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(https://www.dw.com/pt-br/acesso-p%C3%BAblico-a-dados-de-desmatamentoimpossibilita- manipula%C3%A7%C3%A3o-diz-inpe/a-49492077>.
Acesso em 18.04.2020).
Assinale a alternativa que apresenta quantos campos de futebol, aproximadamente, foram desmatados a cada 10 minutos em 2018.
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(https://www.dw.com/pt-br/acesso-p%C3%BAblico-a-dados-de-desmatamentoimpossibilita- manipula%C3%A7%C3%A3o-diz-inpe/a-49492077>.
Acesso em 18.04.2020).
Considerando que um campo de futebol mede 70 m por 110 m, assinale a alternativa que apresenta quantos campos de futebol, aproximadamente, equivale a área desmatada na Amazônia Legal em 2018.
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Leia os períodos abaixo para responder à questão.
I. Favoreceu o vizinho sem pedir nada em troca.
II. Gota à gota, a água acabou transbordando.
III. Passou à viajar pelo mundo depois do namoro.
Se reescrito(s) corretamente, o(s) período(s) ficaria(m):
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Leia os períodos abaixo para responder à questão.
I. Favoreceu o vizinho sem pedir nada em troca.
II. Gota à gota, a água acabou transbordando.
III. Passou à viajar pelo mundo depois do namoro.
O(s) período(s) apresenta(m) erro(s) de
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Leia os períodos abaixo para responder à questão.
I. Favoreceu o vizinho sem pedir nada em troca.
II. Gota à gota, a água acabou transbordando.
III. Passou à viajar pelo mundo depois do namoro.
Dentre os períodos acima está(ão) correto(s), apenas,
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Esquecimento e negligência na ciência
Com a enxaqueca eu fui obrigado a fazer buscas em uma literatura médica antiga, esquecida — uma literatura que a maioria dos meus colegas considerava desbancada ou obsoleta. E me vi em posição semelhante com a síndrome de Tourette. Meu interesse por essa condição surgiu em 1969, quando consegui “despertar” vários pacientes pós-encefalíticos com levodopa e vi quantos deles passaram rapidamente de estados imóveis semelhantes ao transe para uma breve “normalidade” e então chegaram ao extremo oposto: estados violentamente hipercinéticos, cheios de tiques, muito semelhantes à quase mítica “síndrome de Tourette”. Digo “quase mítica” porque, nos anos 1960, não se falava muito sobre essa doença; ela era considerada raríssima e possivelmente factícia. Eu só ouvira falar vagamente sobre ela.
De fato, em 1969, quando comecei a pensar sobre o assunto, porque meus pacientes estavam se tornando palpavelmente touréticos, tive dificuldade para encontrar referências atuais e precisei, mais uma vez, recorrer à literatura do século anterior: os artigos originais de Gilles de la Tourette escritos em 1885 e 1886, além de dezenas de relatos que se seguiram. Aquela foi uma era de descrições esplêndidas, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique, e culminou no livro Les Tics et leur traitement, publicado em 1902 por Henri Meige e E. Feindel. Contudo, entre 1907, quando essa obra foi traduzida para o inglês, e 1970, a síndrome parecia ter quase desaparecido.
Por quê? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século para que se procurasse explicar os fenômenos científicos, deixando para trás o tempo em que apenas descrevê-los já era suficiente. E a síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar. Suas formas mais complexas podiam expressar-se não só como movimentos e ruídos convulsivos, mas também como tiques, compulsões, obsessões e tendências a fazer piadas e trocadilhos, a brincar com fronteiras, fazer provocações sociais e ter fantasias elaboradas. Houve tentativas de explicar a síndrome em termos psicanalíticos, mas apesar de lançarem alguma luz sobre alguns dos fenômenos, elas não podiam explicar outros; estava claro que havia também componentes orgânicos. Em 1960, a descoberta de que o haloperidol, uma droga que bloqueia os efeitos da dopamina, podia extinguir muitos dos fenômenos da síndrome de Tourette gerou a hipótese muito mais tratável de que se estava lidando com uma doença essencialmente química, causada por um excesso do neurotransmissor dopamina (ou uma sensibilidade excessiva a ela).
