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As perturbações das rochas podem originar estruturas falhadas ou dobradas. Tendo em vista as partes que constituem as falhas e as dobras, relacione as duas colunas.
Estruturas
I – Falhas
II – Dobra
Partes
P – Fossa ou Gráben
Q – Flanco direito ou esquerdo
R – Eixo ou Charneira
S – Horst ou Muralha
A relação correta entre estruturas e partes é
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Texto I
MUROS E CONTENÇÃO TERRITORIAL
Em relação aos migrantes e refugiados, figuras emblemáticas de nossas sociedades de in-segurança, a “contenção territorial” é uma estratégia frequentemente acionada. Construção de muros ou cercas eletrificadas nas fronteiras torna-se cada vez mais corriqueiro. Em outra escala bastante distinta, casas e condomínios invertem o sentido territorial de “contenção”: “conter a entrada do alegado criminoso, ‘contendo-se’ na relativa reclusão dos muros”.
HAESBAERT, R. Sociedades biopolíticas de in-segurança e descontrole dos territórios in Oliveira, M. et alii (orgs). O Brasil, a América, a América Latina e o mundo. Rio de Janeiro: ANPEGE/ Lamparina, 2008, p. 30. (Adaptado)
Texto II
“ECOLIMITE”: MAIS UM MURO
Atualmente, em nome da preservação ambiental, além de se segregar espaços voltados a empreendimentos imobiliários de alto padrão econômico, se busca restringir as áreas do solo urbano que sejam - potencialmente - ocupadas por urbanização espontânea. A Prefeitura do Rio de Janeiro mandou construir 11 km de muros para garantir áreas naturais, denominando-os de “ecolimites”. Esses muros não se localizam em torno de qualquer área verde, mas sim em torno de 13 comunidades pobres.
PROST, C. O falso consenso sobre a defesa do meio ambiente in Mendonça, F. et alii (orgs). Espaço e Tempo. Curitiba: ANPEGE/ ADEMADAN, 2009, p. 196. (Adaptado)
Comparando os Textos I e II conclui-se que
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O geógrafo David Harvey considera que um dos problemas geográficos consiste em esboçar uma forma de organização espacial que maximize as perspectivas das áreas menos privilegiadas, na qual as vantagens dos mais afortunados promovam o bem-estar dos menos afortunados. Recentemente, o autor declarou que
“Para mim, é muito importante afirmar que ‘direito à cidade’ não é simplesmente um direito de acesso ao que existe. É um direito de participar da construção e da reconstrução do tecido urbano, de formas mais condizentes com as necessidades da massa da população.”
HARVEY, D. Wall Street e o direito à cidade. Le Monde Diplomatique Brasil, março, 2009, p. 6.
As considerações acima remetem, explicitamente, ao conceito de
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Haja vista a logística e a concepção de defesa nacional, a Marinha do Brasil tem como uma de suas propostas a construção de um estaleiro e de base de submarinos convencionais e nucleares no Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro. A escolha dessa área geográfica é explicada por fatores, tais como a proximidade com as Usinas de Angra I e II, com a NUCLEP e com as metrópoles carioca e paulistana, dentre outros.
Os fatores apresentados remetem à noção de localização relativa que expressa, especificamente, o conceito de
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Tendo em vista as escalas da urbanização, autores como A. Scott, E. Soja, J. Agnew e M. Storper propuseram o conceito de cidade-região global, apresentando-o como um novo regionalismo no qual “as cidades-regiões funcionam, cada vez mais, como nós espaciais essenciais na economia global e como atores políticos específicos na cena mundial”.
Cidade-região é um termo que retoma e complexifica outros como cidade global e cidade mundial, mas também guarda referência a conceitos regionais bastante empregados por geógrafos no passado.
Um conceito regional frequente nos estudos geográficos e que tem forte afinidade teórica com cidade-região é o de região
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Considerando abordagens conceituais e métodos de investigação, o geógrafo Aluizio Duarte afirma que as regiões podem ser consideradas como unidades espaciais em diferentes níveis de desenvolvimento ou modernização. Acrescenta que, num enfoque sistêmico, o conceito de região é visto como um subsistema, dentro de uma totalidade espacial, correspondendo à dimensão espacial de relações sociais contraditórias. A abordagem conceitual destacada acima refere-se à regionalização como
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Porcentagem de Experiências de Orçamento Participativo por Região
|
Regiões do Brasil |
Períodos |
||
|
1997 - 2000 |
2001 - 2004 |
2005 - 2008 |
|
|
Norte |
2,5% | 5,5% |
8,5% |
|
Nordeste |
14,2% | 22,6% |
22,4% |
|
Sul |
39,2% | 22,6% |
21,9% |
|
Sudeste |
41,7% | 45,2% |
41,3% |
|
Centro-Oeste |
2,5% | 4% |
6,0% |
AURITZER, L. e WAMPLER, B. The expansion of participatory budgeting in Brazil. Banco Mundial, 2008.
I - No período de 2001-2004, comparado com o anterior, registra-se um aumento das experiências em orçamento participativo, no Sudeste, em parte por causa da contribuição de São Paulo, e, no Nordeste, em função parcialmente da participação de Recife.
II - Comparado aos períodos anteriores, entre 2005 e 2008, houve refluxo das iniciativas com orçamento participativo na Região Sul, em parte como decorrência da derrota dessa experiência em Porto Alegre.
III - Esse tipo de experiência de participação popular assume o papel de potencializador de políticas públicas em cidades governadas, frequentemente, por partidos de esquerda, em municípios de médio porte das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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No processo produtivo existem princípios que conduzem à tendência de aproveitamento racional e intensivo de fatores de produção, com a consequente tendência de queda nos custos unitários dos produtos. Em Geografia Econômica, as tendêncais assinaladas implicam na formação de um espaço produtivo mais articulado interna e externamente.
As tendências em pauta caracterizam, especificamente, um contexto e o conceito de
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Refletindo sobre a questão regional da Amazônia e o desenvolvimento do Brasil, Bertha Becker descreve a seguinte área:
“Corresponde a vastas extensões que, permanecendo à margem das grandes rodovias implantadas no passado, são comandadas ainda pelo ritmo da natureza. É imensa a sua potencialidade não só em florestas mas em disponibilidade de águas, a que se somam os recursos minerais. A sociobiodiversidade é igualmente uma grande riqueza (...) Mas são muito baixos os índices de renda per capita e de desenvolvimento humano.”
BECKER, B. Amazônia. Geopolítica na virada do III milênio. Rio de Janeiro: Garamond, 2004, p.155.
A área descrita pela autora corresponde à porção da Amazônia
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A complexidade do processo de urbanização no Brasil ajuda à compreensão da formação territorial do País e exige reflexões sobre as cidades-gêmeas. Acerca dessas cidades, considere as análises a seguir.
I - Trata-se de adensamentos populacionais, cortados pela linha de fronteira, seja esta seca ou fluvial, articulada ou não por obra de infraestrutura.
II - Não existe correspondência entre o número de cidades-gêmeas e a extensão da linha de fronteira com cada país. Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul concentram o maior número dessas cidades, por exemplo.
III - A disposição geográfica das cidades-gêmeas e o seu tamanho urbano são equivalentes, sendo essa simetria resultante da ação intencional de agentes institucionais como militares e eclesiásticos.
Está(ão) correta(s) a(s) análise(s) que se apresenta(m) em
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