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Um paciente com diagnóstico de hemofilia B moderada está em acompanhamento no ambulatório de hemoterapia. Ele utiliza regularmente fator IX recombinante como profilaxia. O paciente relata que, devido a dificuldades financeiras, tem espaçado as administrações do fator e, como consequência, experimentou um aumento nos episódios de sangramento. O farmacêutico deve considerar as boas práticas de assistência farmacêutica para orientar o paciente sobre como minimizar os riscos associados ao manejo inadequado da profilaxia. A abordagem adequada nesse caso será:
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A figura a seguir apresenta o trecho de uma tubulação que conduz água. No ponto A dessa tubulação, a pressão é de 2,3 kgf/cm² e, no ponto B, a pressão é de 1,0 kgf/cm². Além disso, a velocidade do fluido em B é o dobro da velocidade do fluido em A.

Desse modo, admitindo que o peso específico da água é de 1000 kgf/m³ e que a aceleração da gravidade vale 10 m/s², a velocidade do fluido em B é de:
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O dimensionamento de estruturas metálicas deve considerar a ação de vários tipos de cargas e, dentre elas, as cargas permanentes diretas e indiretas e as cargas variáveis. São exemplos de cargas permanentes diretas, indiretas e de cargas variáveis, nessa ordem:
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Um engenheiro projeta um pilar de concreto armado com seção transversal quadrada de lado 20 cm submetido a um esforço normal de cálculo de 100 kN. Além disso, nesse projeto, as barras são de aço CA-50. Considerando que o engenheiro concluiu que a armadura longitudinal desse pilar é mínima, serão utilizadas:
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A figura a seguir apresenta uma viga de aço biapoiada com um trecho em balanço.

Nessa viga, o apoio A é do 2º gênero, enquanto o apoio B é do 1º gênero. Desse modo, o máximo momento fletor positivo nessa viga vale, aproximadamente:
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O Hemominas identificou um aumento de notificações de reações adversas relacionadas à transfusão de plasma fresco congelado. O farmacêutico responsável sugeriu uma revisão dos procedimentos de identificação dos hemocomponentes e das condições de armazenamento. No entanto, a equipe optou por apenas intensificar o monitoramento clínico dos pacientes. A medida adicional a ser priorizada para atender às diretrizes de hemovigilância é:
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Um paciente desenvolveu urticária leve 15 minutos após a transfusão de um concentrado de hemácias, a equipe decidiu tratar os sintomas com um anti-histamínico e continuar a transfusão. No entanto, o farmacêutico alertou que o caso ainda deveria ser registrado no Sistema Nacional de Hemovigilância. É necessário notificar esse tipo de reação adversa para:
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Um engenheiro dimensiona o pilar de aço carbono com seção transversal quadrada de lado 6 cm indicado na figura a seguir. Nesse pilar, o apoio A é do 1º gênero e o apoio B é do 2º gênero.

Para dimensioná-lo, o engenheiro deve considerar a carga crítica de Euler para evitar a flambagem do pilar e um deslocamento máximo em A de 1,2 mm. Considerando esses critérios e admitindo que o módulo de Young do aço vale 200 GPa e π2 ≈ 10, o máximo valor para a carga P é de:
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Um paciente adulto com anemia falciforme apresenta crises álgicas recorrentes e foi hospitalizado para manejo da dor. O médico prescreve hidroxiureia como parte do tratamento de manutenção. Durante a revisão da terapia, o farmacêutico nota que o paciente não recebeu orientação adequada sobre o uso do medicamento. A orientação sobre o uso correto de hidroxiureia no tratamento da anemia falciforme é necessária para:
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Quando eu deixei de acreditar em mim
Mayara Godoy
Quando foi que essa dúvida se abateu sobre minhas tão sólidas certezas? Quando foi que deixei de acreditar na única pessoa em quem deveria confiar sempre?
Dia desses, me peguei tentando me lembrar quando foi que eu deixei de acreditar em mim mesma.
Eu sempre fui uma pessoa autoconfiante. Pelo menos em alguns aspectos da vida. Desde pequena, eu sempre fui estudiosa, e ia bem na escola. Isso não foi um problema para mim, nem mesmo quando tive de pular um ano no prezinho e acabei fi cando adiantada, estudando com crianças mais velhas que eu.
Lá pela sexta série, eu já tinha uma clareza de qual carreira gostaria de seguir, e me matriculei na faculdade sem nenhuma dúvida de que aquele seria meu caminho.
Fiz estágios, trabalhos voluntários, me metia em tudo que era evento aleatório, apenas na ânsia de aprender. Tinha sede do mundo, sede de conhecimento, pressa de avançar. Tinha um brilho no olhar que parecia difícil de apagar.
Ao me formar, rapidamente consegui empregos, sempre fui bem recomendada pelos ex-chefes, e sempre fui adiante de cabeça erguida.
Olhando hoje, é muito nítido o quanto eu seguia em frente sem hesitar, o quanto eu tinha certeza de cada passo que dava. Talvez, fosse só imaturidade juvenil, aquela pseudoarrogância típica de quem não viveu muito ainda, aquela ingenuidade que chega a ser bonita. Talvez.
Com o passar dos anos, eu sempre continuei perseguindo o conhecimento, as experiências, o crescimento. Sempre segui estudando, me dedicando, dando o meu melhor.
Mas, em algum momento, isso mudou. Hoje me olho no espelho e não sei mais quem sou. E percebo que não é uma crise com a minha profissão especificamente, é comigo mesma. Aquela autoconfiança, aquela segurança, aquela ousadia, tudo sumiu. Hoje me sinto incapaz, obsoleta, perdida e irrelevante.
Em que momento eu deixei de acreditar em mim? Em que momento meu espírito foi quebrado dessa maneira? Eu sinceramente não sei responder. Não sei se foi um acúmulo de experiências negativas com o passar dos anos, ou se foi alguma situação pontual, mas sinto que algo em mim morreu; o combustível que alimentava esse fogo acabou.
Alguma parte fundamental do meu ser, algum elemento estrutural que me sustentava, ruiu. Como uma coluna de sustentação de um prédio derrubada por engano, sinto que algum dos meus pilares cedeu. Talvez seja o que as pessoas chamam de crise existencial, crise de meia idade, crise dos 30 (e poucos), ou talvez alguma outra ainda não nominada.
Mas, a sensação é a de ter sido completamente dominada pela síndrome da impostora, de ter sucumbido a ela, de ter perdido a vontade de provar que quem duvida de mim está errado. Hoje, eu duvido e faço coro com essas pessoas.
Sei que parece um tanto triste usar este espaço para um desabafo assim, tão pessoal, mas tendo a acreditar que não sou a única. Acredito que mais gente por aí se identifique com esse sentimento – e quem sabe alguém possa me contar como a gente se livra dele?
Fonte: https://cronicasdecategoria.com/2024/03/05/quando-eu-deixei-de-acreditar-em-mim/. Acesso em 22/12/2024
“Sempre segui estudando, me dedicando, dando o meu melhor” (7º parágrafo). Nesse trecho, as vírgulas foram empregadas para:
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