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Esgotos sem tratamento, resíduos tóxicos ou mesmo radioativos continuam sendo atirados ao mar, ainda que a incidência tenha diminuído nos últimos tempos. Da relação emitida pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), de 1990, dos principais grupos de poluentes marinhos que impactam as zonas costeiras e oceanos, em escala mundial, constam os esgotos sanitários, compostos orgânicos persistentes, elementos radioativos, metais pesados, nutrientes contendo nitrogênio e fósforo, material em suspensão e lixo sólido.
Rolf Roland Weber. A perigosa poluição das águas. Scientific American
Brasil, ano 1, n.º 12, maio/2003, p. 46-9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o tema a ele relacionado, julgue o seguinte item.
A criação de unidades de conservação marinhas de proteção integral é o único meio de assegurar a conservação da zona costeira brasileira.
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Esgotos sem tratamento, resíduos tóxicos ou mesmo radioativos continuam sendo atirados ao mar, ainda que a incidência tenha diminuído nos últimos tempos. Da relação emitida pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), de 1990, dos principais grupos de poluentes marinhos que impactam as zonas costeiras e oceanos, em escala mundial, constam os esgotos sanitários, compostos orgânicos persistentes, elementos radioativos, metais pesados, nutrientes contendo nitrogênio e fósforo, material em suspensão e lixo sólido.
Rolf Roland Weber. A perigosa poluição das águas. Scientific American
Brasil, ano 1, n.º 12, maio/2003, p. 46-9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o tema a ele relacionado, julgue o seguinte item.
Os pesticidas se enquadram nos grupos dos compostos orgânicos persistentes, e sua periculosidade é avaliada apenas em função do exame de toxicidade DL50 nos peixes herbívoros.
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Esgotos sem tratamento, resíduos tóxicos ou mesmo radioativos continuam sendo atirados ao mar, ainda que a incidência tenha diminuído nos últimos tempos. Da relação emitida pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), de 1990, dos principais grupos de poluentes marinhos que impactam as zonas costeiras e oceanos, em escala mundial, constam os esgotos sanitários, compostos orgânicos persistentes, elementos radioativos, metais pesados, nutrientes contendo nitrogênio e fósforo, material em suspensão e lixo sólido.
Rolf Roland Weber. A perigosa poluição das águas. Scientific American
Brasil, ano 1, n.º 12, maio/2003, p. 46-9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o tema a ele relacionado, julgue o seguinte item.
Seria perfeitamente justificável incluir na relação de poluentes marinhos apresentada no texto, a introdução de espécies exóticas por meio das águas de lastro de navios.
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Esgotos sem tratamento, resíduos tóxicos ou mesmo radioativos continuam sendo atirados ao mar, ainda que a incidência tenha diminuído nos últimos tempos. Da relação emitida pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP), de 1990, dos principais grupos de poluentes marinhos que impactam as zonas costeiras e oceanos, em escala mundial, constam os esgotos sanitários, compostos orgânicos persistentes, elementos radioativos, metais pesados, nutrientes contendo nitrogênio e fósforo, material em suspensão e lixo sólido.
Rolf Roland Weber. A perigosa poluição das águas. Scientific American
Brasil, ano 1, n.º 12, maio/2003, p. 46-9 (com adaptações).
Considerando o texto acima e o tema a ele relacionado, julgue o seguinte item.
Hidrocarbonetos não constam da relação de grupos de poluentes, pois constituem matéria-prima de fabricação de plásticos, cujas fábricas possuem tecnologia de controle de poluição avançada e normalmente se instalam longe da zona costeira.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
Se a concentração média anual de dióxido de enxofre no ar em Cubatão for hoje de 120 microgramas por metro cúbico de ar, a saúde da população deve estar comprometida, de acordo com os parâmetros do CONAMA.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A qualidade do ar é verificada de acordo com padrões primários e secundários, definidos pela combinação das concentrações de seis principais parâmetros de poluição: partículas totais em suspensão, fumaça, partículas inaláveis, SO2, CO e NO2.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A situação apresentada no texto pode remeter a questionamentos acerca de vantagens e desvantagens de criar-se distritos industriais que concentrem as atividades industriais em um pequeno espaço geográfico, sem adequado planejamento ambiental.