(SACKS, de Oliver. O Rio da Consciência, Companhia das Letras, 2017).
“‘Por quê’? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século”. Assinale a alternativa que, como o termo destacado, está corretamente grafado, de acordo com o contexto.
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Esquecimento e negligência na ciência
Com a enxaqueca eu fui obrigado a fazer buscas em uma literatura médica antiga, esquecida — uma literatura que a maioria dos meus colegas considerava desbancada ou obsoleta. E me vi em posição semelhante com a síndrome de Tourette. Meu interesse por essa condição surgiu em 1969, quando consegui “despertar” vários pacientes pós-encefalíticos com levodopa e vi quantos deles passaram rapidamente de estados imóveis semelhantes ao transe para uma breve “normalidade” e então chegaram ao extremo oposto: estados violentamente hipercinéticos, cheios de tiques, muito semelhantes à quase mítica “síndrome de Tourette”. Digo “quase mítica” porque, nos anos 1960, não se falava muito sobre essa doença; ela era considerada raríssima e possivelmente factícia. Eu só ouvira falar vagamente sobre ela.
De fato, em 1969, quando comecei a pensar sobre o assunto, porque meus pacientes estavam se tornando palpavelmente touréticos, tive dificuldade para encontrar referências atuais e precisei, mais uma vez, recorrer à literatura do século anterior: os artigos originais de Gilles de la Tourette escritos em 1885 e 1886, além de dezenas de relatos que se seguiram. Aquela foi uma era de descrições esplêndidas, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique, e culminou no livro Les Tics et leur traitement, publicado em 1902 por Henri Meige e E. Feindel. Contudo, entre 1907, quando essa obra foi traduzida para o inglês, e 1970, a síndrome parecia ter quase desaparecido.
Por quê? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século para que se procurasse explicar os fenômenos científicos, deixando para trás o tempo em que apenas descrevê-los já era suficiente. E a síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar. Suas formas mais complexas podiam expressar-se não só como movimentos e ruídos convulsivos, mas também como tiques, compulsões, obsessões e tendências a fazer piadas e trocadilhos, a brincar com fronteiras, fazer provocações sociais e ter fantasias elaboradas. Houve tentativas de explicar a síndrome em termos psicanalíticos, mas apesar de lançarem alguma luz sobre alguns dos fenômenos, elas não podiam explicar outros; estava claro que havia também componentes orgânicos. Em 1960, a descoberta de que o haloperidol, uma droga que bloqueia os efeitos da dopamina, podia extinguir muitos dos fenômenos da síndrome de Tourette gerou a hipótese muito mais tratável de que se estava lidando com uma doença essencialmente química, causada por um excesso do neurotransmissor dopamina (ou uma sensibilidade excessiva a ela).
(SACKS, de Oliver. O Rio da Consciência, Companhia das Letras, 2017).
“A síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar”. Ao passar o período para o futuro do pretérito, tem-se:
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Esquecimento e negligência na ciência
Com a enxaqueca eu fui obrigado a fazer buscas em uma literatura médica antiga, esquecida — uma literatura que a maioria dos meus colegas considerava desbancada ou obsoleta. E me vi em posição semelhante com a síndrome de Tourette. Meu interesse por essa condição surgiu em 1969, quando consegui “despertar” vários pacientes pós-encefalíticos com levodopa e vi quantos deles passaram rapidamente de estados imóveis semelhantes ao transe para uma breve “normalidade” e então chegaram ao extremo oposto: estados violentamente hipercinéticos, cheios de tiques, muito semelhantes à quase mítica “síndrome de Tourette”. Digo “quase mítica” porque, nos anos 1960, não se falava muito sobre essa doença; ela era considerada raríssima e possivelmente factícia. Eu só ouvira falar vagamente sobre ela.
