Foram encontradas 355 questões.
A tabela 1 a seguir apresenta os critérios de classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A tabela 2 apresenta o IDH de alguns países.
| Tabela 1 | |
| Valor do IDH | Classificação |
| De 0 a 0,499 | Baixo |
| De 0,500 a 0,799 | Médio |
| De 0,800 a 1,000 | Alto |
Disponível em: <http://idhmundial.no.comunidades.net/>. Acesso em: 29 mai. 2013. (Adaptado).
| Tabela 2 | |
| Países | IDH |
| Argélia | 0,698 |
| Camarões | 0,433 |
| Mianmar | 0,483 |
| Namíbia | 0,625 |
| Polônia | 0,813 |
| Portugal | 0,809 |
| Tanzânia | 0,466 |
Disponível em: <http://www.infoescola.com/geografia/idh-2011/>. Acesso em: 29 mai. 2013. (Adaptado).
De acordo com essas informações, os países que possuem IDH médio são:
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| Cidade |
Temperatura máxima |
Temperatura mínima |
| Belo Horizonte | 29,5 ºC | 20,2 ºC |
| Brasília | 31,0 ºC | 23,7 ºC |
| Rio de Janeiro | 37,3 ºC | 21,7 ºC |
| São Paulo | 26,1 ºC |
18,9 ºC
|
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Leia o texto a seguir, para responder à questão.

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=propaganda+sobre+leitura>. Acesso em: 19 fev. 2014.
Nos enunciados em que foi usada nesse texto, a palavra “para” estabelece uma relação de sentido que indica
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Leia o texto a seguir, para responder à questão.

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=propaganda+sobre+leitura>. Acesso em: 19 fev. 2014.
Conforme o texto “Anatomia do leitor”, os livros
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sua excelência, o leitor
Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.
TEZZA, Cristóvão. Disponível em: <http://revistalingua.
uol.com.br/textos/98/a-cronica-da-leitura>. Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
A expressão “Que Absurdo!” foi destacada por meio de aspas para indicar que é a voz
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sua excelência, o leitor
Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.
TEZZA, Cristóvão. Disponível em: <http://revistalingua.
uol.com.br/textos/98/a-cronica-da-leitura>. Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
Na palavra “puxam”, a letra “x” produz o mesmo som produzido por
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sua excelência, o leitor
Os livros vivem fechados, capa contra capa, esmagados na estante, às vezes durante décadas – é preciso arrancá-los de lá e abri-los para ver o que têm dentro [...]. Já o jornal são folhas escancaradas ao mundo, que gritam para ser lidas desde a primeira página. As mãos do texto puxam o leitor pelo colarinho em cada linha, porque tudo é feito diretamente para ele. O jornal do dia sabe que tem vida curta e ofegante e depende desse arisco, indócil, que segura as páginas amassando-as, dobrando-as, às vezes indiferente, passando adiante, largando no chão cadernos inteiros, às vezes recortando com a tesoura alguma coisa que o agrada ou o anúncio classificado. Súbito diz em voz alta, ao ler uma notícia grave, "Que absurdo!", como quem conversa. O jornal se retalha entre dois, três, quatro leitores, cada um com um caderno, já de olho no outro, enquanto bebem café. Nas salas de espera, o jornal é cruelmente dilacerado. Ao contrário do escritor, que se esconde, o cronista vive numa agitada reunião social entre textos todos falam em voz alta ao mesmo tempo, disputam ávidos o olhar do leitor, que logo vira a página, e silenciamos no papel. Renascemos amanhã.
TEZZA, Cristóvão. Disponível em: <http://revistalingua.
uol.com.br/textos/98/a-cronica-da-leitura>. Acesso em: 19 fev. 2014. (Adaptado).
Qual das expressões abaixo está empregada em sentido figurado?
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