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É a unidade técnica ou administrativa que possui o
dever de normatizar e/ou coordenar certas atividades
das unidades do Governo ou de um determinado
sistema. Instituição designada como coordenadora de
um dos sistemas em que são divididas algumas das
atividades da administração pública federal.
O texto acima define o conceito de:
O texto acima define o conceito de:
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- Organização AdministrativaAdministração IndiretaAutarquias, Agências Reguladoras e Executivas
- Organização AdministrativaAdministração IndiretaFundações Públicas
- Organização AdministrativaAdministração IndiretaEmpresas Públicas e Sociedades de Economia Mista
Conforme o que é disposto na Legislação Federal
sobre a Administração Indireta, suas entidades
possuem características relacionadas especificamente
para cada categoria. Assinale a alternativa que faz
essa relação de maneira INCORRETA.
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Sobre a extinção dos atos administrativos, assinale a
alternativa CORRETA.
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“(...) do ponto de vista sociológico, o Estado é
corporação territorial dotada de um poder de mando
originário; sob o aspecto político, é comunidade de
homens, fixada sobre um território, com poder
superior de ação, mando e coerção; sob o prisma
constitucional, é pessoa jurídica territorial soberana.”
(Hely Lopes Meirelles).
A respeito dos conceitos de estado, governo e administração pública, assinale a alternativa CORRETA.
A respeito dos conceitos de estado, governo e administração pública, assinale a alternativa CORRETA.
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Assinale a alternativa que contém conduta tipificada
na Lei de Improbidade Administrativa como prática
de enriquecimento ilícito.
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A importância da Lei de Improbidade Administrativa
está em oferecer mecanismos para sancionar
civilmente, mas de forma eficaz, condutas
atentatórias ao Erário ou contrárias aos princípios da
Administração Pública. O caráter civil da lei
proporciona uma maior agilidade em comparação
com os instrumentos do processo penal.
A respeito dos dispositivos da Lei de Improbidade
Administrativa, assinale a alternativa CORRETA.
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Em uma turma de 25 alunos, a mediana das notas de
uma prova foi 7,5. Sabendo que a nota mais baixa foi
4 e a nota mais alta foi 10, assinale a alternativa que
aponta qual é a quantidade de alunos que tiraram nota
abaixo da mediana.
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Uma cidade tem 50 mil habitantes, dos quais 60% são
mulheres. Dessas mulheres, 25% são casadas.
Assinale a alternativa que indica a quantidade de
mulheres solteiras na cidade.
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Texto
O Ministério da Saúde decretou situação de
emergência na região da Terra Indígena Yanomami,
a maior reserva indígena do Brasil, com 100 mil
quilômetros quadrados distribuídos pela floresta
amazônica entre os estados do Amazonas e de
Roraima. O motivo? A morte de crianças por
desnutrição.
A área ocupada pelos yanomami conta com
grandes reservas de ouro, o que é um atrativo enorme
para a mineração. Nísia Trindade, ministra da saúde,
afirmou que o garimpo ilegal (que usa mercúrio, um
metal tóxico), é a principal causa da crise sanitária
que afeta os yanomami.
De 2016 a 2020, o garimpo em terras
yanomami cresceu 3350%. E as consequências foram
sentidas no ambiente: um laudo da Polícia Federal
feito em meados de 2022 constatou que quatro rios da
região tinham contaminação por mercúrio 8600%
superior à concentração máxima para consumo.
Líquido à temperatura ambiente, o mercúrio é
um metal cuja liberação indevida na natureza vem da
atividade humana: usinas elétricas a carvão,
processos industriais, incineradores de resíduos e,
principalmente, na mineração de ouro.
O mercúrio é usado no garimpo para facilitar
a separação. Ele se liga aos pequenos pedaços de ouro
e forma uma amálgama, o que ajuda os garimpeiros a
recolher o metal que interessa.
O processo tem um preço: para cada quilo de
ouro extraído, são usados até oito de mercúrio, e a
maior parte desse metal tóxico é jogado nos rios.
Estima-se que esse descarte represente cerca de 38%
das emissões de mercúrio no mundo. E a
contaminação pela substância traz fortes efeitos
negativos para o meio ambiente e para a saúde dos
garimpeiros e das pessoas que vivem por perto.
Uma vez no ambiente, o mercúrio pode ser
transformado por bactérias em metilmercúrio. Essa forma orgânica do metal é acumulada pelos
organismos do rio – e a concentração aumenta
conforme a cadeia alimentar avança.
Imagine que muitos plânctons contaminados
por mercúrio virarão jantar de um único peixe. A
carga de mercúrio, então, vai se acumular nesse
animal. Na sequência, um grande predador que tenha
esse peixe no cardápio vai se alimentar dele e de
vários outros peixes que comeram plânctons
contaminados. A dose de mercúrio vai ficando cada
vez mais alta.
Essa é, justamente, uma das principais formas
de exposição ao mercúrio. Cozinhar os peixes e
mariscos não basta para se livrar do metal, e quem se
alimenta desses animais torna-se mais um elo na
cadeia de acúmulo da substância.
Diversas variáveis determinam se a
contaminação vai ocasionar problemas de saúde e
qual será a sua gravidade. Entre elas estão a dose de
mercúrio, a idade da vítima, por quanto tempo ela
ficou exposta e a via de exposição (inalação, ingestão
ou contato com a pele).
Segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS), dois grupos são mais sensíveis aos efeitos do
mercúrio. O primeiro são fetos que, geralmente, são
expostos ao metilmercúrio no útero graças ao
consumo de peixes e mariscos pela mãe. Eles podem
ter o desenvolvimento neurológico prejudicado,
afetando cognição, memória, atenção, linguagem e
habilidades motoras da criança.
O segundo grupo são pessoas frequentemente
expostas a altos níveis de mercúrio – por exemplo,
populações que dependem da pesca de subsistência
em regiões de garimpo. O metilmercúrio afeta os
sistemas nervoso central e periférico, causando
tremores, insônia, perda de memória, efeitos
neuromusculares, dores de cabeça e disfunção
cognitiva e motora.
Em doses elevadas, o envenenamento por
mercúrio pode causar disfunção renal, insuficiência
respiratória e até morte. No século 20, no que ficou
conhecido como o Desastre de Minamata, uma
indústria dessa cidade japonesa descartava materiais com mercúrio próximo a uma baía. 1.700 pessoas
morreram por intoxicação ao consumir a pesca da
região.
CAPARROZ, Leo. Intoxicação por mercúrio: entenda como o
metal age no corpo. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/saude/intoxicacao-por-mercurioentenda-como-o-metal-age-no-corpo/>. Último acesso em 20
fev. 2023. (Adaptado)
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O Ministério da Saúde decretou situação de
emergência na região da Terra Indígena Yanomami,
a maior reserva indígena do Brasil, com 100 mil
quilômetros quadrados distribuídos pela floresta
amazônica entre os estados do Amazonas e de
Roraima. O motivo? A morte de crianças por
desnutrição.
A área ocupada pelos yanomami conta com
grandes reservas de ouro, o que é um atrativo enorme
para a mineração. Nísia Trindade, ministra da saúde,
afirmou que o garimpo ilegal (que usa mercúrio, um
metal tóxico), é a principal causa da crise sanitária
que afeta os yanomami.
De 2016 a 2020, o garimpo em terras
yanomami cresceu 3350%. E as consequências foram
sentidas no ambiente: um laudo da Polícia Federal
feito em meados de 2022 constatou que quatro rios da
região tinham contaminação por mercúrio 8600%
superior à concentração máxima para consumo.
Líquido à temperatura ambiente, o mercúrio é
um metal cuja liberação indevida na natureza vem da
atividade humana: usinas elétricas a carvão,
processos industriais, incineradores de resíduos e,
principalmente, na mineração de ouro.
O mercúrio é usado no garimpo para facilitar
a separação. Ele se liga aos pequenos pedaços de ouro
e forma uma amálgama, o que ajuda os garimpeiros a
recolher o metal que interessa.
O processo tem um preço: para cada quilo de
ouro extraído, são usados até oito de mercúrio, e a
maior parte desse metal tóxico é jogado nos rios.
Estima-se que esse descarte represente cerca de 38%
das emissões de mercúrio no mundo. E a
contaminação pela substância traz fortes efeitos
negativos para o meio ambiente e para a saúde dos
garimpeiros e das pessoas que vivem por perto.
Uma vez no ambiente, o mercúrio pode ser
transformado por bactérias em metilmercúrio. Essa forma orgânica do metal é acumulada pelos
organismos do rio – e a concentração aumenta
conforme a cadeia alimentar avança.
Imagine que muitos plânctons contaminados
por mercúrio virarão jantar de um único peixe. A
carga de mercúrio, então, vai se acumular nesse
animal. Na sequência, um grande predador que tenha
esse peixe no cardápio vai se alimentar dele e de
vários outros peixes que comeram plânctons
contaminados. A dose de mercúrio vai ficando cada
vez mais alta.
Essa é, justamente, uma das principais formas
de exposição ao mercúrio. Cozinhar os peixes e
mariscos não basta para se livrar do metal, e quem se
alimenta desses animais torna-se mais um elo na
cadeia de acúmulo da substância.
Diversas variáveis determinam se a
contaminação vai ocasionar problemas de saúde e
qual será a sua gravidade. Entre elas estão a dose de
mercúrio, a idade da vítima, por quanto tempo ela
ficou exposta e a via de exposição (inalação, ingestão
ou contato com a pele).
Segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS), dois grupos são mais sensíveis aos efeitos do
mercúrio. O primeiro são fetos que, geralmente, são
expostos ao metilmercúrio no útero graças ao
consumo de peixes e mariscos pela mãe. Eles podem
ter o desenvolvimento neurológico prejudicado,
afetando cognição, memória, atenção, linguagem e
habilidades motoras da criança.
O segundo grupo são pessoas frequentemente
expostas a altos níveis de mercúrio – por exemplo,
populações que dependem da pesca de subsistência
em regiões de garimpo. O metilmercúrio afeta os
sistemas nervoso central e periférico, causando
tremores, insônia, perda de memória, efeitos
neuromusculares, dores de cabeça e disfunção
cognitiva e motora.
Em doses elevadas, o envenenamento por
mercúrio pode causar disfunção renal, insuficiência
respiratória e até morte. No século 20, no que ficou
conhecido como o Desastre de Minamata, uma
indústria dessa cidade japonesa descartava materiais com mercúrio próximo a uma baía. 1.700 pessoas
morreram por intoxicação ao consumir a pesca da
região.
CAPARROZ, Leo. Intoxicação por mercúrio: entenda como o
metal age no corpo. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/saude/intoxicacao-por-mercurioentenda-como-o-metal-age-no-corpo/>. Último acesso em 20
fev. 2023. (Adaptado)
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