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TEXTO – O GAJO, O ÓCIO E A REDE (Adriana Calcanhoto)
Na Flip 2015, duas das questões mais caras ao homenageado do ano, Mário de Andrade, foram bem iluminadas por dois dos escritores portugueses presentes. Uma delas, o escrever “brasileiro”. O abrasileiramento da nossa língua escrita. Mário trocou muitas e intensas cartas com o poeta Manuel Bandeira, que concordava e gostava da ideia em essência, criticando apenas a sistematização utilizada pelo amigo. Em Portugal, diz-se normalmente que nós, brasileiros, falamos brasileiro e eles, portugueses, português. Nas linguagens catalogadas do mundo, assim como há um inglês britânico e um inglês americano, há o português de Portugal e o português do Brasil. Não exatamente aquele brasileiro com que Mário de Andrade acusava seus pares de não terem coragem de escrever; mas o brasileiro em que a poeta portuguesa Matilde Campilho respondeu às perguntas na tenda dos autores. Na hora de ler os seus poemas, Matilde pediu licença para ler em português, de Portugal, sua língua materna, ou para ela pareceria “mentira”. A poeta é bilíngue, viveu no Brasil.
Na Flip 2015, duas das questões mais caras ao homenageado do ano, Mário de Andrade, foram bem iluminadas por dois dos escritores portugueses presentes. Uma delas, o escrever “brasileiro”. O abrasileiramento da nossa língua escrita. Mário trocou muitas e intensas cartas com o poeta Manuel Bandeira, que concordava e gostava da ideia em essência, criticando apenas a sistematização utilizada pelo amigo. Em Portugal, diz-se normalmente que nós, brasileiros, falamos brasileiro e eles, portugueses, português. Nas linguagens catalogadas do mundo, assim como há um inglês britânico e um inglês americano, há o português de Portugal e o português do Brasil. Não exatamente aquele brasileiro com que Mário de Andrade acusava seus pares de não terem coragem de escrever; mas o brasileiro em que a poeta portuguesa Matilde Campilho respondeu às perguntas na tenda dos autores. Na hora de ler os seus poemas, Matilde pediu licença para ler em português, de Portugal, sua língua materna, ou para ela pareceria “mentira”. A poeta é bilíngue, viveu no Brasil.
De vossa mercê para vosmicê, de vosmicê para você, de você para cê, este é o caminho que mantém uma língua viva, o do menor esforço. Somos duas línguas, e não é questão de sotaque, melodia ou pronúncia, apenas. “Jóquei”, o primeiro livro de Matilde Campilho, foi lançado no Brasil na versão original, em brasileiro; já em Portugal, foi traduzido para o português por conta da série de palavras em brasileiro, incompreensíveis lá. Gonçalo M. Tavares, em sua fala, mais de uma vez certificou-se com o público se era do conhecimento geral o significado de uma ou outra palavra, “também usam, não é?”. Em brasileiro, usamos ainda palavras que, no português de hoje, são arcaicas, palavras que ficaram por aqui desde o tempo da Corte e que, em Portugal, caíram em desuso, sendo, portanto, incompreensíveis para os portugueses nossos contemporâneos. Telemóvel é telefone celular; guião é roteiro de cinema; ecran é tela, de cinema, TV ou computador; rato é mouse; peão é pedestre; pequeno-almoço é café da manhã; aquele gajo é aquele cara. Em brasileiro, temos três nomes para uma mesma raiz: aipim, macaxeira e mandioca. Três nomes diferentes para a mesma fruta: bergamota, tangerina e mexerica, e algum dia ainda teremos o dicionário brasileiro-brasileiro. Evidente que o escrever brasileiro que Mário almejava é muito mais do que isso, muito mais profundo, mas é sempre excelente provocação, e, quando aparece na Flip, a alguns meses de antecedência da assinatura do Novo Acordo Ortográfico, que Portugal poderá não assinar e com isso nos obrigar a pensar melhor (as duas línguas), achei excelente.
