Foram encontradas 733 questões.
Um homem de 75 anos de idade internado com doença
pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia
progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença
de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é
ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e
ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana
durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado
geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e
orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória
de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente
revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção
esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso,
hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para
realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo,
peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro.
A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e
PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função
pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença
obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada
(CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da
expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Por meio dos valores gasométricos obtidos, é possível afirmar que há hipoxemia importante e hipercapneia, em consequência da desigualdade ventilação-perfusão. Esse quadro pode ser corrigido com a administração de oxigênio segundo método prescrito, com o uso de cateter ou máscara com alto fluxo, de 3 a 6 litros por minuto.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Por meio dos valores gasométricos obtidos, é possível afirmar que há hipoxemia importante e hipercapneia, em consequência da desigualdade ventilação-perfusão. Esse quadro pode ser corrigido com a administração de oxigênio segundo método prescrito, com o uso de cateter ou máscara com alto fluxo, de 3 a 6 litros por minuto.
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Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Uma CVF inferior a 50%, um VEF1 inferior a 30% e a relação VEF1/CVF inferior a 70% são esperados nos testes de avaliação pulmonar realizados pelo paciente.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Uma CVF inferior a 50%, um VEF1 inferior a 30% e a relação VEF1/CVF inferior a 70% são esperados nos testes de avaliação pulmonar realizados pelo paciente.
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Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Com relação ao diagnóstico de enfermagem que se denomina troca de gases prejudicada, conforme estabelecido pela NANDA, os cuidados de enfermagem envolvem: administração de broncodilatadores de acordo com prescrição; e avaliação da eficácia do tratamento a partir da monitoração da dispneia, das características da ausculta pulmonar (diminuição dos creptos), das condições das secreções eliminadas e dos níveis de fadiga.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Com relação ao diagnóstico de enfermagem que se denomina troca de gases prejudicada, conforme estabelecido pela NANDA, os cuidados de enfermagem envolvem: administração de broncodilatadores de acordo com prescrição; e avaliação da eficácia do tratamento a partir da monitoração da dispneia, das características da ausculta pulmonar (diminuição dos creptos), das condições das secreções eliminadas e dos níveis de fadiga.
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Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Como preparação para a alta, com relação aos cuidados domiciliares, é necessário ensinar o paciente e seus familiares a detectarem e informarem sinais iniciais de infecção respiratória, evitarem sobrecarga hídrica diminuindo a ingestão de líquidos, manter o paciente em posição de Fowler para melhora da ortopneia e realizar respirações superficiais e rítmicas.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
Como preparação para a alta, com relação aos cuidados domiciliares, é necessário ensinar o paciente e seus familiares a detectarem e informarem sinais iniciais de infecção respiratória, evitarem sobrecarga hídrica diminuindo a ingestão de líquidos, manter o paciente em posição de Fowler para melhora da ortopneia e realizar respirações superficiais e rítmicas.
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Um homem de 75 anos de idade internado com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem história de dispneia progressiva há 8 meses, associada à tosse produtiva com presença de secreção clara e febre intermitente noturna não aferida. Ele é ex-tabagista de 5 a 10 cigarros de palha por dia durante 70 anos e ex-etilista de cerca de 20 mL de destilados aos finais de semana durante 60 anos. Ao exame físico, ele apresenta regular estado geral, tórax em barril, hidratado, acianótico; está consciente e orientado. Ele se encontra taquipneico com frequência respiratória de 24 incursões por minuto. A ausculta pulmonar desse paciente revela creptações em base esquerda. Ele expectora pouca secreção esbranquiçada; relata dispneia importante mesmo em repouso, hiporexia, perda de peso e diz não ter energia suficiente para realizar as atividades diárias. Ele tem biótipo mediolíneo, peso corporal atual de 51,4 kg e altura de 1,71 metro. A gasometria arterial indicou pH de 7,38, PaO 2 de 67,3 mmHg e PaCO2 de 34,1 mmHg. Foram feitos testes de avaliação da função pulmonar de volumes e fluxos forçados que indicaram doença obstrutiva, com distúrbios graves na capacidade vital forçada (CVF) e no volume expiratório forçado no primeiro segundo da expiração (VEF1).
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
O paciente apresenta uma conformação da parede torácica característica da DPOC com um componente enfisematoso, que é o tórax em formato de barril, onde há aumento exagerado do diâmetro anteroposterior, maior horizontalização dos arcos costais e abaulamento da coluna dorsal.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item a seguir.
O paciente apresenta uma conformação da parede torácica característica da DPOC com um componente enfisematoso, que é o tórax em formato de barril, onde há aumento exagerado do diâmetro anteroposterior, maior horizontalização dos arcos costais e abaulamento da coluna dorsal.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças endócrinasDiabetes Mellitus 2
- Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Com relação aos processos de cuidar, em enfermagem de pacientes
com diabetes melito, julgue o item subsequente.
Um paciente em emergência clínica por cetoacidose diabética deve ser cuidado pela enfermagem como um indivíduo diabético tipo II.
Um paciente em emergência clínica por cetoacidose diabética deve ser cuidado pela enfermagem como um indivíduo diabético tipo II.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças endócrinasDiabetes Mellitus 2
- Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Com relação aos processos de cuidar, em enfermagem de pacientes com diabetes melito, julgue o item subsequente.
Deve-se realizar a dosagem de glicose sanguínea antes de administrar insulina em pacientes com diagnóstico de diabetes que apresentem cefaleia, irritabilidade, tontura, fraqueza, síncope ou comprometimento da cognição.
Deve-se realizar a dosagem de glicose sanguínea antes de administrar insulina em pacientes com diagnóstico de diabetes que apresentem cefaleia, irritabilidade, tontura, fraqueza, síncope ou comprometimento da cognição.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças endócrinasDiabetes Mellitus 2
- Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Com relação aos processos de cuidar, em enfermagem de pacientes com diabetes melito, julgue o item subsequente.
Segundo a escala de Wagner, a lesão do pé diabético que apresenta abscesso, osteomielite e evidência de infecção profunda é de grau 2.
Segundo a escala de Wagner, a lesão do pé diabético que apresenta abscesso, osteomielite e evidência de infecção profunda é de grau 2.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças endócrinasDiabetes Mellitus 2
- Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Com relação aos processos de cuidar, em enfermagem de pacientes com diabetes melito, julgue o item subsequente.
O paciente diabético que apresenta neuropatia periférica, ausência de pulso no pé, acompanhada de deformação ou alteração de pele, é considerado de alto risco para o desenvolvimento de úlcera diabética.
O paciente diabético que apresenta neuropatia periférica, ausência de pulso no pé, acompanhada de deformação ou alteração de pele, é considerado de alto risco para o desenvolvimento de úlcera diabética.
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- Clínica MédicaAlterações / Doenças endócrinasDiabetes Mellitus 2
- Doenças Crônicas Não Transmissíveis
Com relação aos processos de cuidar, em enfermagem de pacientes com diabetes melito, julgue o item subsequente.
Pacientes que possuem níveis sanguíneos de glicose inferiores a 300 mg/dL demandam ações de enfermagem para o controle do débito urinário e da ingestão hídrica como processo de cuidar em enfermagem.
Pacientes que possuem níveis sanguíneos de glicose inferiores a 300 mg/dL demandam ações de enfermagem para o controle do débito urinário e da ingestão hídrica como processo de cuidar em enfermagem.
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