Homem com 40 anos de idade, peso ideal calculado de 66 kg, com diagnóstico de infecção por covid-19, foi admitido em hospital apresentando os seguintes sintomas: respiração espontânea em ar ambiente, SpO2 91%, ausculta pulmonar com crepitações bilaterais. A tomografia de tórax revelou imagem em vidro fosco. Após 24 horas, os sintomas evoluíram para desconforto respiratório e franca insuficiência respiratória. O paciente foi prontamente intubado e passou a receber assistência ventilatória mecânica com os seguintes parâmetros ventilatórios: ventilação por volume controlado (VCV), VC 560 mL (8 mL/kg do peso ideal); frequência respiratória 18 irpm; pressão inspiratória máxima 35 cmH2O; pressão de platô 30 cmH2O; PEEP 10 cmH2O; FIO2 65%; e SpO2 96%. Relação PaO2/FIO2 = 123. Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente. A síndrome do desconforto respiratório agudo está
classificada como grave.
Paciente do sexo masculino, com 60 anos de idade, diagnosticado com insuficiência cardíaca, apresenta dispneia, fadiga e intolerância ao exercício. Na avaliação das pressões respiratórias estáticas máximas, o paciente apresentou pressão inspiratória máxima (PImáx) de –50 cmH2O e pressão expiratória máxima (PEmáx) de 80 cmH2O. Com relação a esse caso clínico hipotético e a aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente. A carga de treinamento para os músculos respiratórios
deverá ser baseada na PImáx.
Paciente do sexo masculino, com 60 anos de idade, diagnosticado com insuficiência cardíaca, apresenta dispneia, fadiga e intolerância ao exercício. Na avaliação das pressões respiratórias estáticas máximas, o paciente apresentou pressão inspiratória máxima (PImáx) de –50 cmH2O e pressão expiratória máxima (PEmáx) de 80 cmH2O. Com relação a esse caso clínico hipotético e a aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente. A PEmáx é um preditor de sobrevida em pacientes com
insuficiência cardíaca.
Paciente do sexo masculino, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) severa, apresentava taquipneia, batimento de asa do nariz e tiragem. Foi iniciada oxigenoterapia suplementar, por meio de cânula nasal, a 7 L/min, SpO2 de 88%. Trinta minutos depois, foi realizada gasometria arterial, que indicou pH = 7,30, PaCO2 = 55 mmHg, PaO2 = 60 mmHg, HCO3− 30 mEq/L e SaO2 = 90%. Considerando esse caso clínico hipotético, julgue o próximo item. A ventilação não invasiva deverá ser instituída, com dois
níveis pressóricos, a fim de reduzir a hipercapnia, o trabalho
respiratório e a necessidade de intubação.
Mulher de 50 anos de idade, pesando 90 kg, com 160 cm de altura, foi admitida em unidade de terapia intensiva com diagnóstico de SARS-CoV-2, apresentando desconforto respiratório. Foi realizada tomografia de tórax e houve necessidade de intubação orotraqueal e ventilação mecânica invasiva (VMI). Os parâmetros ventilatórios no momento eram os seguintes: modo assistido/controlado, volume corrente de 600 mL fluxo constante de 60 L/min, pausa inspiratória de 0,5 segundo, PEEP de 18 cmH2O, frequência respiratória de 22 rpm, FiO2 de 100%, pressão de pico de 45 cmH2O e pressão de platô de 35 cmH2O. Com esses parâmetros ventilatórios, foi coletada a seguinte gasometria arterial: pH = 7,25; PaCO2 = 56 mmHg; PaO2 = 130 mmHg; HCO3− 30 mEq/L; e SaO2 = 91%. Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue o próximo item. A resistência de vias aéreas (RaW) é de 35 cm H2O/L/Sec.
Em relação a função pulmonar, no que diz respeito a indicação
cirúrgica e prognóstico pós-operatório de ressecção pulmonar,
julgue o item que se segue. Não há contraindicação para o procedimento cirúrgico
quando o paciente apresenta o VEF1 > 1,5 litro e, ainda, se a
previsão da taxa de mortalidade for de 5%.
Considerando como referência inicial o caso clínico de determinado paciente de 20 anos de idade com história de diagnóstico de osteossarcoma em fêmur esquerdo que apresenta metástase no pulmão direito, julgue o item subsequente.
No pós-operatório torácico, é baixo nível de evidência para a
realização da mobilização precoce, porém ela é fortemente
recomendada por especialistas.
Julgue o próximo item, em relação aos recursos de fisioterapia
respiratória com pressão positiva.
O exercício respiratório frenolabial promove uma pressão
positiva retrógada nas vias aéreas, deslocando o ponto de
igual pressão e prevenindo a compressão dinâmica das vias
aérea.