera condução em
longas, tediosas filas – por que não aproveita o
tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os
bondes criariam asas, guiados por condutores de
grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu
azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de
carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam
felizes pela pista com flores nos dentes. No
cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria
sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi
o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que
brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio
tanto bene!
Eu me assustaria, mostraria meus papéis,
dizendo que devia haver algum engano, eu não
era nenhum artista de cinema, não era nem
mesmo o Aloísio Sales, era apenas um
espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da
realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na
volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria
de Águas) na primavera todos teremos água, pois
nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de
nossas banheiras saltarão peixes voadores que se
porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós
todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!
BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de
Janeiro, 1953. Disponível em
.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A primavera chegou
Há um conto escandinavo, escrito por não
sei quem há muitas primaveras, em que o
mordomo se curva respeitosamente e anuncia à
senhora condessa:
– Com a vossa permissão, a primavera
chegou.
– Diga-lhe que seja bem-vinda e pode
permanecer três meses em minhas terras.
Então vem o primeiro domingo da
primavera. E havia um velho mendigo que tinha
uma perna de pau. Suspeitava-se que em sua
mocidade houvesse sido um terrível pirata; de
qualquer maneira era agora apenas um velho
mendigo que pedia esmola todo domingo na
porta da igreja. E havia uma rica velhinha que
todo domingo dava ao mendigo uma grande
moeda de cobre. Naquele domingo, entretanto,
por ser o primeiro da primavera, deu-lhe uma
grande moeda de ouro. O mendigo sorriu e pediu
licença para lhe oferecer uma bela rosa.
– Que rosa tão bela, mendigo. Onde a
colheu?
– Nasceu em minha perna de pau,
senhora.
Guardei apenas isso do conto
escandinavo que li há muitos anos. Lembro-me
ainda vagamente de um casal de namorados que
sai pelo campo – e a primavera é tão linda que
eles esquecem, e voltam mil anos depois, ainda
primaveris, em outra primavera…
Mas isso era na Escandinávia, em um
daqueles países louros e frios. No Rio será que
existe primavera? Proponho que ela exista;
apenas o homem distraído não a vê chegar, nem
a sente; nossa primavera é sutil e para entrar na
cidade não pede licença ao Prefeito.
É claro que falta à nossa gente um pouco
de imaginação para sentir, para viver a
primavera. Essa gente que espera condução em
longas, tediosas filas – por que não aproveita o
tempo da espera para fazer rodas e cantar?
Imagino a cidade sob esse delírio primaveril; os
bondes criariam asas, guiados por condutores de
grandes bigodes líricos, e esvoaçariam no céu
azul; na Gávea os cavalos ficariam brincando de
carrossel e as senhoras e cavalheiros correriam
felizes pela pista com flores nos dentes. No
cinema, Gina Lolobrigida sairia da tela e viria
sentar na poltrona ao meu lado:
– Sim, é bem verdade que me amas? Ouvi
o teu suspiro; vi, na penumbra, teus olhos que
brilhavam. Quero ficar junto de ti. Io te voglio
tanto bene!
Eu me assustaria, mostraria meus papéis,
dizendo que devia haver algum engano, eu não
era nenhum artista de cinema, não era nem
mesmo o Aloísio Sales, era apenas um
espectador, o pobre do Braga, obscuro trecho da
realidade brasileira…
Mas ela recitaria:
“Comigo fica ou leva-me contigo
Dos mares à amplidão”.
Iríamos para a amplidão dos mares. E na
volta tomaríamos grandes, imortais, chuveiradas.
Pois na primavera (faça o que quiser a Inspetoria
de Águas) na primavera todos teremos água, pois
nascerão fontes líricas no metal das torneiras e de
nossas banheiras saltarão peixes voadores que se
porão a cantar como verdadeiros gaturamos e nós
todos seremos acqua-loucos de felicidade.
Primavera!
BRAGA, R. A primavera chegou. Manchete, Rio de
Janeiro, 1953. Disponível em
.
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A aplicação de calor ou frio nas camadas
superficiais da pele, por meio de bolsas térmicas
ou compressas, tem diferentes aplicabilidades,
sendo um cuidado de responsabilidade dos
seguintes profissionais: enfermeiro, médico,
fisioterapeuta, auxiliar e técnico de enfermagem.
Em relação à aplicação de calor, ela age
estimulando ou acalmando, de acordo com a
temperatura, o tempo de aplicação e o local onde
é aplicado.
A seguir, foi destacada uma indicação para o uso de compressa quente, assinale-a:
A seguir, foi destacada uma indicação para o uso de compressa quente, assinale-a:
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