Foram encontradas 50 questões.
Destacar algo sobre a Surdocegueira através dos tempos significa relembrar nomes e locais que tornam-se verdadeiros mitos daquilo que caracterizou as primeiras investidas educacionais nesta área. Sendo assim, qual das alternativas a seguir aponta o nome da primeira surdocega instruída formalmente?
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Nos termos do item XXII do Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, aprovado pelo Decreto nº 1.171/94, a pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de __________ e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.
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Muitos surdocegos afirmam a importância da objetividade na atuação de guia-interpretação. Ser objetivo é, sem dúvida, a tarefa mais difícil para Guias-intérpretes. O que, portanto, significa ser objetivo nessa relação?
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A utilização do termo surdocegueira, sem o hífen foi proposta por Lagati em (1991), na Itália. Analise as alternativas a seguir, que versam sobre a surdocegueira e assinale a alternativa que apresenta a informação correta sobre a definição que este autor propõe.
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Na tradução realizada pelo Guia-intérprete, a mensagem transmitida em uma determinada modalidade de uma língua é mudada para outra modalidade mantendo-se a mesma língua. Portanto, traduzir neste contexto, não é trabalhar com duas línguas, mas sim com duas modalidades na mesma língua. Analise as proposições apresentadas a seguir e assinale a alternativa que contempla o exemplo desse trabalho de tradução do Guia-intérprete.
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Sobre o sistema Braile Tatil, é correto afirmar que
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Pesquisa da USP desenvolve aparelho que detecta dengue
em 20 minutos
Camila Maciel
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.
Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.
“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”, disse o professor Francisco Guimarães, responsável pelo estudo.
O dispositivo, similar ao que é utilizado na medição de glicemia, funciona da seguinte forma: o anticorpo que reage à proteína NS1 é cultivado na gema do ovo. Em seguida, ele é colocado em alta concentração sobre uma membrana metálica, a qual em contato com o sangue infectado, reage eletricamente.
Guimarães destaca que a utilização de ovos de galinha para produzir os anticorpos foi uma das formas encontradas para baratear o custo do produto. “A gente gerou fora do corpo humano, sem usar animal, e isso faz com que o preço fique muito baixo. Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”, explicou.
O aparelho deve custar entre R$ 100 e R$ 200. “A ideia é que todo posto de saúde, mesmo em lugares mais remotos, possam fazer o teste rápido, sem que o sangue tenha que ser levado para grandes centros. Evita-se a demora no resultado, pois é um teste direto”.
O professor espera que, em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para venda. “Fizemos o protótipo, mas ele tem que passar ainda pela etapa de desenvolvimento do produto, de validação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de produção e só então a etapa de venda. Esse é o prazo mais otimista”, avaliou.
A próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue. “Se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos. Por isso a importância de identificar o tipo”.
Texto adaptado – Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pesquisa-
da-usp-desenvolve-aparelho-que-detecta-dengue-em-20
O excerto ‘“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”...’, no texto está entre aspas indicando
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A discussão sobre a inclusão de alunos com surdocegueira no ensino regular ainda é muito tímida. Essa inclusão envolve questões que estão para além da somatória dos problemas da surdez e da cegueira. Assim, uma série de questões precisam ser levadas em conta quando se pretende incluir os surdocegos na escola regular. Sobre tais questões, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Questões que envolvem conhecer os diferentes estilos de aprendizagem.
II. Questões que envolvem as diferentes concepções de deficiência.
III. Questões que envolvem conhecer as reais necessidades de comunicação dessa população.
IV. Questões que envolvem conhecer as reais necessidades financeiras dessa população.
V. Questões que envolvem conhecer os diferentes estilos de vestimenta dessa população.
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Nos termos do art. 58 da Lei nº 9394/96 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
II. O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
III. A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de um a sete anos, durante a educação infantil.
IV. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
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Pesquisa da USP desenvolve aparelho que detecta dengue
em 20 minutos
Camila Maciel
Um aparelho portátil e de baixo custo, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da USP (Universidade de São Paulo), é capaz diagnosticar com precisão os pacientes com o vírus da dengue em apenas 20 minutos, já a partir dos primeiros sintomas. A novidade está sendo possível porque um estudo mostrou alta concentração da proteína NS1, produzida pelo vírus.
Atualmente, o exame para detectar a doença só pode ser feito no sexto dia, o que faz com que ela seja confundida com outras infecções e nem sempre tratada da forma adequada. A demora no diagnóstico pode levar, especialmente nos casos de reincidência, à morte.
“O teste convencional não pode ser feito nos primeiros dias, porque ele mede a concentração de anticorpos. [O paciente] tem que ter quadro avançado de dengue. O novo aparelho detecta a proteína já nos primeiros dias”, disse o professor Francisco Guimarães, responsável pelo estudo.
O dispositivo, similar ao que é utilizado na medição de glicemia, funciona da seguinte forma: o anticorpo que reage à proteína NS1 é cultivado na gema do ovo. Em seguida, ele é colocado em alta concentração sobre uma membrana metálica, a qual em contato com o sangue infectado, reage eletricamente.
Guimarães destaca que a utilização de ovos de galinha para produzir os anticorpos foi uma das formas encontradas para baratear o custo do produto. “A gente gerou fora do corpo humano, sem usar animal, e isso faz com que o preço fique muito baixo. Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”, explicou.
O aparelho deve custar entre R$ 100 e R$ 200. “A ideia é que todo posto de saúde, mesmo em lugares mais remotos, possam fazer o teste rápido, sem que o sangue tenha que ser levado para grandes centros. Evita-se a demora no resultado, pois é um teste direto”.
O professor espera que, em no máximo dois anos, o dispositivo esteja disponível para venda. “Fizemos o protótipo, mas ele tem que passar ainda pela etapa de desenvolvimento do produto, de validação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de produção e só então a etapa de venda. Esse é o prazo mais otimista”, avaliou.
A próxima fase da pesquisa é desenvolver biossensores que identifiquem o tipo de vírus da dengue. “Se o paciente pegou o tipo 1 e na cidade está alastrando o tipo 3, a chance dele ter hemorrágica é grande, pois é preciso ser infectado por vírus distintos. Por isso a importância de identificar o tipo”.
Texto adaptado – Fonte: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/pesquisa-
da-usp-desenvolve-aparelho-que-detecta-dengue-em-20
Em “‘Apesar de o corpo ter milhões de proteínas, só aquela do vírus da dengue se liga ao anticorpo”’, a oração em destaque pode ser substituída, sem prejuízo semântico e sintático ao período, por
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