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Foram encontradas 50 questões.

O conjunto das soluções reais da inequação !$ { \large x - 1 \over 2 - x} > 0 !$ é
 

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O poder e a arte
Há três demandas básicas que o poder costuma fazer à arte, e que o poder absoluto faz em escala bem maior do que autoridades mais limitadas.
A primeira delas é demonstrar a glória e o triunfo do próprio poder, como nos grandes arcos e colunas comemorativos de vitórias na guerra que são construídos desde os tempos do Império Romano, o maior modelo de arte pública ocidental. A pompa e o gigantismo eram a face do poder que se queria que a arte representasse.
A segunda grande função da arte nesse contexto era organizar o poder como drama público. Rituais e cerimônias eram essenciais para o processo político, e, com a democratização da política, o poder se tornou cada vez mais teatro público, com o povo como plateia e – esta foi a inovação específica da era dos ditadores – como participantes organizados.
Um terceiro serviço que a arte poderia prestar ao poder era educacional ou propagandístico: ela poderia ensinar, informar e inculcar o sistema de valores do Estado. Antes da era de participação popular na política, essas funções ficavam a cargo sobretudo das igrejas e de outras organizações religiosas, mas no século XIX passaram a ser exercidas por governos seculares. As ditaduras não inovaram nessa área, exceto banindo vozes dissidentes e tornando compulsória a ortodoxia estatal.
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. de Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 269-270)
Na específica relação estabelecida entre o poder e a arte, o autor está analisando
 

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Na novela Campo geral (ou Miguilim), João Guimarães Ros a apura as seguintes qualidades de sua poética:
 

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O poder e a arte
Há três demandas básicas que o poder costuma fazer à arte, e que o poder absoluto faz em escala bem maior do que autoridades mais limitadas.
A primeira delas é demonstrar a glória e o triunfo do próprio poder, como nos grandes arcos e colunas comemorativos de vitórias na guerra que são construídos desde os tempos do Império Romano, o maior modelo de arte pública ocidental. A pompa e o gigantismo eram a face do poder que se queria que a arte representasse.
A segunda grande função da arte nesse contexto era organizar o poder como drama público. Rituais e cerimônias eram essenciais para o processo político, e, com a democratização da política, o poder se tornou cada vez mais teatro público, com o povo como plateia e – esta foi a inovação específica da era dos ditadores – como participantes organizados.
Um terceiro serviço que a arte poderia prestar ao poder era educacional ou propagandístico: ela poderia ensinar, informar e inculcar o sistema de valores do Estado. Antes da era de participação popular na política, essas funções ficavam a cargo sobretudo das igrejas e de outras organizações religiosas, mas no século XIX passaram a ser exercidas por governos seculares. As ditaduras não inovaram nessa área, exceto banindo vozes dissidentes e tornando compulsória a ortodoxia estatal.
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. de Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 269-270)
Ao caracterizar as três demandas básicas que o poder costuma fazer à arte, o autor do texto está considerando, pela ordem:
 

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Why the Legal Immigration System Is Broken: A Short List of Problems


By David Bier


JULY 10, 2018


In no particular order, here is a list of a few problems that comprehensive immigration reform should address


1. A far too restrictive system overall. Since 1820, the United States admitted on average 30 percent more legal immigrants per capita (0.45 percent of the population per year) than it did in 2017 (0.35 percent of the population), so the current rate is low historically. More importantly, the U.S. net immigration rate − legal and illegal − ranks in the bottom third of the 50 countries with the highest percapita GDP in the world, and the U.S. share of foreign-born residents is also in the bottom third. This is at a time when population growth is at its lowest levels since the Great Depression, and the U.S. birthrate is the lowest on record. Congress should make it far easier to immigrate legally.


2. Static immigration quotas. Since 1990, Congress has not updated the quotas for the legal immigration system. During that time, the population of the United States has increased 30 percent and the economy has doubled. Quotas − to the extent that they exist at all − should be linked to economic growth (in the case of employment-based immigrants) or population growth (in the case of familysponsored immigrants), so they don’t immediately become antiquated.


3. Quotas on nationalities − the law micromanages immigrant demographics. Congress treats immigrants differently based on where they were born (literally their place of birth − they can’t even escape this system by getting citizenship in another country). No “country” (i.e. nationals or former nationals of that country) can receive more than 7 percent of the total green cards in a category. These per-country limits are why Indian immigrants sponsored by their employers may have to wait decades for a green card, while other immigrants sponsored by their employers don’t have to wait at all. Congress should repeal the per-country limits and ban discrimination based on nationality.


4. Immigrants wait in line for decades. The symptom of the low quotas and differential treatment for individual nationalities is that nationals from certain countries must wait a long time to immigrate. Siblings and adult children of U.S. citizens from Mexico and the Philippines who are receiving their green cards right now waited two decades. Those who are applying for their green cards now will die before they reach the front of the line because so many applicants have piled up in the backlog since 1998. Immigrant workers from India have had decade-long waits, but those applying right now will wait more than a century. Such wait times are not reasonable. Congress should raise the quotas, but at the same time, it should also limit wait times to no more than 5 years.