De uma das coisas mais profundas do Brasil profundo de Mário de Andrade, teceu-se a fala de Gonçalo M. Tavares. O tempo lento. Interiorano, interior, o tempo de só ser. A desaceleração. Gonçalo afirma que a maioria de nós vive como imortais, quando não somos. Desperdiçamos nosso tempo, precioso e finito, ou precioso porque finito, saindo com alguém que sabemos que é chato, indo assistir a um filme que já sabemos médio. Comenta ele que, em Portugal, há agora, nas escolas, uma atividade chamada “ocupação do tempo livre”, o que em si é uma insanidade e da qual as crianças fogem e vão se esconder no banheiro (que em Portugal é casa-de-banho), muito compreensivelmente. Não há como viver sem espaços livres, não há criação sem ócio. Sem ócio não há negócio. Schopenhauer sustentava que a vida dos eruditos é, na grande maioria, intelectualmente muito pobre, porque só leem, da manhã à noite, e não dão-se a si mesmos espaços para livre pensar. Apenas acumulam informação. O oposto do erudito Mário, que descobriu que não era na eruditice livresca que morava o que realmente lhe interessava. Como disse em uma das primeiras cartas da correspondência com um então jovem Carlos Drummond: … “Eu acho, Drummond, pensando bem, que o que falta pra certos moços de tendência modernista brasileiros é isso: gostarem de verdade da vida. Como não atinaram com o verdadeiro jeito de gostar da vida, cansam-se, ficam tristes ou então fingem alegria, o que ainda é mais idiota do que ser sinceramente triste. Eu não posso compreender um homem de gabinete, e vocês todos, do Rio, de Minas, do Norte me parecem um pouco de gabinete demais.” …
No tempo de Mário, não havia internet. O poeta não viveu essa nossa angústia da velocidade de que Gonçalo falou tão andradinamente. Velocidade não é bom para tudo. Não serve para tudo. Saber agora que algo é lento gera impaciência, mas ser lento não é necessariamente defeito. Na escrita, para que ela seja lapidada, polida, enxugada, essencializada, que melhore enquanto escrita, leva tempo. Dura enquanto dura. Só o tempo opera a condensação de 24 laudas iniciais em duas finais, para dizer rigorosamente a mesma coisa. Já entendemos que não temos como assimilar tanta informação disponível e essa frustração é do tamanho de um luto: sabemos que não poderemos ler todos os clássicos ou todos os contemporâneos no tempo de uma vida. No tempo de Mário, tinha-se uma única certeza nesta vida. Agora temos duas. Então não adianta correr, ter mais e mais velocidade por muito menos, jamais conseguiremos; não adianta não viver o presente em velocidade máxima, daremos no mesmo lugar. Vamos com calma, devagar com o andor. Range rege. Ai! que preguiça!…
Disponível em: http://oglobo.globo.com/cultura/o-gajo-ocio-a-rede-16738272/. Acesso em 2 nov. 2016.
Sobre o uso de operadores argumentativos, marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
I. ( ) Embora mencione o abrasileiramento de nossa língua escrita como algo realizado por Mário de Andrade, a cronista apresenta argumentos que discordam dessa característica do autor.
II. ( ) Depreende-se, ao longo de todo o texto, que a autora discursa em favor de uma homogeneidade e uma uniformidade da língua portuguesa, seja ela utilizada aqui no Brasil ou em Portugal.
III. ( ) Argumentando em favor do tempo livre, do ócio, da desaceleração, a cronista cita exemplo do que acontece em Portugal, como contra-argumento para a ideia a qual defende.
IV. ( ) A menção ao que disse Schopenhauer reforça o argumento em favor da ocupação do tempo livre com atividades mais producentes, o que torna as pessoas mais eruditas e intelectuais.
A sequência correta é
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Quanto ao princípio de funcionamento dos motores quatro tempos ciclo Otto (MCICOtto) e ciclo Diesel (MCICDiesel), no 1º Tempo e no 3º Tempo, para que
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Na queima completa do acetileno, ao serem consumidas !$ 12,04 !$ x !$ 10^{23} !$ moléculas de !$ O_2 !$, são obtidos de !$ H_2O !$
Dada a equação não balanceada para essa reação !$ C_2H_2 !$(g) + !$ O_2 !$(g) → !$ H_2O !$(v) + !$ CO_2 !$(g)
Dado: Massa Molar (!$ H_2O !$) = 18 g /mol.
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O planejamento e a organização de eventos envolvem diversos termos técnicos. Analise as terminologias correspondentes.
