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2968483 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Dispositivo pode ajudar no rápido diagnóstico de infarto

Solução tecnológica detecta em dez minutos presença no sangue de um biomarcador de lesões no músculo cardíaco

Principal causa de mortes no mundo, as doenças cardiovasculares, principalmente infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocam 17 milhões de óbitos anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, por volta de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas enfermidades. O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas ou evitar sequelas.

Essa foi a motivação dos pesquisadores da healthtech Cor.Sync, nascida em Curitiba e hoje sediada em São Paulo, para desenvolver uma ferramenta tecnológica capaz de medir em menos de 10 minutos o nível de troponina cardíaca, o principal biomarcador de infarto – healthtech é uma empresa de base tecnológica da área da saúde. Com os recursos hoje disponíveis, os médicos podem levar até quatro horas para ter o resultado desse exame.

“Nosso método utiliza biossensores de alta especificidade para medir no sangue do paciente a concentração de troponina cardíaca”, explica o engenheiro biomédico Raul de Macedo, fundador e CEO da Cor.Sync. Além do método, a empresa também criou um dispositivo portátil point of care, ou seja, para ser usado no local do atendimento, que faz a rápida análise da amostra sanguínea.

A vantagem do teste rápido para troponina no ponto de atendimento é que a análise do sangue do paciente é feita no serviço de emergência do hospital, sem precisar ser enviado ao laboratório de análises clínicas da instituição. “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente”, diz o cardiologista Attílio Galhardo, sócio da Cor.Sync e um dos integrantes da equipe que desenvolveu a solução.

Para o cardiologista Pedro Ivo de Marqui Moraes, médico-assistente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as metodologias point of care para análise de troponina são um grande avanço. “Para quem trabalha no setor de emergência ou em UTI é muito mais conveniente dispor de um dispositivo que processe o teste e entregue o resultado in loco em poucos minutos”, opina.

A fase final do desenvolvimento – um estudo com pacientes para validação clínica da metodologia – está programada para ocorrer ainda este ano. A startup está concluindo a negociação com um hospital de São Paulo para a realização de uma pesquisa com 600 voluntários – pessoas que chegam na emergência do hospital com suspeita de infarto. “Esperamos ter resultados até o fim do ano ou início do próximo para poder entrar com um pedido de autorização de uso do dispositivo na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Tudo correndo bem, o produto poderá chegar ao mercado em 2023”, declara Galhardo.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivo-pode-ajudar-no-rapidodiagnostico-de-infarto/. Acesso em: 12 set. 2022

Considere o excerto retirado do texto: “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente [...]” e assinale a alternativa correta em relação ao uso e ao sentido dos verbos.

 

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2968482 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Dispositivo pode ajudar no rápido diagnóstico de infarto

Solução tecnológica detecta em dez minutos presença no sangue de um biomarcador de lesões no músculo cardíaco

Principal causa de mortes no mundo, as doenças cardiovasculares, principalmente infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocam 17 milhões de óbitos anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, por volta de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas enfermidades. O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas ou evitar sequelas.

Essa foi a motivação dos pesquisadores da healthtech Cor.Sync, nascida em Curitiba e hoje sediada em São Paulo, para desenvolver uma ferramenta tecnológica capaz de medir em menos de 10 minutos o nível de troponina cardíaca, o principal biomarcador de infarto – healthtech é uma empresa de base tecnológica da área da saúde. Com os recursos hoje disponíveis, os médicos podem levar até quatro horas para ter o resultado desse exame.

“Nosso método utiliza biossensores de alta especificidade para medir no sangue do paciente a concentração de troponina cardíaca”, explica o engenheiro biomédico Raul de Macedo, fundador e CEO da Cor.Sync. Além do método, a empresa também criou um dispositivo portátil point of care, ou seja, para ser usado no local do atendimento, que faz a rápida análise da amostra sanguínea.

A vantagem do teste rápido para troponina no ponto de atendimento é que a análise do sangue do paciente é feita no serviço de emergência do hospital, sem precisar ser enviado ao laboratório de análises clínicas da instituição. “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente”, diz o cardiologista Attílio Galhardo, sócio da Cor.Sync e um dos integrantes da equipe que desenvolveu a solução.

Para o cardiologista Pedro Ivo de Marqui Moraes, médico-assistente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as metodologias point of care para análise de troponina são um grande avanço. “Para quem trabalha no setor de emergência ou em UTI é muito mais conveniente dispor de um dispositivo que processe o teste e entregue o resultado in loco em poucos minutos”, opina.