De fato, em 1969, quando comecei a pensar sobre o assunto, porque meus pacientes estavam se tornando palpavelmente touréticos, tive dificuldade para encontrar referências atuais e precisei, mais uma vez, recorrer à literatura do século anterior: os artigos originais de Gilles de la Tourette escritos em 1885 e 1886, além de dezenas de relatos que se seguiram. Aquela foi uma era de descrições esplêndidas, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique, e culminou no livro Les Tics et leur traitement, publicado em 1902 por Henri Meige e E. Feindel. Contudo, entre 1907, quando essa obra foi traduzida para o inglês, e 1970, a síndrome parecia ter quase desaparecido.
Por quê? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século para que se procurasse explicar os fenômenos científicos, deixando para trás o tempo em que apenas descrevê-los já era suficiente. E a síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar. Suas formas mais complexas podiam expressar-se não só como movimentos e ruídos convulsivos, mas também como tiques, compulsões, obsessões e tendências a fazer piadas e trocadilhos, a brincar com fronteiras, fazer provocações sociais e ter fantasias elaboradas. Houve tentativas de explicar a síndrome em termos psicanalíticos, mas apesar de lançarem alguma luz sobre alguns dos fenômenos, elas não podiam explicar outros; estava claro que havia também componentes orgânicos. Em 1960, a descoberta de que o haloperidol, uma droga que bloqueia os efeitos da dopamina, podia extinguir muitos dos fenômenos da síndrome de Tourette gerou a hipótese muito mais tratável de que se estava lidando com uma doença essencialmente química, causada por um excesso do neurotransmissor dopamina (ou uma sensibilidade excessiva a ela).
(SACKS, de Oliver. O Rio da Consciência, Companhia das Letras, 2017).
“A síndrome de Tourette era singularmente ‘difícil’ de explicar”. Assinale a alternativa que apresenta um antônimo do termo destacado.
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Esquecimento e negligência na ciência
Com a enxaqueca eu fui obrigado a fazer buscas em uma literatura médica antiga, esquecida — uma literatura que a maioria dos meus colegas considerava desbancada ou obsoleta. E me vi em posição semelhante com a síndrome de Tourette. Meu interesse por essa condição surgiu em 1969, quando consegui “despertar” vários pacientes pós-encefalíticos com levodopa e vi quantos deles passaram rapidamente de estados imóveis semelhantes ao transe para uma breve “normalidade” e então chegaram ao extremo oposto: estados violentamente hipercinéticos, cheios de tiques, muito semelhantes à quase mítica “síndrome de Tourette”. Digo “quase mítica” porque, nos anos 1960, não se falava muito sobre essa doença; ela era considerada raríssima e possivelmente factícia. Eu só ouvira falar vagamente sobre ela.
De fato, em 1969, quando comecei a pensar sobre o assunto, porque meus pacientes estavam se tornando palpavelmente touréticos, tive dificuldade para encontrar referências atuais e precisei, mais uma vez, recorrer à literatura do século anterior: os artigos originais de Gilles de la Tourette escritos em 1885 e 1886, além de dezenas de relatos que se seguiram. Aquela foi uma era de descrições esplêndidas, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique, e culminou no livro Les Tics et leur traitement, publicado em 1902 por Henri Meige e E. Feindel. Contudo, entre 1907, quando essa obra foi traduzida para o inglês, e 1970, a síndrome parecia ter quase desaparecido.