(1) Press-Release
(2) Press-Kit
(3) Mise-en place
(4) Mailling List
(5) Briefing
( ) Termo em francês que significa colocar, pôr, organizar no lugar. Ação de dispor as coisas numa certa ordem.
( ) Na linguagem do jornalismo, material que deve ser entregue aos jornalistas, numa entrevista coletiva, ou nas redações, com informações prévias sobre diversos temas referentes ao assunto em questão. No campo da comunicação, conjunto de informações, textos, ilustrações, fotografias e até amostras de produtos entregues à imprensa nos trabalhos de relações públicas e assessoria de imprensa.
( ) Texto distribuído à imprensa, em linguagem jornalística. Deve conter informações de interesse da assessoria de imprensa, da empresa ou da organização, para facilitar o trabalho do repórter.
( ) Reunião preparatória, é a coleta de todas as informações relativas ao projeto, resumo de informações das quais surgirão propostas de ação, visando fornecer, aos profissionais envolvidos, uma visão ampla de todos os aspectos do evento. É realizado com o contratante, dirigente.
( ) É uma lista de endereços eletrônicos, de pessoas que estão interessadas no assunto. Usando o seu programa de correio eletrônico, poderá realizar ações de marketing direto, ou dirigir-se a todas elas ao mesmo tempo.
A sequência correta é
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- Lei de Responsabilidade FiscalTransparência, Controle e Fiscalização (arts. 48 ao 59)RREO: Relatório Resumido da Execução Orçamentária (arts. 52 e 53)
Entre os demonstrativos financeiros aplicados ao setor público, a Lei de Responsabilidade Fiscal estabeleceu um deles como elemento obrigatoriamente integrante do Relatório Resumido da Execução Orçamentária:
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Considerando-se o que dispõe a Lei nº 9.394/96, para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, analise as afirmativas.
I. Poderá ser desenvolvida de forma articulada com o ensino médio ou subsequente a esse;
II. Poderá ser desenvolvida na forma articulada integrada ao ensino médio, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, efetuando-se matrícula única para cada aluno;
III. Poderá ser desenvolvida na forma articulada concomitante ao ensino médio, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando, efetuando-se matrículas distintas para cada curso, na mesma instituição de ensino ou em instituições de ensino distintas, aproveitando-se as oportunidades educacionais disponíveis;
IV. Poderá ser desenvolvida na forma articulada integrada ao ensino médio, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando, efetuando-se matrículas distintas para cada curso, em instituições de ensino distintas, mediante convênios de intercomplementaridade, visando ao planejamento e ao desenvolvimento de projeto pedagógico unificado;
V. Poderá ser desenvolvida na forma articulada concomitante ao ensino médio, oferecida a quem ingresse no ensino médio ou já o esteja cursando, efetuando-se matrículas distintas para cada curso, em instituições de ensino diferentes, mediante convênios de intercomplementaridade, visando ao planejamento e ao desenvolvimento de projeto pedagógico unificado.
Estão corretas:
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O nome da topologia de rede, na qual todos os dispositivos estão conectados entre si, de forma entrelaçada, é
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Texto
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconsequente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d’água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcaloide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcaloide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
– Lá sou amigo do rei –
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
– Lá sou amigo do rei –
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
(Vou-me embora para Pasárgada. Manuel Bandeira. "Bandeira a vida inteira". Alumbramento, Rio, 1986, p. 90)
Sobre o texto, é correto afirmar-se que
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“Em Atenas, procurava-se formar espíritos delicados, prudentes, sutis, embebidos da graça e harmonia, capazes de gozar o belo e os prazeres da pura especulação; em Roma, desejava-se especialmente que as crianças se tornassem homens de ação, apaixonados pela glória militar, indiferentes no que tocasse às letras e às artes. Na Idade Média, a educação era cristã, antes de tudo; na Renascença, toma caráter mais leigo, mais literário; nos dias de hoje, a ciência tende a ocupar o lugar que a arte outrora preenchia”.
MEKSENAS, Paulo. Sociologia da educação. São Paulo: Loyola,1998.
