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Existem poucas pesquisas ou trabalhos brasileiros que abordam a atuação dos tradutores surdos, mas entre as realizadas está a pesquisa de Fleury (2010). Analise as afirmações abaixo sobre essa prática tradutória de acordo com o artigo da autora.
I) O tradutor surdo é um profissional que não fica entre o emis¬sor e o receptor, sendo que o destaque vai para o sinalizador e não para o tradutor. Ele atua de modo similar a um “espelho”.
II) Boa parte dos tradutores surdos fornece uma tradução cultural como experiência visual entre Português e Libras.
III) A editora Arara Azul e o material intitulado Literatura em Língua de Sinais apresentam o trabalho de tradutores surdos em atuação, como atores em performances em Libras.
IV) O papel de tradutores no desenvolvimento e reconhecimento da língua de sinais é imprescindível, já que esta língua não é de todo conhecida. Espera-se, em vista disso, a difusão e o esclarecimento da possibilidade de melhorar os estudos e pesquisas sobre a atuação dos tradutores surdos.
V) É prática comum para os tradutores surdos utilizar estratégias destinadas a envolver o surdo, pedir esclarecimentos, verificar a compreensão, manter o foco, esclarecer o contexto e construir a tradução que é consistente com o quadro experiencial e linguístico do surdo.
São explicações CORRETAS sobre as práticas dos tradutores surdos mencionadas apenas:
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Os Estudos da Tradução estabelecem interfaces com teorizações de diferentes disciplinas, podendo-se perceber os vários campos teóricos envolvidos e que têm como objeto de estudo a tradução. Ao analisar o trabalho de Vieira-Machado & Santana (2015) e Dinarte & Russo (2015), verifica-se que esses autores estão filiados a um campo do saber similar. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE este campo:
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O periódico Cadernos de Tradução apresentou mais um volume especial reunindo pesquisas que abordam a tradução e/ou a interpretação de/para línguas de sinais. Assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F).
( ) Cadernos de Tradução marca a emergência das pesquisas envolvendo a tradução e a interpretação de línguas de sinais no Brasil e testemunha a sua profícua ampliação.
( ) A edição número 26, publicada em 2011, Tradução e Interpretação de Línguas de Sinais, apresenta um breve panorama dos Estudos da Tradução e da Interpretação de Línguas de Sinais e já anuncia a afirmação desse campo disciplinar no Brasil.
( ) A edição especial do periódico está em consonância com a série de acontecimentos, vivenciados nas últimas décadas, que impactaram o reconhecimento linguístico, político e social das línguas de sinais e, por sua vez, aqueceram a proliferação de pesquisas na área.
( ) O periódico Cadernos de Tradução apresenta pesquisas apenas com enfoque no ensino da Língua Brasileira de Sinais.
( ) A edição especial do periódico está em consonância com uma série de acontecimentos – entre eles o encontro de pesquisadores da tradução e da interpretação de línguas de sinais em eventos acadêmicos das áreas da Linguística, da Linguística Aplicada, da Letras e da Tradução –, os quais se desdobraram em várias ações, dentre as quais merece destaque o estabelecimento dos Estudos da Tradução e da Interpretação de Línguas de Sinais no contexto brasileiro.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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Leia e assinale a alternativa CORRETA referente à Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.
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Referente à Lei nº 12.319/2010, que regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais, assinale a alternativa CORRETA, que considera suas atribuições no exercício de suas competências, especificadas no artigo 6º da referida lei.
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Referente aos cursos de formação de intérpretes no Brasil, considerados por Lacerda (2012), assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F).
( ) Os primeiros programas de formação de intérpretes encontravam-se na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e na Associação Alumni, em São Paulo.
( ) E m 1999, d estaca-se a c riação d o C urso d e Formação d e I ntérpretes d e C onferências d e Língua Inglesa da PUC de São Paulo.
( ) Há diversos cursos de tradutor e intérprete oferecidos no Brasil por várias universidades, muitos com autonomia, outros vinculados a cursos de Letras.
( ) Cursos que articularam formação de tradutores e intérpretes surgiram também na Faculdade Ibero-Americana, em São Paulo.
( ) Estudos interessados em conhecer o estado da arte sobre as pesquisas na área de tradução e interpretação no Brasil indicam que, nas décadas entre 1980 e 2000, as produções acadêmicas foram tímidas, mas importantes, porque revelam interesse crescente por essa área, com estudos qualificados desenvolvidos em programas de mestrado e doutorado.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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Para Lacerda (2012), não são numerosos os textos disponíveis sobre a trajetória da profissão de intérprete no Brasil. Para a autora, a maior parte deles trata das técnicas utilizadas, sem fazer referência ao percurso deste campo de atuação. Assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F) referentes ao breve histórico sobre a prática de interpretação apresentado pela autora.
( ) De acordo com Pagura, o trabalho em conferências de forma semelhante ao que se faz atualmente teve início apenas no século XX.