A fase final do desenvolvimento – um estudo com pacientes para validação clínica da metodologia – está programada para ocorrer ainda este ano. A startup está concluindo a negociação com um hospital de São Paulo para a realização de uma pesquisa com 600 voluntários – pessoas que chegam na emergência do hospital com suspeita de infarto. “Esperamos ter resultados até o fim do ano ou início do próximo para poder entrar com um pedido de autorização de uso do dispositivo na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Tudo correndo bem, o produto poderá chegar ao mercado em 2023”, declara Galhardo.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivo-pode-ajudar-no-rapidodiagnostico-de-infarto/. Acesso em: 12 set. 2022

Considerando excertos adaptados do texto, assinale a alternativa que apresenta somente usos corretos da vírgula.

 

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2968481 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Dispositivo pode ajudar no rápido diagnóstico de infarto

Solução tecnológica detecta em dez minutos presença no sangue de um biomarcador de lesões no músculo cardíaco

Principal causa de mortes no mundo, as doenças cardiovasculares, principalmente infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocam 17 milhões de óbitos anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, por volta de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas enfermidades. O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas ou evitar sequelas.

Essa foi a motivação dos pesquisadores da healthtech Cor.Sync, nascida em Curitiba e hoje sediada em São Paulo, para desenvolver uma ferramenta tecnológica capaz de medir em menos de 10 minutos o nível de troponina cardíaca, o principal biomarcador de infarto – healthtech é uma empresa de base tecnológica da área da saúde. Com os recursos hoje disponíveis, os médicos podem levar até quatro horas para ter o resultado desse exame.

“Nosso método utiliza biossensores de alta especificidade para medir no sangue do paciente a concentração de troponina cardíaca”, explica o engenheiro biomédico Raul de Macedo, fundador e CEO da Cor.Sync. Além do método, a empresa também criou um dispositivo portátil point of care, ou seja, para ser usado no local do atendimento, que faz a rápida análise da amostra sanguínea.

A vantagem do teste rápido para troponina no ponto de atendimento é que a análise do sangue do paciente é feita no serviço de emergência do hospital, sem precisar ser enviado ao laboratório de análises clínicas da instituição. “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente”, diz o cardiologista Attílio Galhardo, sócio da Cor.Sync e um dos integrantes da equipe que desenvolveu a solução.

Para o cardiologista Pedro Ivo de Marqui Moraes, médico-assistente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as metodologias point of care para análise de troponina são um grande avanço. “Para quem trabalha no setor de emergência ou em UTI é muito mais conveniente dispor de um dispositivo que processe o teste e entregue o resultado in loco em poucos minutos”, opina.

A fase final do desenvolvimento – um estudo com pacientes para validação clínica da metodologia – está programada para ocorrer ainda este ano. A startup está concluindo a negociação com um hospital de São Paulo para a realização de uma pesquisa com 600 voluntários – pessoas que chegam na emergência do hospital com suspeita de infarto. “Esperamos ter resultados até o fim do ano ou início do próximo para poder entrar com um pedido de autorização de uso do dispositivo na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Tudo correndo bem, o produto poderá chegar ao mercado em 2023”, declara Galhardo.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivo-pode-ajudar-no-rapidodiagnostico-de-infarto/. Acesso em: 12 set. 2022

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das palavras retiradas do texto.

 

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2968480 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Dispositivo pode ajudar no rápido diagnóstico de infarto

Solução tecnológica detecta em dez minutos presença no sangue de um biomarcador de lesões no músculo cardíaco

Principal causa de mortes no mundo, as doenças cardiovasculares, principalmente infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocam 17 milhões de óbitos anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, por volta de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas enfermidades. O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas ou evitar sequelas.

Essa foi a motivação dos pesquisadores da healthtech Cor.Sync, nascida em Curitiba e hoje sediada em São Paulo, para desenvolver uma ferramenta tecnológica capaz de medir em menos de 10 minutos o nível de troponina cardíaca, o principal biomarcador de infarto – healthtech é uma empresa de base tecnológica da área da saúde. Com os recursos hoje disponíveis, os médicos podem levar até quatro horas para ter o resultado desse exame.

“Nosso método utiliza biossensores de alta especificidade para medir no sangue do paciente a concentração de troponina cardíaca”, explica o engenheiro biomédico Raul de Macedo, fundador e CEO da Cor.Sync. Além do método, a empresa também criou um dispositivo portátil point of care, ou seja, para ser usado no local do atendimento, que faz a rápida análise da amostra sanguínea.

A vantagem do teste rápido para troponina no ponto de atendimento é que a análise do sangue do paciente é feita no serviço de emergência do hospital, sem precisar ser enviado ao laboratório de análises clínicas da instituição. “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente”, diz o cardiologista Attílio Galhardo, sócio da Cor.Sync e um dos integrantes da equipe que desenvolveu a solução.

Para o cardiologista Pedro Ivo de Marqui Moraes, médico-assistente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as metodologias point of care para análise de troponina são um grande avanço. “Para quem trabalha no setor de emergência ou em UTI é muito mais conveniente dispor de um dispositivo que processe o teste e entregue o resultado in loco em poucos minutos”, opina.

