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Paciente do sexo masculino, 62 anos, ex-tabagista, portador de hipertensão arterial sistêmica e passado de infarto agudo do miocárdio, há 6 meses apresentou acidente vascular encefálico, sendo tratado com angioplastia de carótida esquerda com 8 dias do ictus (RANKIN 1). Comparece à unidade básica de saúde para acompanhamento clínico. Sem queixas no momento. Ao exame, apresenta pressão arterial de 122/77 mmHg e frequência cardíaca de 81 batimentos por minuto. Aparelho cardiovascular e respiratório sem alterações. Abdome indolor à palpação, sem massas ou visceromegalias. Está em uso de aspirina 100mg/dia, clopidogrel 75mg/dia, captopril 25mg de 8/8h, atenolol 25mg/dia e sinvastatina 20mg/dia.
Exames laboratoriais mostram LDL de 80 mg/dL, HDL de 45 e triglicérides de 140 mg/dL.
Qual a conduta correta nesse caso?
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Paciente do sexo masculino, 68 anos, tabagista, com diagnóstico de dislipidemia, antecedente de claudicação intermitente (perna esquerda) em acompanhamento clínico, comparece ao consultório para avaliação de rotina, sem queixas. Apesar da dor para andar, não é necessário interromper a marcha ao caminhar em velocidade habitual. Ao exame apresenta pressão arterial de 147/92 mmHg, frequência cardíaca de 84 batimentos por minuto. Demais dados do exame clínico sem alterações. Exames laboratoriais são solicitados.
Especificamente, com relação ao tratamento não medicamentoso e farmacológico da hipertensão arterial, o médico
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Paciente de 68 anos, sexo masculino, ex-tabagista e portador de doença pulmonar obstrutiva crônica com sintomas limitantes, está em uso somente de tiotrópio, tendo apresentado duas internações nos últimos 3 meses. Compareceu ao consultório com resultado de espirometria mostrando VEF1/CVF de 0,58 e VEF1 de 48%.
Diante das informações, indique o estágio e a gravidade da doença e se há alguma terapia que deve ser associada ao beta-agonista de longa duração.
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Paciente do sexo masculino, 44 anos, sem comorbidades, comparece à unidade básica de saúde com quadro de tosse crônica e 2 amostras de escarro positivas para tuberculose. O tratamento com rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol é iniciado e, ao final do primeiro mês de tratamento, o paciente persiste com tosse, afebril e a baciloscopia evidencia presença de Bacilo Álcool-ácido Resistente (BAAR).
Diante do exposto, qual a conduta correta?
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Paciente do sexo masculino, 47 anos, morador de rua, etilista diário, comparece ao pronto atendimento trazido pelo SAMU com quadro de crise convulsiva tônico-clônica generalizada, com resolução espontânea. Informa que não faz uso de bebida alcoólica há cerca de 3 dias. Tão logo é iniciado o exame o paciente começa outro quadro de crise convulsiva com as mesmas características.
Durante o seguimento foi realizado o ECG a seguir.

(Fonte: https://emedicine.medscape.com/article/1950863-overview)
Qual a causa provável dessa arritmia?
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Paciente do sexo masculino, 47 anos, morador de rua, etilista diário, comparece ao pronto atendimento trazido pelo SAMU com quadro de crise convulsiva tônico-clônica generalizada, com resolução espontânea. Informa que não faz uso de bebida alcoólica há cerca de 3 dias. Tão logo é iniciado o exame o paciente começa outro quadro de crise convulsiva com as mesmas características.
Com relação ao manejo da crise convulsiva do referido paciente, após solicitar glicemia capilar, informe a conduta correta.
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Paciente do sexo feminino, 42 anos, tabagista ativa (cerca de 20 cigarros por dia há 20 anos), comparece ao centro de saúde para consulta de rotina. Não é portadora de comorbidades e não faz uso de medicações. O exame clínico não apresenta alterações.
Acerca do tratamento do tabagismo é correto afirmar que
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Considerando-se o processo de enfermagem elaborado para a assistência à pessoa com cetoacidose diabética, associe corretamente a etapa à sua respectiva ação.
ETAPAS
1 - Avaliação
2 - Diagnóstico
3 - Planejamento
4 - Intervenção
5 - Monitoramento
AÇÕES
( ) Controle ótimo dos níveis de glicemia.
( ) Medição do aporte e do débito (equilíbrio hídrico).
( ) Monitoramento rigoroso da aferição de sinais vitais e do equilíbrio hídrico.
( ) Risco de volume de líquidos deficiente, relacionando- o com a poliúria e a desidratação.
( ) Monitoramento do eletrocardiograma (ECG) quanto à ocorrência de arritmias, indicando níveis anormais de potássio.
A sequência correta dessa associação é
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É fator de risco modificável associado à arteriosclerose e à aterosclerose,
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A respeito das intervenções de enfermagem na melhora da mobilidade e prevenção de deformidades articulares, é INCORRETO afirmar que o enfermeiro deve
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