( ) Foi a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra que tornou necessária a interpretação envolvendo o inglês e o francês, já que muitos americanos e britânicos não dominavam o francês suficientemente para as negociações.
( ) Com o final da Segunda Guerra, o Julgamento de Nuremberg impôs a necessidade de trabalhar num contexto em que quatro línguas eram fundamentais: inglês, francês, português e russo.
( ) Na Organização das Ações Unidas (ONU), estão presentes intérpretes de pelo menos seis idiomas (inglês, francês, espanhol, russo, chinês e árabe). Desse modo, a interpretação simultânea foi ganhando espaços e substituindo a interpretação consecutiva, antes mais frequente.
( ) A formação dos primeiros intérpretes, por exemplo, os que atuaram em Nuremberg ou na ONU, se deu pela prática. As primeiras experiências de interpretação simultânea ocorreram sem qualquer treinamento prévio.
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Baseado nos estudos linguísticos realizados por Quadros e Karnopp (2004), assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F).
( ) Os verbos na língua brasileira de sinais, bem como na ASL, estão basicamente divididos em três classes: verbos simples, verbos com concordância e verbos espaciais.
( ) A fonética e fonologia nas línguas de sinais são as áreas da linguística que estudam as unidades mínimas dos sinais que apresentam significado isoladamente.
( ) Na língua de sinais brasileira, o processo de negação na sinalização ocorre apenas com a inclusão do sinal não, como ocorre nos sinais NÃO-SABER e NÃO- CONHECER.
( ) As possibilidades de estabelecimento de referentes são inúmeras. Todos os referentes estabelecidos no espaço ficam à disposição do discurso para serem referidos novamente através da apontação ostensiva ou da flexão verbal.
( ) A fonologia estuda a configuração de mão e a locação segundo a função que elas cumprem numa língua específica, as unidades relacionadas às diferenças de significado e sua inter-relação significativa para formar as sílabas, morfemas e sinais.
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As autoras Nicoloso e Heberle (2015) discutem a prática da interpretação simultânea da Língua Portuguesa para a Libras em relação às Modalidades de Tradução descritas por Aubert (1998), com uma produtiva metodologia, não só para descrever, mas para analisar e explicar as escolhas e os processos envolvidos na tradução e na interpretação. Associe a segunda coluna com a primeira e assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA da associação, de cima para baixo, referente a algumas modalidades citadas elas autoras.
Coluna 1
I) Acréscimo
II) Empréstimo
III) Decalque
IV) Adaptação
V) Correção
Coluna 2
( ) Essa modalidade de tradução é frequentemente utilizada pelos tradutores a fim de acrescentar e complementar as informações emitidas no texto alvo.
( ) Ocorre com a finalidade de estabelecer uma aproximação com a língua e cultura de chegada, para que o texto seja confortável na sua recepção.
( ) Nessa modalidade, o tradutor opta por “melhorar” o texto meta em comparação com o teto fonte.
( ) Refere-se a uma palavra ou expressão emprestada da língua fonte, mas que foi submetida a certas restrições ou adaptações gráficas e/ou morfológicas para conformar-se às convenções da língua alvo.
( ) É um segmento textual do texto fonte reproduzido no texto meta.
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Nicoloso e Heberle (2015) contextualizam sua pesquisa dentro dos Estudos da Interpretação (EI) e, mais especificamente, na área da interpretação de língua de sinais, levando em conta as várias abordagens teóricas e vertentes metodológicas presentes nos Estudos da Tradução e nos Estudos da Interpretação. Com base nas referências citadas pelas autoras, assinale as afirmativas VERDADEIRAS com (V) e as FALSAS com (F).
( ) O Problema de tradução, conforme Vasconcellos e Bartholamei (2008), diz respeito a uma representação explícita daquilo que se apresenta como uma situação de tradução de difícil solução.
( ) A tradução, conforme Aubert (1998), pode ser entendida como qualquer outro ato de comunicação, ou atividade que acontece entre seres humanos e entre grupos sociais, que ocupa lugar entre culturas, ideologias e diferentes visões de mundo.
( ) Vinay & Darbelnet (1960), por sua vez, explicam que a tradução, operação de transferência de uma língua X para uma língua Y, com o objetivo de expressar uma mesma realidade, se baseia numa disciplina particular cujo objetivo é evidenciar as características específicas de cada língua.
( ) Aubert (1998) afirma que a tradução consiste numa disciplina que possui técnicas próprias e enfrenta problemas específicos. Para este autor, um conhecimento melhor dos métodos e procedimentos de tradução, assim como a assimilação e a utilização das técnicas específicas, possibilitarão encontrar um número cada vez maior de soluções e, com isto, será possível fazer da tradução uma arte.
( ) Para Pöchhacker (2004), a interpretação não precisa estar ligada, necessariamente, à tradução oral. Ele afirma que, se considerarmos o aspecto de tempo da interpretação, é possível diferenciá-la de outras formas de tradução, sem se recorrer à dicotomia oral versus escrito.
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