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Foram encontradas 50 questões.

3011814 Ano: 2016
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/94) elenca os principais deveres do servidor público. Leia as afirmativas abaixo e assinale os itens que são considerados deveres fundamentais do servidor público: I. exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; II. ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem comum; III. resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem a obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações morais, ilegais ou aéticas e denunciá-las; IV. cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em boa ordem; V. abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação expressa à lei.
 

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3011809 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Analise as proposições abaixo e relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: ( 1 ) Licitação dispensada ( 2 ) Licitação dispensável ( 3 ) Licitação inexigível ( ) O agente público pode escolher entre licitar ou não licitar. Nesse caso, a lei autoriza que a administração deixe de realizar licitação com base na discricionariedade; ( ) O administrador não realiza a licitação por impossibilidade jurídica de competição entre licitantes; ( ) A própria lei traz os casos que não haverá licitação, não deixa qualquer margem de liberdade para o agente público.
Com base nas colunas propostas, marque a alternativa que mostra a sequência correta:
 

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3011805 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Em relação à Missão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul – IFMS, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI do Quadriênio 2014-2018 - afirma que:
 

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3011804 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Segundo o artigo 41 da Constituição Federal de 1998, com redação alterada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998, os servidores públicos adquirem a estabilidade após um determinado tempo de efetivo exercício. Desse dispositivo, extrai-se que são necessários quatro requisitos cumulativos para aquisição de estabilidade, são eles:
 

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3011803 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei. Sob tal argumento, assinale a alternativa CORRETA:
 

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3011799 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Leia o trecho abaixo retirado do artigo Mentira, por que nunca contamos tanta, publicado na Revista Super Interessante, na edição de agosto de 2015, para responder a questão.

A mentira nasceu junto com a sociedade. O ser humano começou a mentir assim que se juntou em grupos, e nunca mais parou. Uma experiência da Universidade de Massachusetts mostrou que, quando duas pessoas se conhecem, cada uma conta em média três mentiras – nos primeiros dez minutos de conversa. E pessoas que compartilham a vida toda (cônjuges, parentes, amigos) também mentem entre si, às vezes de forma terrível. Todo mundo mente. Tem gente que mente para levar vantagem, conseguir o que quer. Alguns mentem para não contrariar ou magoar outras pessoas. Tem quem minta para parecer mais legal e ser aceito socialmente. Existem infinitas maneiras de mentir, e elas nos acompanham o tempo todo.

(...) A mentira nunca foi tão corriqueira e tolerada, e por isso ganhou um poder avassalador – hoje tem papel determinante na economia, na política, na imprensa, na medicina, na propaganda, no consumo, nas relações humanas. Se você acha que o mundo está mentindo para você, está certo. O que você nem imagina é quanto.

O autor do texto, na oração o mundo está mentindo para você, utiliza o recurso da figura de linguagem, que consiste na possibilidade de emprego conotativo das palavras e que surge da intenção ou de uma necessidade de nos expressarmos de forma criativa. Assinale a alternativa que corresponde à figura utilizada no trecho acima e sua correta definição:
 

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3011798 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Leia o texto seguinte para responder a questão.

O Cantor Na Biblioteca

Bob Dylan, que surpresa, é o Prêmio Nobel de Literatura de 2016. Esse inédito reconhecimento literário a um dos maiores criadores do rock levanta a dúvida: o que Dylan faz, afinal, é poesia?

“Bob Dylan realmente merece um Prêmio Nobel? E por quê? ” A pergunta foi feita a Sara Danius, secretária da Academia Sueca, instituição responsável pelo Prêmio Nobel de Literatura, depois do anúncio, na quinta-feira 13, de que o vencedor deste ano não era um poeta, romancista ou dramaturgo, mas um cantor, uma estrela do rock. Na sua formulação seca e direta, o questionamento quase soa agressivo. Onde já se viu duvidar dos méritos do premiado? No entanto, trata-se de uma entrevista oficial, divulgada no próprio site do Nobel. Está claro que os acadêmicos suecos não só tinham plena consciência de que a premiação de um mestre do cancioneiro popular poderia incitar crítica e oposição: eles desejam instigar essas reações. A conversa segue com os elogios convencionais próprios da ocasião – Dylan, segundo Sara Danius, “corporifica a tradição” e sempre “reinventou a si mesmo” - , até o momento em que o entrevistador pede à secretária que indique obras do compositor americano. Sara sugere que “se ouça ou leia” Blonde on Blonde, disco de 1966. Leitura? De um disco? O verbo “ler” apareceu estranhamente deslocado em uma conversa sobre o Nobel de Literatura. A vetusta Academia Sueca, talvez na ânsia de rejuvenescer (embora Dylan tenha 75 anos), abriu-se para o gênero por excelência da inconstância juvenil: a canção pop.