Por quê? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século para que se procurasse explicar os fenômenos científicos, deixando para trás o tempo em que apenas descrevê-los já era suficiente. E a síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar. Suas formas mais complexas podiam expressar-se não só como movimentos e ruídos convulsivos, mas também como tiques, compulsões, obsessões e tendências a fazer piadas e trocadilhos, a brincar com fronteiras, fazer provocações sociais e ter fantasias elaboradas. Houve tentativas de explicar a síndrome em termos psicanalíticos, mas apesar de lançarem alguma luz sobre alguns dos fenômenos, elas não podiam explicar outros; estava claro que havia também componentes orgânicos. Em 1960, a descoberta de que o haloperidol, uma droga que bloqueia os efeitos da dopamina, podia extinguir muitos dos fenômenos da síndrome de Tourette gerou a hipótese muito mais tratável de que se estava lidando com uma doença essencialmente química, causada por um excesso do neurotransmissor dopamina (ou uma sensibilidade excessiva a ela).
(SACKS, de Oliver. O Rio da Consciência, Companhia das Letras, 2017).
“Aquela foi uma era de descrições ‘esplêndidas’, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique”. Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo do termo destacado.
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Esquecimento e negligência na ciência
Com a enxaqueca eu fui obrigado a fazer buscas em uma literatura médica antiga, esquecida — uma literatura que a maioria dos meus colegas considerava desbancada ou obsoleta. E me vi em posição semelhante com a síndrome de Tourette. Meu interesse por essa condição surgiu em 1969, quando consegui “despertar” vários pacientes pós-encefalíticos com levodopa e vi quantos deles passaram rapidamente de estados imóveis semelhantes ao transe para uma breve “normalidade” e então chegaram ao extremo oposto: estados violentamente hipercinéticos, cheios de tiques, muito semelhantes à quase mítica “síndrome de Tourette”. Digo “quase mítica” porque, nos anos 1960, não se falava muito sobre essa doença; ela era considerada raríssima e possivelmente factícia. Eu só ouvira falar vagamente sobre ela.
De fato, em 1969, quando comecei a pensar sobre o assunto, porque meus pacientes estavam se tornando palpavelmente touréticos, tive dificuldade para encontrar referências atuais e precisei, mais uma vez, recorrer à literatura do século anterior: os artigos originais de Gilles de la Tourette escritos em 1885 e 1886, além de dezenas de relatos que se seguiram. Aquela foi uma era de descrições esplêndidas, a maioria em francês, das variedades de comportamento de tique, e culminou no livro Les Tics et leur traitement, publicado em 1902 por Henri Meige e E. Feindel. Contudo, entre 1907, quando essa obra foi traduzida para o inglês, e 1970, a síndrome parecia ter quase desaparecido.
Por quê? Devemos nos perguntar se a causa dessa negligência não seriam as pressões crescentes no começo do novo século para que se procurasse explicar os fenômenos científicos, deixando para trás o tempo em que apenas descrevê-los já era suficiente. E a síndrome de Tourette era singularmente difícil de explicar. Suas formas mais complexas podiam expressar-se não só como movimentos e ruídos convulsivos, mas também como tiques, compulsões, obsessões e tendências a fazer piadas e trocadilhos, a brincar com fronteiras, fazer provocações sociais e ter fantasias elaboradas. Houve tentativas de explicar a síndrome em termos psicanalíticos, mas apesar de lançarem alguma luz sobre alguns dos fenômenos, elas não podiam explicar outros; estava claro que havia também componentes orgânicos. Em 1960, a descoberta de que o haloperidol, uma droga que bloqueia os efeitos da dopamina, podia extinguir muitos dos fenômenos da síndrome de Tourette gerou a hipótese muito mais tratável de que se estava lidando com uma doença essencialmente química, causada por um excesso do neurotransmissor dopamina (ou uma sensibilidade excessiva a ela).
(SACKS, de Oliver. O Rio da Consciência, Companhia das Letras, 2017).
Em sua coletânea póstuma de textos sobre ciência, medicina e neurologia, Oliver Sacks reflete a respeito de muitos aspectos de sua formação. No trecho citado, é correto afirmar que
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