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Cubatão, tragédia ecológica. Esta foi a manchete do artigo de capa do primeiro número de Ciência Hoje, lançado em julho/agosto de 1982. O destaque era para a primeira grande batalha ecológica nacional que vinha sendo travada no município de Cubatão, na baixada litorânea entre Santos (SP) e a Serra do Mar.
Em uma área de apenas 148 km2, a cidade abrigava na época 23 indústrias gigantescas que jogavam diariamente na atmosfera 1.000 toneladas de gases e partículas nocivos ao homem e ao ambiente.
Outras 20 mil toneladas de resíduos tóxicos acumulavam-se a cada ano em lixões a céu aberto, fora as dezenas de poluentes despejados nas águas do estuário. Nesse cenário quase apocalíptico, cientistas chamavam a atenção em Ciência Hoje para o que poderia se tornar um dos maiores desastres ecológicos no país.
Ciência Hoje. v. 30, n.º 179, p. 2 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item seguinte.
A situação descrita conjuga poluição atmosférica, poluição do solo e poluição dos corpos de água.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A reciclagem, defendida pela equação de Calderoni, faz parte da política dos 3R, na gestão de resíduos voltada para a sustentabilidade.
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Sabetai Calderoni propôs a equação abaixo, para expressar os ganhos da sociedade com a reciclagem com base em diferentes classes de ganhos socioambientais.
ganho = energia + matéria-prima + transporte + disposição final + controle e preservação ambiental + processamento + sustentabilidade
Para cada classe de ganho socioambiental, o autor define e especifica as variáveis:
energia:
W1 = diferença entre o consumo de energia para fabricação de produto a partir de matéria-prima virgem, e a partir de sucata (o primeiro maior que o segundo);
W2 = geração de energia elétrica a partir dos resíduos;
W3 = geração de energia térmica a partir dos resíduos;
S = custo evitado devido a perdas na transmissão de energia elétrica gerada à distância.
matéria-prima:
V = venda de materiais recicláveis;
B = valor do composto orgânico obtido a partir da fração orgânica de resíduos urbanos;
U = valor do entulho processado para reutilização;
M = valor da matéria-prima virgem;
H1 = utilização de água na produção de bens;
Z = resíduos transformados em combustível.
transporte:
L1 = transporte do lodo resultante de tratamento de esgoto;
T1 = custo evitado de transporte adicional decorrente de maior distância a ser percorrida até novos e sucessivos aterros;
T2 = redução de custo de transporte decorrente da implantação de central de reciclagem em sítio mais próximo dos pontos de geração de lixo que o aterro ou lixão;
T3 = custo adicional de transporte a aterros, de rejeitos do processo de reciclagem.
disposição final:
I = custo evitado de incineração;
E = custo evitado de disposição final em aterro;
R = custo evitado de implantação de um novo aterro;
N = custo evitado de disposição final de resíduos industriais;
L2 = custo evitado da disposição final do lodo resultante do tratamento de esgotos sanitários.
controle e preservação ambiental:
A = ganhos com a economia de controle ambiental;
H2 = custo evitado de despoluição de corpos de água por disposição final de resíduos de forma inadequada;
P = custo evitado de recuperação de áreas contaminadas pela disposição inadequada de resíduos urbanos;
F = ganhos decorrentes da venda de direitos referentes ao efeito estufa evitado em função do seqüestro de metano (CH4 = 21 × CO2).
processamento:
L3 = custo evitado de processamento (digestão e secagem) de lodos resultantes do tratamento de esgotos sanitários;
C = custo do processo de reciclagem.
sustentabilidade:
!$ \Omega !$ = ganhos com a sustentabilidade.
Sabetai Calderoni. Gestão de resíduos sólidos na América Latina e no caribe: instrumentos econômicos para políticas
públicas, parte II — orientação metodológica para avaliação da viabilidade técnica e econômica do aproveitamento
de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD/Ministério
do Meio Ambiente, Projeto BRA/94/016, out./2001 (com adaptações).
Com base nas informações do texto acima, julgue o item a seguir.
A equação de Calderoni pode ser um excelente instrumento de integração entre diferentes políticas públicas no setor ambiental, com vínculos com a Agenda 21 (internacional e brasileira), a Política Nacional de Recursos Hídricos e a Política Nacional de Educação Ambiental.
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