Em anacronismo arriscado, Sara Darius comparou Dylan a Homero e Safo, autores gregos que também teriam criado versos para ser cantados. A Ilíada e a Odisseia, poemas épicos que a tradição atribui ao lendário Homero, datam do século IX ou VIII a. C., e é mais ou menos consensual entre especialistas que foram criação não de um só bardo, mas de uma coletividade de rapsodos. Safo, cuja obra ainda sobrevivente é pequena e fragmentária, nasceu provavelmente em 630 a.C., na Ilha de Lesbos, e morreu em data desconhecida. As criações desses poetas da Antiguidade estavam associadas a algum tipo de melodia – que se perdeu no tempo -, mas isso não os aproxima da moderna produção musical. Dylan, sobretudo antes de eletrificar sua música com Like a Roling Stone, bebeu das raízes populares do folk. Mas nunca foi, como os aedos que aparecem cantando feitos heroicos na Odisseia, um artesão: ele é um profissional da indústria fonográfica, um artista da era em que os discos de vinil no formato LP tornaram-se obras autorais. No outro lado – o lado propriamente literário do balcão -, a música silenciou. Por convenção, ainda se diz que a polonesa Wislawa Szymborska (1923 -2012), Nobel de 1996, fazia “poesia lírica”. Mas ela dispensava lira (ou guitarra) para escrever.

Nada disso invalida o prêmio. Mas a escolha de Dylan (que até o fechamento desta edição ainda não se manifestara sobre o Nobel) naturalmente levanta reações puristas. Para muitos, é como se a Academia Sueca permitisse que as sandálias empoeiradas de vulgaridade de um menestrel pop sujem o chão imaculado de alta cultura. Essa posição pernóstica é difícil de sustentar quando se considera o dinamismo que sempre pautou as trocas culturais. Shakespeare e Cervantes, para citar os dois gigantes cujos 400 anos de morte foram lembrados neste ano, transitaram com plena liberdade entre o alto e o baixo, o popular e o erudito.

Não há razão para se considerar que um compositor de rock como Dylan seja menos “elevado” do que um poeta livresco como o irlandês Seamus Heaney (1939 – 2013), outro Nobel. No entanto, ainda subsiste uma restrição insistente à escolha dos suecos: se o prêmio é para realizações em literatura, cabe considerar letras de música? Dylan, é verdade, também publicou livros (Crônicas Volume 1, de memórias, e Tarantula, coletânea de poemas), mas seus grandes feitos são musicais. Em On Poetry (Sobre a Poesia), de 2012, o poeta inglês Glyn Maxuel argumenta, sem esnobismo, mas também sem concessões, que poema é uma coisa, letra de música é outra. E usa como exemplo uma composição do próprio Dylan, Not Dark Yet, de 1997. Trata-se, diz Maxwell, de uma canção memorável, mas sua letra “encolhe” quando colocada contra o branco da página. Mesmo as criações dos melhores letristas – Cole Porter, Leonard Cohen, Patti Smith – só sobreviveriam na moldura sonora para a qual foram criadas: no silêncio representado pelo branco da página, morrem. Maxwell conclui descartando a costumeira aproximação que se faz entre Dylan e o poeta inglês John Keats (1795 – 1821): os dois não devem ser comparados, pois praticam ofícios diferentes.

