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Podemos afirmar que um modelo de maturidade é:
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Análise a situação abaixo e responda.
Uma empresa funciona num esquema de projetos. Seus colaboradores são alocados nos projetos com um certo percentual de dedicação. Administrativamente os empregados estão lotados em um departamento e podem participar de um ou mais projetos que são gerenciados por um único empregado. As peças utilizadas nos projetos são armazenadas nos vários armazéns da empresa.
Desta situação foram identificadas as seguintes relações:

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- Engenharia de SoftwareGerenciamento de Configuração de Software (SCM)
- Engenharia de SoftwareGerenciamento de Projetos de Software
- Qualidade de SoftwareSQA: Garantia da Qualidade de Software
Quanto à gerência de projetos e à qualidade em projetos de software, julgue as seguintes sentenças:
I - A gerência de configuração de software consiste em um conjunto de atividades que objetivam gerenciar os parâmetros para ajustar a instalação e a operação de um software aos diversos ambientes onde o software pode ser utilizado, após seu desenvolvimento.
Il- Com a orientação a objetos e a reutilização de componentes, tornou-se possível recuperar atrasos em projetos de software simplesmente com a colocação de mais programadores nos projetos, de modo semelhante aos processos de manufatura de produtos industriais.
III - O escalonamento de tarefas de um projeto de software deve excluir as atividades de garantia da qualidade de software nesse projeto, dado que tais atividades devem ser realizadas por membros externos à equipe de projeto.
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosDefinição: Estrutura de Dados
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Array
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Pilha
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Vetor
Marque a opção que representa uma característica CORRETA a respeito da estrutura de dados pilha.
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Ainda se tratando das comunicações oficiais, apenas não é correto o pressuposto de que
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada(a,b,c,d,e) área tem seu guru-mor(b,c). Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém(a,b,c,d) tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre(d,e) as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu(c): a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples(e): num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples(b,d,e) comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor(c,d). A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
A uniformidade é a principal característica morfológica de
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Fila
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Lista
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Pilha
Considere que os seguintes itens são inseridos, nesta ordem, em uma estrutura de dados: 3, 4, 7, 10, 1. Marque a alternativa correspondente ao segundo item a ser retirado caso essa estrutura de dados seja uma fila, lista e pilha, respectivamente:
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Considere as seguintes afirmativas sobre o processo de melhoria de qualidade do desenvolvimento de software conhecido como CMMI (Capability Maturity Model Integration), julgue as sentenças a seguir:
I- O CMMI possui duas representações: "contínua" ou "por estágios". Estas representações permitem à organização utilizar diferentes caminhos para a melhoria de acordo com seu interesse.
II - Disponibiliza uma sequência pré-determinada para melhoria baseada em estágios que não deve ser desconsiderada, pois cada estágio serve de base para o próximo.
IlI- Gerência de Requisitos não é uma área de processo necessária aplicada ao nível 2.
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- Engenharia de SoftwareCiclo de Vida de Software
- Engenharia de SoftwareModelos de DesenvolvimentoÁgeis
- Manutenção e Evolução de SoftwareReúso de Software
Considerando os modelos do ciclo de vida de software, julgue os itens que se seguem.
I. O modelo em cascata consiste de fases e atividades que devem ser realizadas em sequência, de forma que uma atividade é requisito da outra.
II. O modelo orientado a reúso parte de um software existente para que se crie outro, no todo ou apenas em parte de seus componentes.
II. Os modelos ágeis são muito mais rápidos e eficientes que os modelos incremental e iterativo, não partilhando aqueles, portanto, das visões adotadas por estes.
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing(a). Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing(b). Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos(e). A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços(c). De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo(d). Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
paralelo endógeno se firma na estrutura não é/mas é, com o segundo verbo elíptico, no período:
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