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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Relativo à Ética no Serviço Público Federal é INCORRETA a seguinte preposição:
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Assinale abaixo a afirmativa correta:
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Texto-base 01
“A sentença do STJ é uma aberração”
A deputada federal Maria do Rosário diz que a absolvição do corredor
Zequinha Barbosa, acusado de crime sexual contra menores, é um retrocesso.
(Ruth de Aquino)
No Brasil, fazer sexo com crianças e adolescentes não é crime, desde que elas já tenham sido prostituídas e que o cliente pague um punhado de reais. Essa é a visão do Superior Tribunal de Justiça, que absolveu no dia 17 de junho Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e seu ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. Em 2003, eles pegaram em um ponto de ônibus em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, duas adolescentes de 12 e 13 anos. Fizeram sexo com elas no motel, fotografaram as duas nuas e pagaram R$ 80. O STJ confirmou assim a sentença de um tribunal de Mato Grosso do Sul de 2006. O Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) repudiou o desfecho em nota pública na semana passada. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Em entrevista a ÉPOCA, Maria do Rosário Nunes, relatora da CPI do Congresso sobre exploração sexual infantil, afirmou que a sentença contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e a Constituição de 1988.
Entrevista (trechos) ÉPOCA – O que a senhora achou da decisão do STJ?
Maria do Rosário – Aviltante, porque nega a essas meninas o direito de crescer com um mínimo de dignidade, apenas por já terem sido vítimas de exploração sexual anterior. O que está em jogo não é a virgindade nem se eles foram os primeiros a explorar as duas. Esse foi um caso de abuso de poder físico e econômico de dois homens adultos sobre o corpo das meninas. A absolvição abre um precedente perigoso: ao absolver os “clientes”, é como se as meninas pobres e exploradas sexualmente não estivessem cobertas por nenhuma lei, como se não fossem nem mais crianças ou adolescentes, mesmo com menos de 14 anos. Uma sentença assim estimula o turismo sexual infantil no Brasil.
ÉPOCA – Há quem diga que os juízes não poderiam processar Zequinha e seu amigo por corrupção de menores porque elas já haviam sido corrompidas antes.
Maria do Rosário – Nossa legislação mudou muito nas duas últimas décadas. Ainda assim, o Código Penal trata o crime sexual como crime contra os costumes e tem uma visão distorcida da vítima. Mas já está superado o conceito de “mulher honesta” como condição para ter a proteção da lei. Isso acabou. Para absolver esses réus, os juízes do STJ usaram a doutrina anterior a nossa Constituição de 1988. Com isso, condenam essas meninas à exploração institucionalizada e colocam a violência sexual sob o manto do segredo, tanto na vida familiar quanto social. O crime fica invisível ao olhar acostumado da sociedade, estimulado pelas autoridades que deveriam assegurar os direitos das vítimas.
ÉPOCA – Como avançar na lei para evitar brechas e omissões?
Maria do Rosário – Em nosso projeto parado no Senado, dizemos que toda abordagem sexual de menores de 14 anos deve ser punida como crime. Estamos acabando com a distinção entre estupro e atentado violento ao pudor. No Brasil, atualmente, só existe estupro quando se consuma um ato vaginal completo. Qualquer outro tipo de sexo – oral, anal – não seria estupro, e, por isso, meninos não seriam vítimas. Mesmo que a pena possa ser igual nos dois delitos, a sociedade entende o atentado ao pudor como um crime menor.
ÉPOCA – O que, a seu ver, poderia ter levado o STJ a absolver os réus?
Maria do Rosário – Não pretendo dar argumentos aos juízes e irei aos ministros do Supremo antes de recorrer aos organismos internacionais. Mas acho que a decisão do STJ reflete algo terrível em nossa sociedade. A maneira dúbia com que se encaram hoje nossas crianças. Numa hora, é a criança anjo, sem sexo, desprovida de qualquer desejo. Outra hora, é um ser diabólico e provocador, a menina vista como ninfeta. A sociedade contemporânea tem misturado a sexualidade de adultos e crianças. O corpo jovem tem sido valorizado sexualmente além dos limites aceitáveis. Modelos são obrigadas a se enquadrar num corpo esquálido e quase infantil, manequim 36. Revistas masculinas associam a nudez de mulheres ao universo infantil, com ursinhos de pelúcia, uniforme de colegial, quartos de adolescentes. Os juízes acabam agindo como peça de uma engrenagem que subtrai a infância.
(Revista Época, 03/07/2009)
Porque (junto e sem acento) foi usado corretamente em diversas passagens do texto. Assinale a alternativa que apresenta erro quanto ao emprego de por que, por quê, porque ou porquê.
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Uma análise de solo recomendou usar 90 kg /ha de nitrogênio, 60 kg / ha de P2O5 e 120 kg /ha de K2O. No comercio local existe os seguintes fertilizantes: uréia com 45% de N, superfosfato simples com 20% de P2O5 e cloreto de potássio com 60 % de K2O, A quantidade destes fertilizantes a ser aplicada para atender a recomendação é, respectivamente:
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Apesar de o “assédio sexual” ser um ato individual, as organizações têm sido responsabilizadas pelo comportamento de seus funcionários. O tipo de comportamento que caracteriza o assédio sexual inclui todas as alternativas, exceto:
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Assinale a alternativa CORRETA considerando as raças de bovinos que pertencem ao gênero Bos taurus:
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A opção que melhor indica a associação é:
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Dentre as consequências das mudanças nas relações entre Estado e Sociedade no Brasil, pode-se citar o surgimento e o fortalecimento do chamado “terceiro setor”. Pode-se afirmar corretamente sobre o terceiro setor:
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Relacione as colunas abaixo e marque a assertiva correta:
(I) Lei de Lotka
(II) Lei de Bradford
(III) Lei de Zipf
(IV) Leis bibliométricas
(V) Cabeçalhos de assuntos
( ) Lei bibliométrica que observa o caráter repetitivo da literatura em um dado campo do saber.
( ) Analisa a produção científica dos autores.
( ) São palavras ou grupos de palavras que expressam o conteúdo do documento. São considerados sistemas alfabéticos de indexação.
( ) São formuladas a partir de observações empíricas e úteis na gestão de acervos, mais amiúde nos processos decisórios.
( ) Trata da análise da freqüência de palavras em um texto.
Podemos afirmar que a seqüência correta das colunas é:
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A psicologia escolar no Brasil e concomitantemente a atuação profissional do psicólogo na educação estão entrando em uma nova fase, gerando avanços nessa complexa área de conhecimento e prática. Considerando-se o desenvolvimento histórico da psicologia escolar, pode-se afirmar que:
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