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Considerando-se a multiplicação dos métodos em psicoterapia, a partir de 1945, eles têm como origem:
I - Fontes analíticas: a psicanálise influenciou em grande parte o domínio da psicoterapia há um século.
II - Fontes pré-analíticas: encontram-se, por exemplo, ressurgências do tratamento moral em certos aspectos das psicoterapias de apoio e das psicoterapias cognitivas.
III – Fontes pós-analíticas: por exemplo, as terapias comportamentais resultantes dos trabalhos de psicologia experimental.
Está correto:
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Em relação à aprendizagem significativa, é correto afirmar-se que
I – tornar a aprendizagem significativa é uma questão de selecionar o conteúdo adequado e auxiliar os estudantes a verem a sua aplicabilidade à situação que lhe dizem respeito;
II – a aprendizagem de qualquer espécie de organização de princípios, em si mesma, não contribui para a retenção do material aprendido;
III – o assunto que é significativo para o estudante é assimilado com facilidade, embora essa assimilação dependa também das experiências e dos desejos que governam sua memória;
IV – o significado consiste em os alunos perceberem relações entre fatos – generalizações, regras, princípios – pelos quais eles veem algum uso;
V – o estudo de fatos isolados, em termos de significado, ajuda o aluno a compreender melhor esses fatos.
Estão corretas:
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Em um projeto de combate a incêndio, o número de hidrantes será calculado de forma que a distância entre a caixa e os respectivos pontos mais distantes a proteger seja de, no máximo:
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Quem é o responsável pelo desenvolvimento, padronização e promoção do conjunto de elementos metadados Dublin Core?
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O ensino médio tem como finalidades ( LDB 9394/96)
I – a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental;
II – a formação específica para o trabalho e a cidadania do educando;
III – o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV – a compreensão e a incorporação dos conhecimentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos.
Estão corretas:
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O momento de inércia em relação ao centro geométrico da viga abaixo é:

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Texto-base 02
“A última vez que aceitei um cargo público tive uma decepção: tudo o que fizera, com sacrifício e empenho, foi destruído por meu sucessor, assim que ele assumiu. No Brasil, existe essa visão primária de que o que conta não é o interesse público mas a vaidade do sujeito que assume a direção de um órgão qualquer. Depois dessa, prometi a mim que não caio noutra.”
(Ferreira Gullar - poeta, crítico de arte, jornalista, escritor,
dramaturgo e tradutor - http://cultura.updateordie.com /literatura/2009/03/17/bate-papo-com-ferreira-gullar)
Todas as palavras estão com a grafia correta em:
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Analise as proposições e, a seguir, assinale a INCORRETA:
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Texto-base 01
“A sentença do STJ é uma aberração”
A deputada federal Maria do Rosário diz que a absolvição do corredor
Zequinha Barbosa, acusado de crime sexual contra menores, é um retrocesso.
(Ruth de Aquino)
No Brasil, fazer sexo com crianças e adolescentes não é crime, desde que elas já tenham sido prostituídas e que o cliente pague um punhado de reais. Essa é a visão do Superior Tribunal de Justiça, que absolveu no dia 17 de junho Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e seu ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. Em 2003, eles pegaram em um ponto de ônibus em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, duas adolescentes de 12 e 13 anos. Fizeram sexo com elas no motel, fotografaram as duas nuas e pagaram R$ 80. O STJ confirmou assim a sentença de um tribunal de Mato Grosso do Sul de 2006. O Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) repudiou o desfecho em nota pública na semana passada. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Em entrevista a ÉPOCA, Maria do Rosário Nunes, relatora da CPI do Congresso sobre exploração sexual infantil, afirmou que a sentença contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e a Constituição de 1988.
Entrevista (trechos) ÉPOCA – O que a senhora achou da decisão do STJ?
Maria do Rosário – Aviltante, porque nega a essas meninas o direito de crescer com um mínimo de dignidade, apenas por já terem sido vítimas de exploração sexual anterior. O que está em jogo não é a virgindade nem se eles foram os primeiros a explorar as duas. Esse foi um caso de abuso de poder físico e econômico de dois homens adultos sobre o corpo das meninas. A absolvição abre um precedente perigoso: ao absolver os “clientes”, é como se as meninas pobres e exploradas sexualmente não estivessem cobertas por nenhuma lei, como se não fossem nem mais crianças ou adolescentes, mesmo com menos de 14 anos. Uma sentença assim estimula o turismo sexual infantil no Brasil.
ÉPOCA – Há quem diga que os juízes não poderiam processar Zequinha e seu amigo por corrupção de menores porque elas já haviam sido corrompidas antes.
Maria do Rosário – Nossa legislação mudou muito nas duas últimas décadas. Ainda assim, o Código Penal trata o crime sexual como crime contra os costumes e tem uma visão distorcida da vítima. Mas já está superado o conceito de “mulher honesta” como condição para ter a proteção da lei. Isso acabou. Para absolver esses réus, os juízes do STJ usaram a doutrina anterior a nossa Constituição de 1988. Com isso, condenam essas meninas à exploração institucionalizada e colocam a violência sexual sob o manto do segredo, tanto na vida familiar quanto social. O crime fica invisível ao olhar acostumado da sociedade, estimulado pelas autoridades que deveriam assegurar os direitos das vítimas.
ÉPOCA – Como avançar na lei para evitar brechas e omissões?
Maria do Rosário – Em nosso projeto parado no Senado, dizemos que toda abordagem sexual de menores de 14 anos deve ser punida como crime. Estamos acabando com a distinção entre estupro e atentado violento ao pudor. No Brasil, atualmente, só existe estupro quando se consuma um ato vaginal completo. Qualquer outro tipo de sexo – oral, anal – não seria estupro, e, por isso, meninos não seriam vítimas. Mesmo que a pena possa ser igual nos dois delitos, a sociedade entende o atentado ao pudor como um crime menor.
ÉPOCA – O que, a seu ver, poderia ter levado o STJ a absolver os réus?
Maria do Rosário – Não pretendo dar argumentos aos juízes e irei aos ministros do Supremo antes de recorrer aos organismos internacionais. Mas acho que a decisão do STJ reflete algo terrível em nossa sociedade. A maneira dúbia com que se encaram hoje nossas crianças. Numa hora, é a criança anjo, sem sexo, desprovida de qualquer desejo. Outra hora, é um ser diabólico e provocador, a menina vista como ninfeta. A sociedade contemporânea tem misturado a sexualidade de adultos e crianças. O corpo jovem tem sido valorizado sexualmente além dos limites aceitáveis. Modelos são obrigadas a se enquadrar num corpo esquálido e quase infantil, manequim 36. Revistas masculinas associam a nudez de mulheres ao universo infantil, com ursinhos de pelúcia, uniforme de colegial, quartos de adolescentes. Os juízes acabam agindo como peça de uma engrenagem que subtrai a infância.
(Revista Época, 03/07/2009)
No texto as concordâncias nominal e verbal seguem a gramática normativa. Considere as concordâncias abaixo:
I. Bastantes servidoras técnico-administrativas prestaram depoimento.
II. Precisamos de servidoras o mais honestas possível.
III. Vossa Excelência não podeis fazer uso de vossa palavra agora.
Com base na gramática normativa, existe erro de concordância:
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De acordo com a NBR14724 o “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação e ilustração” para o trabalho acadêmico chama-se:
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