5. The president can end the refugee program unilaterally. In and of itself, the fact that the president can permit more refugees is no problem. That is important when a crisis breaks out somewhere in the world. But the idea that the president can unilaterally shut down the entire refugee program, as President Trump has almost done, is absurd. Congress should establish a floor for refugee admissions, and it should permit private refugee sponsorship by individuals, as Canada already does. The easiest way to implement private sponsorship would be to expand family sponsorship categories to extended family members and exempt immediate family of citizens and legal permanent residents who are refugees from the green card limits or, alternatively, create a new category for sponsored refugee immigrants. This category would enable U.S. citizens to have a role in the number of refugees and allow them to target refugees for aid with whom they have a personal connection.

(Adapted from www.cato.org)

De acordo com o autor,
 

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A empresa de Paulo fabrica e vende um produto cuja quantidade vendida Q depende do preço unitário P cobrado no mercado, de acordo com a expressão Q = 100 − 2P. Sabe-se que o custo unitário de fabricação deste produto é de R$ 3,00. Então, o preço unitário que Paulo deve cobrar pelo produto, de modo que a empresa tenha o maior lucro (faturamento das vendas menos custos totais) possível, é
 

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Extradition for Criminal Offences
The Government of Sweden
Extradition involves cooperation, mainly between states, to facilitate both legal procedures and the enforcement of sentences.
The question of extradition arises when a state requests that a person who is suspected of an offence, is under prosecution or has been convicted, and who is outside the territory of that state, be extradited to it. Traditionally, Sweden has not made extradition conditional on the existence of an agreement with the other state involved. Some states, Enunciado 1293844-1 , will not allow extradition without the existence of a formal agreement.
Within the EU the procedure for extradition has in general been replaced by surrender according to the European Arrest Warrant (EAW), which allows for faster and simpler surrender procedures and an end to political involvement in extradition procedures. EU countries can no longer refuse to surrender their own citizens to another EU country, if the citizen has committed a serious crime or is suspected of having committed such a crime in another EU country. Once issued, it requires another member state to arrest and transfer a criminal suspect or sentenced person to the issuing state so that the person can be put on trial or complete a detention period.
Conditions for extradition to a state outside the EU
The Extradition for Criminal Offences Act prohibits the extradition of Swedish nationals.
Extradition is permitted, provided that the act for which extradition is requested is equivalent to a crime that is punishable under Swedish law by imprisonment for at least one year. If sentence has been passed in the state applying for extradition, the penalty must be imprisonment for at least four months or other institutional detention for an equivalent period. Thus, extradition requires an offence punishable under the law of both countries ("dual criminality") that, in principle, is of a certain degree of seriousness.
Extradition may not be granted for military or political offences. Nor may extradition be granted if there is reason to fear that the person whose extradition is requested runs a risk − on account of his or her ethnic origins, membership of a particular social group or religious or political beliefs − of being subjected to persecution threatening his or her life or freedom, or is serious in some other respect.
Adapted from www.government.se
Segundo o texto,
 

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O poder e a arte
Há três demandas básicas que o poder costuma fazer à arte, e que o poder absoluto faz em escala bem maior do que autoridades mais limitadas.
A primeira delas é demonstrar a glória e o triunfo do próprio poder, como nos grandes arcos e colunas comemorativos de vitórias na guerra que são construídos desde os tempos do Império Romano, o maior modelo de arte pública ocidental. A pompa e o gigantismo eram a face do poder que se queria que a arte representasse.
A segunda grande função da arte nesse contexto era organizar o poder como drama público. Rituais e cerimônias eram essenciais para o processo político, e, com a democratização da política, o poder se tornou cada vez mais teatro público, com o povo como plateia e – esta foi a inovação específica da era dos ditadores – como participantes organizados.
Um terceiro serviço que a arte poderia prestar ao poder era educacional ou propagandístico: ela poderia ensinar, informar e inculcar o sistema de valores do Estado. Antes da era de participação popular na política, essas funções ficavam a cargo sobretudo das igrejas e de outras organizações religiosas, mas no século XIX passaram a ser exercidas por governos seculares. As ditaduras não inovaram nessa área, exceto banindo vozes dissidentes e tornando compulsória a ortodoxia estatal.
(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. de Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 269-270)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
 

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A Primeira Revolução Industrial na Inglaterra foi marcada por algumas inovações tecnológicas que tiveram grande impacto no modo de produção, dentre as quais deve-se destacar
 

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Considere as afirmações abaixo sobre a construção de Brasília, uma das marcas do governo Juscelino Kubitschek.
I. Esse governo contou com pouca aprovação da opinião pública, havendo grande campanha da imprensa para embargar a inauguração de Brasília, considerando o aumento da dívida externa provocado pelos gastos com sua construção.
II. A mudança da capital federal, um projeto idealizado antes desse governo, repercutiu negativamente no Rio de Janeiro, provocando protestos de funcionários públicos.
III. O plano piloto que deu origem a Brasília previa as cidades satélites, de modo que a capital fosse preservada da ocupação urbana popular, restringindo-se aos prédios públicos e bairros planejados para a moradia dos políticos.
IV. A construção de Brasília foi um compromisso incluído no Plano de Metas, que previa, ainda, ações de forte viés desenvolvimentista com foco na infraestrutura e transportes.
Está correto o que se afirma APENAS em
 

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