Com base no texto acima, o objetivo da educação e o autor estão revelados na opção
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TEXTO – MARCUSCHI, A PESSOA “QUE ME ENSINOU MUITO DO QUE AINDA VOU APRENDER” (Marcos Bagno)
Quando comecei a estudar na Universidade Federal de Pernambuco, quase trinta anos atrás, uma das primeiras disciplinas que cursei era ministrada por Luiz Antônio Marcuschi. Foi uma dessas pouquíssimas experiências que representam um ponto de transformação em nossas vidas e que nos marcam definitivamente. A partir dali, procurei me matricular em todos os cursos que Marcuschi oferecia, de modo que ele foi meu professor em todos os semestres da minha graduação em Letras e também em meu mestrado em linguística. Eu dizia aos colegas que, se ele oferecesse aulas de corte e costura ou de culinária tailandesa, eu estaria sempre na primeira fila. Isso porque, em cada encontro, Marcuschi nos fazia percorrer as principais trilhas do pensamento filosófico ocidental, de Platão a Wittgenstein, com passagens por santo Agostinho, Leibniz e Frege, e paradas obrigatórias nas grandes teorias da linguística.
Uma colega me confessou, certa vez, que saía daquelas aulas com dor de cabeça, enquanto outra desejava montar uma bilheteria e cobrar ingresso para o que lhe pareciam verdadeiros espetáculos de erudição. Mas era, na verdade, uma prática de ensino que não se resumia à exibição pura e simples de conhecimento para subjugar os estudantes, para produzir inveja ou temor, como se dá com melancólica frequência em nossos meios acadêmicos. Uma prática que outro ex-aluno dele definiu como generosidade intelectual. Porque Marcuschi compartilhava suas fontes com absoluta prodigalidade, jamais escondia para seu uso exclusivo os segredos do acesso à informação.
Em todas as conferências que dava, o gesto final era sempre o mesmo: entregava as páginas com o texto que tinha acabado de ler, para que as pessoas fizessem cópias à vontade, sem nenhuma restrição, sem nada pedir em troca.
Eram textos em incessante construção, que ele poderia até eventualmente reapresentar em outra ocasião, já mais amadurecidos, mais enriquecidos com novas reflexões, novos resultados, novas reformulações. Por isso, decerto, ele talvez tenha publicado menos do que gostaríamos, pois era movido por essa insatisfação compulsiva que leva os grandes pensadores a exigirem sempre mais de si mesmos.
Ainda assim, foi o principal introdutor, nos meios científicos brasileiros, de uma série de teorias linguísticas que, se hoje têm ampla difusão entre nós, é precisamente graças a ele: análise da conversação, linguística textual, pragmática linguística, relações fala/escrita, linguística cognitiva... Marcuschi era inflexível quanto à sua recusa de qualquer teoria sobre a linguagem que desconsiderasse a atividade humana, a interação social, a inevitabilidade de incluir o falante e seus interlocutores na análise de toda e qualquer manifestação verbal oral ou escrita. Algo que aprendi com ele e que repito a todo momento é que a linguagem é um trabalho efetuado pelas pessoas em interação social. Não se trata, portanto, de mero uso, como se a língua fosse uma caixa de ferramentas: trata-se de ação. Para ele, o formalismo paroxístico da linguística chomskiana, por exemplo, era nada menos do que um “escândalo científico”, conforme escreveu certa vez.
Sei que todas as pessoas que, como eu, fomos suas alunas e alunos e tivemos o privilégio incalculável de conviver com ele, dentro e fora de sala de aula, vamos conservar a influência decisiva implantada em nós por um homem que viveu exclusivamente para o estudo e para a construção do conhecimento. Dono de uma franqueza absoluta, sem meias palavras e sem concessões, enunciava suas opiniões e seus ensinamentos num incontornável sotaque gaúcho que, até hoje, ecoa em nossos ouvidos como o traço distintivo desse intelectual como poucos que o Brasil tem produzido. Por isso, na dedicatória que lhe fiz num dos meus livros, escrevi que Marcuschi é a pessoa “que me ensinou muito do que ainda vou aprender”.
Disponível em: http://www.parabolaeditorial.com.br/blog/entry/luiz-antonio-marcuschi.html/. Acesso em 2 nov. 2016
Constitui um marcador discursivo temporal que dá sequência ao desenvolvimento de uma ideia imediatamente anterior:
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