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Paciente de 50 anos de idade, asmático, procurou a emergência com quadro clínico altamente sugestivo de influenza iniciado nas últimas 48 horas. Não havia se vacinado para a gripe. RX de tórax normal, sintomas de asma leves, controlados com beta2-agonista de curta ação, oximetria digital não invasiva 97%. Nessa situação, qual seria a melhor conduta para o tratamento do quadro de influenza?
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Paciente com 67 anos de idade, asmático, não apresenta outras doenças ou alergias, nunca fumou, nega infecções graves ou hospitalização prévia. Quanto à vacina antipneumocócica, assinale a alternativa correta.
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No tratamento de exacerbação de DPOC, assinale a alternativa INCORRETA.
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Paciente com DPOC, IMC 33, classificação de gravidade D pelo GOLD 2018, em uso de Vilanterol + Umeclidinio + Fluticasona. Apresenta VEF1 pós-brondilatador 38% do previsto. Tosse com expectoração crônica e diabete. Apresentando exacerbações frequentes da doença. Qual seria a próxima opção farmacológica possível nesse paciente?
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Paciente com 67 anos de idade, DPOC, VEF1 pós-broncodilatador 41% do previsto, 1 exacerbação/ano de DPOC e um escore CAT (COPD Assessement Test) de 18 pontos. Escala de dispneia MRC modificada grau 2. Dentre as opções terapêuticas, assinale a mais correta.
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Paciente de 45 anos de idade, nunca fumou, tem asma desde os 8 anos de idade e história de rinite alérgica desde a infância. Nos últimos meses, apresenta dificuldade de controle da doença (questionário de controle de asma ACT 15), apesar do bom controle ambiental e adesão. Não apresenta outras doenças, ou fatores de risco. RX de tórax normal. Hemograma com 350 eosinófilos, sem anemia. IgE total de 10 UI. Está utilizando como esquema de tratamento budesonida 200 mcg + formoterol 12 mcg 2x ao dia. Espirometria: CVF pré-broncodilatador 3,8 L (72%) VEF1 prébroncodilatador 2,5 L (62%) VEF1/CVF 0,66 (85%) CVF pós-broncodilatador 3,9 L (75%) VEF1 pósbroncodilatador 2,8 L (71%). Dentre as opções abaixo, qual seria a melhor para o tratamento desse paciente?
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Em relação ao diagnóstico de asma, são realizadas as seguintes afirmações:
I. Espirometria sem resposta ao broncodilatador, praticamente, exclui o diagnóstico de asma.
II. Teste de broncoprovocação com metacolina positivo pode ocorrer em pacientes com rinite alérgica e sem asma.
III. Na asma alérgica, a dosagem de IgE total pode ser normal.
IV. Através de espirometrias seriadas, é possível aumentar a sensibilidade para o diagnóstico de asma.
V. A melhora clínica com o uso de corticoide inalatório associado a broncodilatadores dispensa o uso de medida espirométrica para a confirmação do diagnóstico de asma.
Quais estão corretas?
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Quanto ao tratamento da tuberculose em pacientes com HIV, assinale a alternativa correta.
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Quanto ao tratamento da tuberculose, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 65 anos, com diagnóstico de Linfoma não Hodgkin difuso de grande células B. Na história clínica, relatou contato frequente com irmão com tuberculose pulmonar diagnosticada há menos de 12 meses. Qual seria a conduta mais correta nesse caso?
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