Mesmo que se aceite integralmente esse argumento, ainda há um caminho para justificar o Nobel do autor da popularíssima Blowin’in the Wind (e da menos lembrada mas superior Idiot Wind): uma letra de música, ainda que não seja propriamente poesia ou literatura, pode ter certas qualidades literárias. Nas metáforas, alegorias e alusões bíblicas que Dylan mobiliza em All Along the Watchpower (popularizada por Jimi Hendrix) ou na destreza narrativa com que conta a história do lutador de boxe negro falsamente acusado de assassinato em Hurricane, vemos um artista com um domínio de recursos que poucos escritores alcançam. O problema é que também se podem identificar atributos que se diriam “literários” em filmes e séries de TV. E então volta à cena aquela turma alarmista que denuncia a decadência da arte e da cultura contemporâneas: o que virá a seguir – Nobel para a reconstituição de cenários históricos do videogame Assassin’s Creed? Em universidades pelo mundo, aliás, os “estudos culturais” já transformaram essas ligeirezas da cultura de massa em objeto de análise.

O Nobel conta ainda com um prestígio único entre os prêmios literários. É porque o prêmio carrega essa pesada importância simbólica que sempre nos lembramos de suas falhas e omissões. Maior inovador do romance no século XX, o irlandês James Joyce (1882-1941) não foi escolhido, embora amplamente aclamado (e eventualmente censurado e atacado) por Ulisses, de 1922. Sabe-se que o argentino Jorge Luis Borges (1899 – 1986), gênio polivalente da poesia, do conto e do ensaio, foi desprezado pela academia, sobretudo por uma infame razão política: aceitou uma comenda do ditador chileno Augusto Pinochet. O curioso é que ninguém julgaria ser uma injustiça insanável se Bob Dylan jamais ganhasse o Nobel: trata-se, afinal, de um músico amplamente reconhecido e celebrado em seu campo. E que se torna agora o único homem da história a ter acumulado o Oscar, o Grammy, o Pulitzer e o Nobel.

A academia sueca reconhece, com Dylan, as forças culturais (ou contraculturais) que se gestaram na agitação febril da década de 60. Sempre preterido, o americano Philip Roth, 83 anos, também marcou a turbulência daqueles anos com seu escandaloso Complexo de Portnoy (1969). Um tanto mais jovem – 67 anos – e também sempre cogitado para o prêmio, o japonês Haruky Muramaky apresenta, em sua ficção, um vigoroso diálogo com a cultura pop (um de seus romances de maior sucesso, de 1987, traz o título de uma canção dos Beatles: Norwegian Wood). O Nobel para Dylan deu uma revigorante sacudida no prêmio, e a rica discografia do compositor americano merece mesmo toda e qualquer celebração. Mas sempre haverá grandes livros para ser igualmente celebrados.

Fonte: TEIXEIRA, Jerônimo. O Cantor na Biblioteca. In: Veja, São Paulo, Abril: 2016

O termo isso, no trecho: Safo, cuja obra ainda sobrevivente é pequena e fragmentária, nasceu provavelmente em 630 a.C., na Ilha de Lesbos, e morreu em data desconhecida. As criações desses poetas da Antiguidade estavam associadas a algum tipo de melodia – que se perdeu no tempo -, mas isso não os aproxima da moderna produção musical. Dylan, sobretudo antes de eletrificar sua música com Like a Roling Stone, bebeu das raízes populares do folk, está relacionado ao fato:
 

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3011797 Ano: 2016
Disciplina: Legislação Federal
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
Provas:
Na Lei nº 8.027/90, que dispõe sobre normas e condutas dos servidores públicos civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas, em seu art. 5º, a bem do serviço público, podem ser punidas com demissão as seguintes faltas administrativas produzidas pelo servidor público:
 

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3011796 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
Provas:
Pelo disposto na Lei nº 11.091/2005, especificamente em seu capítulo II, que trata da Organização do Quadro de Pessoal, é correto afirmar que a gestão dos cargos do Plano de Carreira observará o seguinte princípio e diretriz:
 

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3011795 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-MS
Orgão: IF-MS
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Com a fundação dos Institutos Federais, que possibilitou a instituição da Rede Federal, por meio da Lei nº 11.892/08, foram delimitadas as finalidades e características dos IFs (Institutos Federais), em seu Art 6º. Sob esses aspectos é possível afirmar que é finalidade destas instituições:
 

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