A fase final do desenvolvimento – um estudo com pacientes para validação clínica da metodologia – está programada para ocorrer ainda este ano. A startup está concluindo a negociação com um hospital de São Paulo para a realização de uma pesquisa com 600 voluntários – pessoas que chegam na emergência do hospital com suspeita de infarto. “Esperamos ter resultados até o fim do ano ou início do próximo para poder entrar com um pedido de autorização de uso do dispositivo na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Tudo correndo bem, o produto poderá chegar ao mercado em 2023”, declara Galhardo.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivo-pode-ajudar-no-rapidodiagnostico-de-infarto/. Acesso em: 12 set. 2022

Para assinalar a alternativa correta, analise a palavra em destaque no excerto retirado do texto: “O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas [...]”.

 

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2968479 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IF-MS

Dispositivo pode ajudar no rápido diagnóstico de infarto

Solução tecnológica detecta em dez minutos presença no sangue de um biomarcador de lesões no músculo cardíaco

Principal causa de mortes no mundo, as doenças cardiovasculares, principalmente infartos do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais (AVC), provocam 17 milhões de óbitos anualmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, por volta de 400 mil pessoas morrem por ano em decorrência dessas enfermidades. O rápido diagnóstico de pacientes que apresentam sintomas de infarto e AVC é um fator crucial para salvar vidas ou evitar sequelas.

Essa foi a motivação dos pesquisadores da healthtech Cor.Sync, nascida em Curitiba e hoje sediada em São Paulo, para desenvolver uma ferramenta tecnológica capaz de medir em menos de 10 minutos o nível de troponina cardíaca, o principal biomarcador de infarto – healthtech é uma empresa de base tecnológica da área da saúde. Com os recursos hoje disponíveis, os médicos podem levar até quatro horas para ter o resultado desse exame.

“Nosso método utiliza biossensores de alta especificidade para medir no sangue do paciente a concentração de troponina cardíaca”, explica o engenheiro biomédico Raul de Macedo, fundador e CEO da Cor.Sync. Além do método, a empresa também criou um dispositivo portátil point of care, ou seja, para ser usado no local do atendimento, que faz a rápida análise da amostra sanguínea.

A vantagem do teste rápido para troponina no ponto de atendimento é que a análise do sangue do paciente é feita no serviço de emergência do hospital, sem precisar ser enviado ao laboratório de análises clínicas da instituição. “Ganhamos minutos preciosos que podem fazer diferença nos cuidados com o paciente”, diz o cardiologista Attílio Galhardo, sócio da Cor.Sync e um dos integrantes da equipe que desenvolveu a solução.

Para o cardiologista Pedro Ivo de Marqui Moraes, médico-assistente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de cardiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as metodologias point of care para análise de troponina são um grande avanço. “Para quem trabalha no setor de emergência ou em UTI é muito mais conveniente dispor de um dispositivo que processe o teste e entregue o resultado in loco em poucos minutos”, opina.

A fase final do desenvolvimento – um estudo com pacientes para validação clínica da metodologia – está programada para ocorrer ainda este ano. A startup está concluindo a negociação com um hospital de São Paulo para a realização de uma pesquisa com 600 voluntários – pessoas que chegam na emergência do hospital com suspeita de infarto. “Esperamos ter resultados até o fim do ano ou início do próximo para poder entrar com um pedido de autorização de uso do dispositivo na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Tudo correndo bem, o produto poderá chegar ao mercado em 2023”, declara Galhardo.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivo-pode-ajudar-no-rapidodiagnostico-de-infarto/. Acesso em: 12 set. 2022

Em relação à estrutura e aos sentidos do texto de apoio, assinale a alternativa correta.

 

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Embalagens de alimentos exibirão selo frontal alertando para quantidades elevadas de açúcar, sódio e gorduras saturadas

Empresas terão ao menos 12 meses para se adequar às novas regras de rotulagem, que inclui alterações na tabela de informação nutricional

Os alimentos e bebidas que chegarem aos supermercados a partir de 9 de outubro começarão a trazer novidades na embalagem. A mais perceptível será um selo frontal para informar a quantidade elevada de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Ele deverá ser estampado em parte dos produtos elaborados pelas grandes empresas do setor e por pequenos produtores. Sempre que o alimento contiver ao menos um dos nutrientes em níveis superiores aos preestabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a embalagem obrigatoriamente terá de exibir o desenho de uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites. “As evidências científicas disponíveis indicam que os nutrientes escolhidos são aqueles que, quando consumidos em excesso, estão relacionados com a maior prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e problemas cardiovasculares”, afirma Tiago Rauber, coordenador de Padrões e Regulação de Alimentos na Anvisa.

