Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

2011861 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

O Haiti ainda luta para se recuperar

Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus

Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, embora bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.

O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãos do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.

A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, como relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.

Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?

(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda

-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

O conectivo poisNÃO poderia ser substituído, no contexto em que se encontra, por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011847 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

O Haiti ainda luta para se recuperar

Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus

Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, embora bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.

O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãos do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.

A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, como relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.

Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?

(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda

-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Os vocábulos superpovoados e pós-terremoto têm sua grafia determinada pelo Acordo Ortográfico vigente (Decreto nº 7.875/2012). Assinale a alternativa em que as palavras estão grafadas INCORRETAMENTE.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011774 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

O Haiti ainda luta para se recuperar

Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus

Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, emboraI bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.

O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãosII do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.

A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, comoIII relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.

Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?

(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda

-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere as seguintes afirmações acerca de elementos do texto.

I. O conectivo embora (l. 08) tem valor concessivo e poderia ser substituído por conquanto.

II. O trecho Apesar da presença de vários órgãos poderia ser reescrito assim: Ainda que houvessem vários órgãos.

III. O conectivo como tem sentido de conformidade; poderia ser substituído por segundo.

Quais preservariam a correção, a coesão e a coerência do texto?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011716 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

O Haiti ainda luta para se recuperar

Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus

Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, embora bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.

O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãos do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.

A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, como relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.

Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?

(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda

-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere as seguintes possibilidades de reescrita do seguinte fragmento do texto:

Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental...

I. Quando olhamos para 12 de janeiro de 2010, pautamos uma questão tão preocupante quanto fundamental...

II. Lembrarmos- nos de 12 de janeiro de 2010 faz com que levantamos uma questão ao mesmo tempo preocupante e fundamental...

III. Se olharmos para 12 de janeiro de 2010, alçaríamos uma questão deveras tanto preocupante quanto fundamental...

Quais preservam a correção e a coerência do texto?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011712 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, sobre Restos a Pagar, analise as seguintes assertivas:

I. São Restos a Pagar todas as receitas regularmente empenhadas, do exercício atual ou anterior, mas não pagas ou canceladas até 31 de dezembro do exercício financeiro vigente.

II. Distingue-se dois tipos de restos a pagar: os processados (despesas já liquidadas); e os não processados (despesas a liquidar ou em liquidação).

III. A inscrição de restos a pagar deve observar as disponibilidades financeiras e condições da legislação pertinente, de modo a prevenir riscos e corrigir desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, conforme estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Quais estão INCORRETAS?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011690 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

Conforme a Lei do Orçamento, Lei nº 4.320/1964, sobre receitas e despesas, analise as seguintes assertivas:

I. Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, compreendendo os impostos, as taxas e as contribuições nos termos da constituição e das leis vigentes em matéria financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por essas entidades.

II. Classificam-se como Transferências Correntes as dotações para despesas as quais não corresponda contraprestação direta em bens ou serviços, inclusive para contribuições e subvenções destinadas a atender à manutenção de outras entidades de direito público ou privado.

III. Classificam-se como inversões financeiras as dotações para manutenção de serviços anteriormente criados, inclusive as destinadas a atender a obras de conservação e adaptação de bens imóveis.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011635 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

De acordo com a Lei nº 8.666/1993, sobre Licitações e contratos da Administração Pública, analise as seguintes assertivas:

I. As obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de licitação, ressalvadas as hipóteses previstas na referida lei.

II. Para fins dessa lei, considera-se contrato todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública e particulares, em que haja acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada. E compra considera-se toda aquisição remunerada de bens para fornecimento somente em uma única vez.

III. A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2011575 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

Sobre as Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público, conforme o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, analise as seguintes assertivas:

I. No fluxo de caixa de atividades operacionais, ingressos das operações compreendem as receitas relativas às atividades operacionais líquidas das respectivas deduções e as transferências correntes recebidas.

II. No fluxo de caixa das atividades de financiamento, ingressos de financiamento compreendem as receitas referentes à alienação de ativos não circulantes, de amortização de empréstimos e de receitas relativas às atividades operacionais.

III. Caixa e equivalentes de caixa compreende o numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis, além das aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são prontamente conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. Inclui, ainda, a receita orçamentária arrecadada que se encontra em poder da rede bancária em fase de recolhimento.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2018426 Ano: 2020
Disciplina: Geografia
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

A economia erechinense baseia-se principalmente na(o):

Questão Anulada

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2013337 Ano: 2020
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: IEP-RS
Provas:

NÃO constitui um ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito:

Questão Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas