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Foram encontradas 50 questões.

2563977 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Planilhas eletrônicas, como MS-Excel e LibreOffice Calc utilizam caracteres especiais para criação de fórmulas. Sobre esses caracteres, associe a segunda coluna de acordo com a primeira.

I – = ( ) Sinal de multiplicação.

II – * ( ) Referência absoluta de uma célula.

III – ^ ( ) Sinal de potenciação.

IV – $ ( ) Define o início de uma fórmula.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo.

 

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2563976 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Os sistemas operacionais, como o Windows 8 têm, em suas estruturas de armazenamento, arquivos e pastas. Sobre esse tema, marque (V) para as afirmativas VERDADEIRAS e (F), para as FALSAS.

( ) Alguns caracteres são considerados especiais e não funcionam em nomes de arquivos, tais como “?” e “*”.

( ) Uma subpasta nada mais é do que uma pasta dentro de outra pasta.

( ) Uma subpasta não pode ter o mesmo nome da sua pasta mãe.

( ) As pastas têm a função de organizar logicamente os arquivos armazenados.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.

 

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2563975 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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A tecnologia é utilizada principalmente em celulares, smartphones e tablets pois dispensa o uso de mouses para a utilização dos aplicativos, já que é sensível ao toque.

Assinale a alternativa que CORRETAMENTE preenche a lacuna do texto acima.

 

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2563974 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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A quadra poliesportiva retangular de um ginásio, cujas dimensões são 16 metros de largura e 27 metros de comprimento, será pintada com as cores verde e vermelho. A quadra será pintada de verde, exceto dois retângulos, cujas dimensões são 3,6 metros de largura e 5,7 metros de comprimento; e um círculo, cuja medida do raio é igual a 1,8 metros, internos a quadra, que serão pintados de vermelho. A área total, em metros quadrados, que será pintada de vermelho será de aproximadamente:

(Para efeito de cálculos, considere \( \pi = 3 \))

 

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2563973 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Num dia de greve de ônibus, um servidor utilizou um táxi para chegar até seu serviço, o qual dista 10 km de sua casa. A tabela abaixo representa os valores pagos nas duas últimas corridas feitas pelo taxista, que levou esse servidor até seu serviço.

Distância percorrida (km)

5 18

Valor pago pela corrida (R$)

25 64

Considerando que os valores pagos por essas corridas podem ser calculados através de uma função polinomial de 1º grau, o valor pago, em reais, por esse servidor para ir da sua casa até seu serviço foi de:

 

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2563972 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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As idades de uma amostra de dez dos candidatos inscritos para um concurso de Técnico Administrativo do Instituto Federal são: 26, 18, 19, 22, 21, 30, 24, 36, 30, 34. A Média, a Moda e a Mediana dessa amostra são, respectivamente:

 

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2563971 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Numa turma de 60 alunos de um curso preparatório de Pré-Ifes, foi feito um levantamento a respeito da preferência de três cursos técnicos que eles fariam: Eletrotécnica, Mecânica ou Edificações. Os resultados obtidos foram: 28 fariam o curso de Eletrotécnica, 30 fariam o curso de Mecânica, 8 fariam os cursos de Eletrotécnica e de Mecânica e 10 só fariam Edificações. A porcentagem dos alunos que fariam somente o curso de Mecânica é de aproximadamente:

 

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2563970 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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Durante a formatura de uma turma do Instituto Federal, havia 60 veículos no estacionamento, entre carros e motos. Um segurança resolveu contar o número de rodas desses veículos que estavam em contato com chão. Após fazer essa contagem, ele concluiu que havia 220 rodas. O número de rodas de motos que estavam em contato com o chão nesse dia era de:

 

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2563969 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Era um menino triste. Gostava de saltar com os meus primos e fazer tudo o que eles faziam. Metia-me com os moleques por toda parte. Mas, no fundo, era um menino triste. Às vezes dava para pensar comigo mesmo, e solitário andava por debaixo das árvores da horta, ouvindo sozinho a cantoria dos pássaros.

O meu esporte favorito concorria para estes isolamentos de melancólico. Eu andava pegando pássaros no alçapão. E, escondido, passava horas inteiras na expectativa do sucesso. Via o canário chegar, pousar em cima da gaiola, trocar suas carícias com o prisioneiro, lastimar a sorte daquele pobre amigo, e depois subir para o alçapão armado, fitar o milho dentro da armadilha, demorar um bocado, na indecisão de quem vai dar um grande passo na vida, e cair na cadeia. Mas isto demorava horas a fio. Muitos chegavam, examinavam tudo, punham o bico quase que dentro do alçapão, e iam-se embora, bem senhores do que se preparava para eles. Enquanto os canários vinham e voltavam, eu me metia comigo mesmo, nos meus íntimos solilóquios de caçador. Pensava em tanta coisa... E um rastejar de calango nas folhas secas fazia um ruído de coisa grande bulindo.

Pensava então naquilo que junto de gente eu não podia pensar. Já estava no engenho há mais de quatro anos. Mudara muito desde que viera de Recife.

— Para o ano — diziam — iria para o colégio.

E o que seria esse colégio? Os meus primos contavam tanta coisa de lá, de um diretor medonho, de bancas, de castigos, de recreios, de exercícios militares, que me deixavam mesmo com vontade de ir com eles. Mas o engenho tinha tudo para mim. [...]

