Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item. A sonda nasogástrica quando for instalada pelo enfermeiro
para drenar o conteúdo gástrico deve ser conectada por meio
de uma extensão de látex ao frasco coletor, e este deve ser
posicionado abaixo do nível do estômago do paciente para
evitar o refluxo.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item. Os cuidados de enfermagem com o paciente submetido à
biópsia hepática são: fazer o curativo compressivo no local,
deitar o paciente com o travesseiro sob o rebordo costal direito
por duas horas, deixar que repouse no leito por 24 horas e
controlar os sinais vitais.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item. Para os pacientes que apresentam hemorragia digestiva alta, os
cuidados de enfermagem devem priorizar a reposição
volêmica, a monitorização dos sinais vitais e o controle da
resposta terapêutica.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
O sinal de Blumberg, o sinal de Gersuny e o sinal de Murphy
são pesquisados na etapa de palpação do exame físico do
paciente suspeito de hemorragia abdominal.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
A adequada instalação da sonda nasogástrica inicia-se com a
demarcação do comprimento de 38 cm, a partir da extremidade
distal, que deve ser introduzido no paciente, após a limpeza da
narina.
Acerca dos cuidados de enfermagem ao adulto em situação crítica, clínica e cirúrgica que envolve a função gastrointestinal e hepática, julgue o próximo item.
O paciente ostomizado deve ser orientado para evitar alimentos
ricos em fibras, que causem diarreia ou flatulência em excesso
nas primeiras três semanas após a cirurgia.
Um homem de 52 anos de idade foi internado para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada, após ter procurado o serviço de atendimento de emergência com queixas de falta de ar aos pequenos esforços, crises súbitas de dificuldade para respirar à noite e edema em membros inferiores iniciados há três semanas. Há 4 anos, ele recebeu diagnóstico de linfoma, com tratamento por meio de quimioterápicos. Na internação atual, o exame físico desse paciente revela ingurgitamento jugular a 45º, ritmo cardíaco irregular (extrassístoles), murmúrios vesiculares diminuídos em base esquerda, sem ruídos adventícios. O paciente apresenta-se consciente, orientado e hipocorado (+/4+), com abdome globoso, doloroso à palpação de hipocôndrio direito, fígado a 2 cm do rebordo costal, ruídos hidroaéreos presentes. Sua pressão arterial foi de 80 mmHg × 60 mmHg; frequência cardíaca de 70 batimentos por minuto; frequência respiratória de 26 movimentos por minuto; e saturação de oxigênio de 96%. Seus membros inferiores apresentam edema bilateral (+/4+), os pulsos encontram-se diminuídos e as extremidades frias. O paciente apresenta também diminuição do débito urinário, sente-se facilmente fatigado e relata persistência do esforço respiratório noturno, fraqueza, tosse, noctúria, dificuldades para adormecer e para permanecer dormindo. A radiografia do tórax mostrou aumento de área cardíaca, sem congestão pulmonar. Iniciou-se suporte com oxigênio sob cânula nasal e colheu-se sangue para exames. Instalou-se cateter central para avaliação da pressão venosa central (PVC) e infusão de aminas vasoativas.
Com base nesse caso clínico, julgue o item.
A diminuição do débito urinário e a noctúria, segundo a
NANDA, evidenciam um diagnóstico de enfermagem de risco
que se denomina eliminação urinária prejudicada.
Um homem de 52 anos de idade foi internado para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada, após ter procurado o serviço de atendimento de emergência com queixas de falta de ar aos pequenos esforços, crises súbitas de dificuldade para respirar à noite e edema em membros inferiores iniciados há três semanas. Há 4 anos, ele recebeu diagnóstico de linfoma, com tratamento por meio de quimioterápicos. Na internação atual, o exame físico desse paciente revela ingurgitamento jugular a 45º, ritmo cardíaco irregular (extrassístoles), murmúrios vesiculares diminuídos em base esquerda, sem ruídos adventícios. O paciente apresenta-se consciente, orientado e hipocorado (+/4+), com abdome globoso, doloroso à palpação de hipocôndrio direito, fígado a 2 cm do rebordo costal, ruídos hidroaéreos presentes. Sua pressão arterial foi de 80 mmHg × 60 mmHg; frequência cardíaca de 70 batimentos por minuto; frequência respiratória de 26 movimentos por minuto; e saturação de oxigênio de 96%. Seus membros inferiores apresentam edema bilateral (+/4+), os pulsos encontram-se diminuídos e as extremidades frias. O paciente apresenta também diminuição do débito urinário, sente-se facilmente fatigado e relata persistência do esforço respiratório noturno, fraqueza, tosse, noctúria, dificuldades para adormecer e para permanecer dormindo. A radiografia do tórax mostrou aumento de área cardíaca, sem congestão pulmonar. Iniciou-se suporte com oxigênio sob cânula nasal e colheu-se sangue para exames. Instalou-se cateter central para avaliação da pressão venosa central (PVC) e infusão de aminas vasoativas.
Com base nesse caso clínico, julgue o item.
Considerando-se a taxonomia II dos diagnósticos de
enfermagem da NANDA (North American Nursing Diagnosis
Association) e a sintomatologia descrita no texto, os possíveis
diagnósticos de enfermagem para esse paciente são
intolerância à atividade e insônia.
Um homem de 52 anos de idade foi internado para tratamento de insuficiência cardíaca descompensada, após ter procurado o serviço de atendimento de emergência com queixas de falta de ar aos pequenos esforços, crises súbitas de dificuldade para respirar à noite e edema em membros inferiores iniciados há três semanas. Há 4 anos, ele recebeu diagnóstico de linfoma, com tratamento por meio de quimioterápicos. Na internação atual, o exame físico desse paciente revela ingurgitamento jugular a 45º, ritmo cardíaco irregular (extrassístoles), murmúrios vesiculares diminuídos em base esquerda, sem ruídos adventícios. O paciente apresenta-se consciente, orientado e hipocorado (+/4+), com abdome globoso, doloroso à palpação de hipocôndrio direito, fígado a 2 cm do rebordo costal, ruídos hidroaéreos presentes. Sua pressão arterial foi de 80 mmHg × 60 mmHg; frequência cardíaca de 70 batimentos por minuto; frequência respiratória de 26 movimentos por minuto; e saturação de oxigênio de 96%. Seus membros inferiores apresentam edema bilateral (+/4+), os pulsos encontram-se diminuídos e as extremidades frias. O paciente apresenta também diminuição do débito urinário, sente-se facilmente fatigado e relata persistência do esforço respiratório noturno, fraqueza, tosse, noctúria, dificuldades para adormecer e para permanecer dormindo. A radiografia do tórax mostrou aumento de área cardíaca, sem congestão pulmonar. Iniciou-se suporte com oxigênio sob cânula nasal e colheu-se sangue para exames. Instalou-se cateter central para avaliação da pressão venosa central (PVC) e infusão de aminas vasoativas.
Com base nesse caso clínico, julgue o item.
Conforme a taxonomia II da NANDA, por meio dos valores da
pressão arterial, das características dos pulsos e da necessidade
de drogas vasoativas que esse paciente evidenciou, é possível
se estabelecer um diagnóstico de enfermagem denominado
choque cardiogênico.
Acerca de ética profissional e do código de ética dos profissionais
de enfermagem, julgue o item. Alunos estagiários do último ano do curso de enfermagem têm
o dever de seguir os preceitos éticos da profissão, sendo
responsáveis pelas próprias condutas. Esse fato desobriga o
enfermeiro supervisor de assumir responsabilidades por
atividades executadas por seus estagiários.