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Segundo o guia PMBOK® quarta edição que aborda a gestão de projetos em grupos de processos, qual dos seguintes itens não é um grupo de processo identificado nesse guia?
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Quanto a APF (Análise por Ponto de Função) podemos afirmar:
I. A APF busca medir o que o software faz, e não como ele foi construído.
II. A contagem de pontos de função é baseada em uma avaliação padronizada dos requisitos lógicos do usuário.
III. Arquivos temporários, de trabalho ou de classificação são exemplos de Arquivos Lógicos Internos.
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Há em ninguém tem mais peso, uma concepção coloquial. Convertendo-se o sentido da expressão para a linguagem culta e, em seguida, para a popular, seus termos ficariam mais bem representados, se assim expressos:
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Marque a alternativa falsa.
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosDefinição: Estrutura de Dados
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Fila
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ListaLista Encadeada
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Pilha
Ainda com relação às estruturas de dados, assinale a alternativa falsa.
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia(e). Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios(e) Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu(e): a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir(c) bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência(d) os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente(d) de negócios(b) que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso(c), assim como envolver nessa empreitada(d) não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0(b).
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento(b) de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações(c) tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas(a) e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio(a) justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho(a) para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Sintaticamente funcionam como complemento de nomes de significação relativa os termos
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É correto afirmar sobre padrões de projeto.
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Com relação à gestão de projetos de software é incorreto afirmar que:
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Na linguagem SQL a cláusula select é usada para relacionar os atributos desejados no resultado de uma consulta. A palavra chave que podemos inserir após a cláusula select para forçar a eliminação de duplicidade no resultado de uma consulta é:
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No ambiente Linux, para fazer referência à primeira partição primária no primeiro drive IDE é utilizado o nome:
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