Tinha um medo doentio da morte. Aquilo da gente apodrecer debaixo da terra, ser comido pelos tapurus, me parecia incompreensível. Todo mundo tinha que morrer. As negras diziam que alguns ficavam para semente. Eu me desejava entre estes felizardos. Por que não podia ficar para semente? Dentro de um navio, enquanto o mundo todo se acabasse. E nesse barco eu me via cercado de tudo que era bicho, e a minha tia Maria, a negra Generosa, a vovó Galdina, o meu avô, tudo que me amava estaria comigo. Esta horrível preocupação da morte tomava conta da minha imaginação. [...]

Não ia para o almoço, entretido com a gaiola da chama. Procuravam-me por toda parte. Minha tia Maria ameaçava de soltar tudo quanto era passarinho.

— Nem come mais, só pensando em canários...

Absorvia-me inteiramente com o esporte cruel. Deixava os moleques e os primos para um canto. Mas os meus canários não cantavam. Via-os soltos, com trinados de estalos, dando os seus concertos nos galhos das árvores. Nas gaiolas, irremediavelmente mudos. Faziam greve contra mim. Tratava deles com cuidados maternos. Limpava-lhes as gaiolas, pisava-lhes milho — e nada, calados de vez. Dependurava-os então pelos pés de pau, para ver se os enganava com esse contato com os palcos dos seus dias de festa. E mudos sempre. Os meus pássaros só trabalhavam ao bom preço da liberdade.

As negras me ameaçaram:

— Judiar com passarinho bota as pessoas pro inferno, menino. Deus Nosso Senhor fez os pássaros foi pra cantar no mato, soltinhos.

Porém os grandes dias de glória da minha infância me dera o meu alçapão, escancarado aos ingênuos canários do Santa Rosa.

Fonte: REGO, José Lins do. Menino de engenho. 80. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001, p. 80-83 (adaptado).

Marque a alternativa em que as palavras negritadas e sublinhadas pertençam, respectivamente, às mesmas classes gramaticais dos dois vocábulos negritados e sublinhados no excerto “E mudos sempre.”:

 

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2563968 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES
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O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Era um menino triste. Gostava de saltar com os meus primos e fazer tudo o que eles faziam. Metia-me com os moleques por toda parte. Mas, no fundo, era um menino triste. Às vezes dava para pensar comigo mesmo, e solitário andava por debaixo das árvores da horta, ouvindo sozinho a cantoria dos pássaros.

O meu esporte favorito concorria para estes isolamentos de melancólico. Eu andava pegando pássaros no alçapão. E, escondido, passava horas inteiras na expectativa do sucesso. Via o canário chegar, pousar em cima da gaiola, trocar suas carícias com o prisioneiroE), lastimar a sorte daquele pobre amigo, e depois subir para o alçapão armado, fitar o milho dentro da armadilha, demorar um bocado, na indecisão de quem vai dar um grande passo na vida, e cair na cadeia. Mas isto demorava horas a fio. Muitos chegavam, examinavam tudo, punham o bico quase que dentro do alçapão, e iam-se embora, bem senhores do que se preparava para eles. Enquanto os canários vinham e voltavam, eu me metia comigo mesmo, nos meus íntimos solilóquios de caçador. Pensava em tanta coisa... E um rastejar de calango nas folhas secas fazia um ruído de coisa grande bulindo.

Pensava então naquilo que junto de gente eu não podia pensar. Já estava no engenho há mais de quatro anos. Mudara muito desde que viera de Recife.

— Para o ano — diziam — iria para o colégio.

E o que seria esse colégio? Os meus primos contavam tanta coisa de lá, de um diretor medonho, de bancas, de castigos, de recreios, de exercícios militares, que me deixavam mesmo com vontade de ir com eles. Mas o engenho tinha tudo para mim.A) [...]

Tinha um medo doentio da morte. Aquilo da gente apodrecer debaixo da terra, ser comido pelos tapurus, me parecia incompreensível. Todo mundo tinha que morrer. As negras diziam que alguns ficavam para semente. Eu me desejava entre estes felizardos. Por que não podia ficar para semente? Dentro de um navio, enquanto o mundo todo se acabasse. E nesse barco eu me via cercado de tudo que era bichoB), e a minha tia Maria, a negra Generosa, a vovó Galdina, o meu avô, tudo que me amava estaria comigo. Esta horrível preocupação da morte tomava conta da minha imaginação. [...]

Não ia para o almoço, entretido com a gaiola da chama. Procuravam-me por toda parte. Minha tia Maria ameaçava de soltar tudo quanto era passarinho.

— Nem come mais, só pensando em canários...

Absorvia-me inteiramente com o esporte cruel. Deixava os moleques e os primos para um canto. Mas os meus canários não cantavam. Via-os soltos, com trinados de estalos, dando os seus concertos nos galhos das árvores. Nas gaiolas, irremediavelmente mudos. Faziam greve contra mim. Tratava deles com cuidados maternos. Limpava-lhes as gaiolas, pisava-lhes milho — e nada, calados de vez. Dependurava-os então pelos pés de pau, para ver se os enganava com esse contato com os palcos dos seus dias de festaC). E mudos sempre. Os meus pássaros só trabalhavam ao bom preço da liberdade.

As negras me ameaçaram:

— Judiar com passarinho bota as pessoas pro inferno, menino. Deus Nosso Senhor fez os pássaros foi pra cantar no mato, soltinhos.

Porém os grandes dias de glória da minha infância me dera o meu alçapãoC), escancarado aos ingênuos canários do Santa Rosa.

Fonte: REGO, José Lins do. Menino de engenho. 80. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001, p. 80-83 (adaptado).

Dentre os excertos seguintes, assinale aquele em que o vocábulo negritado e sublinhado foi utilizado em sentido conotativo:

 

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