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Foram encontradas 50 questões.

2564051 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Considerando as disposições do Decreto n.º 1.171/1994 e a Lei 8.112/90, analise as assertivas:

I – Tratando-se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação regressiva.

II – Ao servidor é proibido cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado.

III – O servidor deve colaborar com os atos fiscalizatórios, o que não significa que tenha o dever de facilitar a fiscalização de todos atos / serviços.

IV – Ao servidor é proibido participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada.

Marque a alternativa que apresenta somente assertiva(s) CORRETA(S).

 

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2564050 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

De acordo com a Lei 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, assinale a alternativa CORRETA:

 

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2564049 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

As redes Wi-Fi se tornaram populares pela mobilidade que oferecem e pela facilidade de instalação e de uso em diferentes tipos de ambientes. Para resolver alguns dos riscos que estas redes oferecem, foram desenvolvidos mecanismos de segurança. Sobre esses mecanismos de segurança, associe a segunda coluna com a primeira.

I – WEP (Wired Equivalent Privacy) ( ) É o m ecanismo mais recomendado.

II – WPA (Wi-Fi Protected Access) ( ) É considerado frágil e, por isto, o uso deve ser evitado.

III – WPA-2 ( ) É o nível mínimo de segurança que é recomendado.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo.

 

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2564048 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Aplicativos são aplicações específicas comuns a todos os usuários. Independente do tipo, geralmente os computadores possuem aplicativos para edição de texto, cálculos e outras aplicações. Sobre aplicativos, associe a segunda coluna com a primeira.

I – Writer ( ) Usado para criar apresentações

II – Calc ( ) Usado para criar documentos

III – Impress ( ) Usado para facilitar o cálculo de números

IV – Base ( ) Usado para criar banco de dados

V – Math ( ) Usado para editar fórmulas matemáticas

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de associação, de cima para baixo.

 

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2564047 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

Uma fábrica vendia sorvete em uma embalagem na forma de um cilindro reto, cuja medida do raio da base era de 0,05m e sua altura era de 0,10m. Após uma análise da equipe de marketing, ficou decidido que essa embalagem cilíndrica será substituída por um prisma quadrangular com o lado da base medindo 0,10m. Se as duas embalagens devem conter a mesma capacidade, a altura da nova caixa, em cm, será de:

(Para efeito de cálculos, considere \( \pi = 3 \))

 

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2564046 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

O Ifes é a instituição educacional de maior potencial no estado para atender às demandas do mercado de trabalhoE). E é exatamente em um importante momento histórico para o estado do Espírito Santo que a educação profissional lança suas raízes cada vez mais profundas em solo capixaba.D) [...]

Toda a instituição (a direção, os corpos técnico-administrativo, docente e discente) vai assim, projetando-se cada vez mais no campo do saber, formando mão de obra qualificada e gerando profissionais que brilham em diversas áreas de atuação. [...]

No estado do Espírito Santo, é raro estar numa roda de conversa em que pessoas não informem ter feito algum curso na instituiçãoC). Muitas vezes são profissionais que, nos dias de hoje, atuam em áreas que diretamente pouco têm que ver com o curso técnico que fizeram. Entretanto, todos são agradecidos pelo que aprenderam na Escola Técnica ou no Cefetes e atribuem à Escola boa parte de seu sucesso na vida profissional. [...]

Porém, a grande contribuição da instituição reflete-se, sobretudo, naquilo que está por trás do brilho que todos esses profissionais capixabas ostentam. Cada um deles é como se fosse uma pequena tocha de luzB). Eles são pequenos focos que, somados, formam esta brilhante estrela chamada estado do Espírito Santo. Se o Ifes contribuiu para iluminar cada um desses profissionais, então se pode dizer que também colaborou para a formação desse conjunto de luzes, essa estrela epsilon que, na bandeira nacional brasileira, compõe a constelação do Cruzeiro do Sul e representa o estado do Espírito Santo. Os titãs tiveram e têm um papel fundamental na formação da identidade capixaba. É até emblemático que a formação para o trabalho – tão entranhada na missão desses eternos titãs – acha-se também gravada no lema escrito na bandeira do estado do Espírito Santo.

O lema “trabalha e confia” foi idealizado na gestão de Jerônimo Monteiro (1908-1912), o mesmo governante que obteve para os jovens titãs sua primeira sede naquele momento histórico em que, fundando as Escolas de Aprendizes Artífices (1909), Nilo Peçanha proclamava seus ideais: “O Brasil de ontem saiu das academias, o de amanhã sairá das oficinas”. [...]

Em 29 de dezembro de 2008, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 11.892, que criou 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no país, entre os quais o do Espírito Santo.

Implantados a partir da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, formada pelos centros federais de educação tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais e escolas técnicas vinculadas a universidades, os Institutos Federais consistem em estabelecimentos especializados na oferta de ensino profissionalizante e tecnológico nas diferentes modalidades de ensino, desde a educação de jovens e adultos até o doutoradoA).

SUETH, José Candido Rifan [et al.]. A trajetória de 100 anos dos eternos titãs. Da Escola de Aprendizes Artífices ao Instituto Federal. Vitória: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo, 2009, p. 154-156 (adaptado).

Embora predomine a função referencial, o autor faz uso recorrente de recursos estéticos para reforçar a expressão que tem a Instituição no cenário em questão. O excerto, dentre os indicados a seguir, que apresenta metáfora como recurso estético é:

 

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2564045 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomes. As festas de Natal, por exemplo, comprovam isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vem a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrar.

Os psicólogos fazem uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exige a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grau: como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memória, é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiram o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentes (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

No excerto a seguir, o verbo “lembrar” aparece com o sentido de “trazer à lembrança” e “recordar-se”, acepção inclusive tratada por Cunha & Cintra (2017): “[...] lembramos muito mais de nomes do que de rostos.”. De acordo com a norma-padrão, o excerto apresenta um desvio de:

 

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2564044 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomes. As festas de Natal, por exemplo, comprovamA) isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vemB) a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrar.

Os psicólogos fazemC) uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exigeD) a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grau: como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memória, é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiramE) o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentes (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

A transitividade das ocorrências do verbo “reconheceram” no sétimo parágrafo do texto de referência NÃO coincide com a do indicado em:

 

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2564043 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomesA). As festas de Natal, por exemplo, comprovam isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vem a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrarB).

Os psicólogos fazem uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exige a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grauC): como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memóriaD), é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiram o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentesE) (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

Classifica-se sintaticamente como uma oração subordinada substantiva objetiva direta:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2564042 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IF-ES
Orgão: IF-ES

O texto a seguir serve de referência para a questão abaixo.

Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos

Está no senso comum que somos terríveis para lembrar nomes. As festas de Natal, por exemplo, comprovam isso: todo ano acontece a experiência constrangedora de esquecer o nome daquela prima de segundo grau. E aí sempre vem a desculpa “sou péssimo com nomes”.

Mas cientistas da Universidade de York, na Inglaterra, afirmam que essa impressão é falsa: segundo eles, lembramos muito mais de nomes do que de rostos. O problema está em confundirmos duas coisas: reconhecimento e recordação. Segundo os pesquisadores, os seres humanos são, por natureza, melhores em reconhecer do que em lembrar.

Os psicólogos fazem uma distinção entre esses dois tipos de recuperação da memória. Segundo eles, o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar, enquanto a recordação exige a recuperação de detalhes específicos. Isso mostra por que é fácil esquecer o nome daquela prima de segundo grau: como você já a viu em várias festas de Natal, sua mente a reconhece como familiar. Mas o nome dela, algo que exige mais da sua memória, é mais difícil recordar.

Agora, e se rostos e nomes fossem colocados no mesmo patamar de memória? Foi isso que os cientistas fizeram: projetaram um “teste justo”, colocando demandas iguais na capacidade dos participantes de reconhecer rostos e nomes.

Para o estudo, os participantes tiveram um período de tempo específico para memorizar rostos e nomes desconhecidos. Num segundo momento, os nomes e os rostos apareciam novamente – e os voluntários tinham de dizer quais já tinham visto.

Depois disso, os pesquisadores repetiram o teste, mas desta vez complicando um pouco: eles mostraram aos participantes diferentes imagens dos mesmos rostos e os nomes em diferentes tipos de letra. Isso, segundo os cientistas, era para tornar o teste o mais realista possível, já que os rostos reais aparecem de formas relativamente diferentes (por conta de ângulos, iluminação e penteado, por exemplo) cada vez que você os vê.

Resultado: os participantes reconheceram 73% dos rostos e 85% dos nomes. Quando o experimento foi dificultado, a diferença foi maior: as pessoas reconheceram 64% dos rostos e 83% dos nomes.

“Nosso estudo sugere que, enquanto muitas pessoas podem ser ruins em lembrar nomes, elas provavelmente serão ainda piores em lembrar rostos. Isso irá surpreender muitas pessoas”, diz Rob Jenkins, coautor do estudo. “Nossas experiências de vida com nomes e rostos nos enganaram sobre como nossas mentes funcionam, mas se julgarmos os dois nos mesmos patamares de memória, começamos a ver uma imagem diferente.”

Fonte: LUISA, Ingrid. Pessoas reconhecem mais nomes do que rostos. Superinteressante. Disponível em: <https:// super.abril.com.br/ciencia/pessoas-reconhecem-mais-nomes-do-que-rostos/>. Acesso em: 09 jan. 2019 (adaptado).

Em relação ao uso do acento indicativo de crase no excerto “[...] o reconhecimento refere-se à nossa simples capacidade de tratar um evento ou informação como sendo familiar [...]”, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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