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Texto
O Ministério da Saúde decretou situação de
emergência na região da Terra Indígena Yanomami,
a maior reserva indígena do Brasil, com 100 mil
quilômetros quadrados distribuídos pela floresta
amazônica entre os estados do Amazonas e de
Roraima. O motivo? A morte de crianças por
desnutrição.
A área ocupada pelos yanomami conta com
grandes reservas de ouro, o que é um atrativo enorme
para a mineração. Nísia Trindade, ministra da saúde,
afirmou que o garimpo ilegal (que usa mercúrio, um
metal tóxico), é a principal causa da crise sanitária
que afeta os yanomami.
De 2016 a 2020, o garimpo em terras
yanomami cresceu 3350%. E as consequências foram
sentidas no ambiente: um laudo da Polícia Federal
feito em meados de 2022 constatou que quatro rios da
região tinham contaminação por mercúrio 8600%
superior à concentração máxima para consumo.
Líquido à temperatura ambiente, o mercúrio é
um metal cuja liberação indevida na natureza vem da
atividade humana: usinas elétricas a carvão,
processos industriais, incineradores de resíduos e,
principalmente, na mineração de ouro.
O mercúrio é usado no garimpo para facilitar
a separação. Ele se liga aos pequenos pedaços de ouro
e forma uma amálgama, o que ajuda os garimpeiros a
recolher o metal que interessa.
O processo tem um preço: para cada quilo de
ouro extraído, são usados até oito de mercúrio, e a
maior parte desse metal tóxico é jogado nos rios.
Estima-se que esse descarte represente cerca de 38%
das emissões de mercúrio no mundo. E a
contaminação pela substância traz fortes efeitos
negativos para o meio ambiente e para a saúde dos
garimpeiros e das pessoas que vivem por perto.
Uma vez no ambiente, o mercúrio pode ser
transformado por bactérias em metilmercúrio. Essa forma orgânica do metal é acumulada pelos
organismos do rio – e a concentração aumenta
conforme a cadeia alimentar avança.
Imagine que muitos plânctons contaminados
por mercúrio virarão jantar de um único peixe. A
carga de mercúrio, então, vai se acumular nesse
animal. Na sequência, um grande predador que tenha
esse peixe no cardápio vai se alimentar dele e de
vários outros peixes que comeram plânctons
contaminados. A dose de mercúrio vai ficando cada
vez mais alta.
Essa é, justamente, uma das principais formas
de exposição ao mercúrio. Cozinhar os peixes e
mariscos não basta para se livrar do metal, e quem se
alimenta desses animais torna-se mais um elo na
cadeia de acúmulo da substância.
Diversas variáveis determinam se a
contaminação vai ocasionar problemas de saúde e
qual será a sua gravidade. Entre elas estão a dose de
mercúrio, a idade da vítima, por quanto tempo ela
ficou exposta e a via de exposição (inalação, ingestão
ou contato com a pele).
Segundo a Organização Mundial da Saúde
(OMS), dois grupos são mais sensíveis aos efeitos do
mercúrio. O primeiro são fetos que, geralmente, são
expostos ao metilmercúrio no útero graças ao
consumo de peixes e mariscos pela mãe. Eles podem
ter o desenvolvimento neurológico prejudicado,
afetando cognição, memória, atenção, linguagem e
habilidades motoras da criança.
O segundo grupo são pessoas frequentemente
expostas a altos níveis de mercúrio – por exemplo,
populações que dependem da pesca de subsistência
em regiões de garimpo. O metilmercúrio afeta os
sistemas nervoso central e periférico, causando
tremores, insônia, perda de memória, efeitos
neuromusculares, dores de cabeça e disfunção
cognitiva e motora.
Em doses elevadas, o envenenamento por
mercúrio pode causar disfunção renal, insuficiência
respiratória e até morte. No século 20, no que ficou
conhecido como o Desastre de Minamata, uma
indústria dessa cidade japonesa descartava materiais com mercúrio próximo a uma baía. 1.700 pessoas
morreram por intoxicação ao consumir a pesca da
região.
CAPARROZ, Leo. Intoxicação por mercúrio: entenda como o
metal age no corpo. Disponível em:
<https://super.abril.com.br/saude/intoxicacao-por-mercurioentenda-como-o-metal-age-no-corpo/>. Último acesso em 20
fev. 2023. (Adaptado)
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
fev. 2023. (Adaptado)
“pois eles não têm as medições de escoamento que o novo modelo proporciona”.
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
fev. 2023. (Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta o valor semântico atribuído à oração destacada.
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
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base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
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análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
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Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
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análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
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base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
<https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2023/02/crise-global-da-agua-e-mais-severa-doque-se-pensava-conclui-estudo.ghtml>. Último acesso em 08
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
sobre Mudanças Climáticas). Entretanto, novas
análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
Nature Water e mostram que as consequências das
mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
décadas.
Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
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Projeções sobre o impacto do clima no fluxo de
rios têm sido calculadas há décadas, a maioria com
base em modelos físicos, como é o caso das projeções
realizadas pelo IPCC (Painel Intergovernamental
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análises indicam que esses modelos subestimam a
disponibilidade de água no cenário da atual
emergência climática.
É o caso de uma pesquisa conduzida pelo professor
Günter Blöschl, da Universidade Técnica de Viena,
na Áustria, que se uniu a colegas da China, da
Austrália, dos EUA e da Arábia Saudita para construir
e analisar um grande banco de dados de
observações de fluxos d'água em todo o mundo. A
investigação incluiu mais de 9.500 bacias
hidrográficas do planeta, com dados de diferentes
décadas.
Os resultados foram publicados no periódico
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mudanças climáticas ao criar crises hídricas locais
têm uma extensão ainda maior do que o esperado.
Isso porque, segundo o novo estudo, a conexão
entre precipitação e quantidade de água nos rios é
mais sensível do que se pensava.
"Na comunidade da climatologia, os efeitos das
mudanças climáticas na atmosfera são muito bem
compreendidos. No entanto, suas consequências
locais nos rios e na disponibilidade de água caem
no campo da hidrologia", explica Blöschl, em
comunicado.
A crise climática altera a circulação atmosférica
global, que por sua vez muda o regime de chuvas e a
evaporação em boa parte do mundo.
Consequentemente, a quantidade de água dos rios
para ser utilizada localmente também sofre
mudanças.
Daí porque, segundo os autores, os modelos de
previsão dos efeitos das mudanças climáticas no
abastecimento hídrico devem ser revisados, pois eles não têm as medições de escoamento que o novo
modelo proporciona.
De acordo com a análise, o fluxo global de água
esperado entre 2021 e 2050 pode ser menor do que o
previsto pelos Modelos do Sistema Terrestre.
Principalmente na África, na Austrália e na América
do Norte, que têm um risco significativamente maior
de crises de abastecimento de água nas próximas três
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Redação Galileu. Crise global da água é mais severa do que se
pensava, conclui estudo. Disponível em:
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