A agência aprovou essa e outras alterações de rotulagem em outubro de 2020, depois de seis anos de estudos e discussões que contaram com a participação de representantes da comunidade científica, da indústria de alimentos, da sociedade civil e da população. O objetivo da inclusão de um selo na parte frontal superior da embalagem e em local de fácil visualização é permitir a identificação de maneira rápida e simples de alimentos com alto conteúdo de algum daqueles nutrientes, sem que o consumidor tenha necessariamente de saber como interpretar os dados da tabela de informação nutricional, aquela encontrada no verso das embalagens, que também sofrerá modificações.

O impacto da mudança não será imediato. A nova legislação estabelece o prazo de 12 meses para os produtos que já estiverem no mercado fazerem as devidas adaptações (os lançados a partir do dia 9 já deverão estar adaptados). Esse período será de 24 meses para os alimentos produzidos pela agroindústria artesanal e de pequeno porte, por agricultores familiares e empreendimentos solidários. O não cumprimento das normas é considerado infração sanitária, punível com advertência, multa, inutilização e interdição dos produtos.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/embalagens- dealimentos-exibirao-selo-frontal-alertando-para-quantidadeselevadas-de-acucar-sodio-e-gorduras-saturadas/. Acesso em: 12 set. 2022.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da oração destacada no trecho adaptado do texto: “As evidências científicas indicam que certos nutrientes em excesso estão relacionados com a maior prevalência de doenças crônicas”.

 

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Embalagens de alimentos exibirão selo frontal alertando para quantidades elevadas de açúcar, sódio e gorduras saturadas

Empresas terão ao menos 12 meses para se adequar às novas regras de rotulagem, que inclui alterações na tabela de informação nutricional

Os alimentos e bebidas que chegarem aos supermercados a partir de 9 de outubro começarão a trazer novidades na embalagem. A mais perceptível será um selo frontal para informar a quantidade elevada de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Ele deverá ser estampado em parte dos produtos elaborados pelas grandes empresas do setor e por pequenos produtores. Sempre que o alimento contiver ao menos um dos nutrientes em níveis superiores aos preestabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a embalagem obrigatoriamente terá de exibir o desenho de uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites. “As evidências científicas disponíveis indicam que os nutrientes escolhidos são aqueles que, quando consumidos em excesso, estão relacionados com a maior prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e problemas cardiovasculares”, afirma Tiago Rauber, coordenador de Padrões e Regulação de Alimentos na Anvisa.

A agência aprovou essa e outras alterações de rotulagem em outubro de 2020, depois de seis anos de estudos e discussões que contaram com a participação de representantes da comunidade científica, da indústria de alimentos, da sociedade civil e da população. O objetivo da inclusão de um selo na parte frontal superior da embalagem e em local de fácil visualização é permitir a identificação de maneira rápida e simples de alimentos com alto conteúdo de algum daqueles nutrientes, sem que o consumidor tenha necessariamente de saber como interpretar os dados da tabela de informação nutricional, aquela encontrada no verso das embalagens, que também sofrerá modificações.

O impacto da mudança não será imediato. A nova legislação estabelece o prazo de 12 meses para os produtos que já estiverem no mercado fazerem as devidas adaptações (os lançados a partir do dia 9 já deverão estar adaptados). Esse período será de 24 meses para os alimentos produzidos pela agroindústria artesanal e de pequeno porte, por agricultores familiares e empreendimentos solidários. O não cumprimento das normas é considerado infração sanitária, punível com advertência, multa, inutilização e interdição dos produtos.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/embalagens- dealimentos-exibirao-selo-frontal-alertando-para-quantidadeselevadas-de-acucar-sodio-e-gorduras-saturadas/. Acesso em: 12 set. 2022.

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo da palavra em destaque no excerto retirado do texto: “[...] da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites.”.

 

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Embalagens de alimentos exibirão selo frontal alertando para quantidades elevadas de açúcar, sódio e gorduras saturadas

Empresas terão ao menos 12 meses para se adequar às novas regras de rotulagem, que inclui alterações na tabela de informação nutricional

Os alimentos e bebidas que chegarem aos supermercados a partir de 9 de outubro começarão a trazer novidades na embalagem. A mais perceptível será um selo frontal para informar a quantidade elevada de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Ele deverá ser estampado em parte dos produtos elaborados pelas grandes empresas do setor e por pequenos produtores. Sempre que o alimento contiver ao menos um dos nutrientes em níveis superiores aos preestabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a embalagem obrigatoriamente terá de exibir o desenho de uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites. “As evidências científicas disponíveis indicam que os nutrientes escolhidos são aqueles que, quando consumidos em excesso, estão relacionados com a maior prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e problemas cardiovasculares”, afirma Tiago Rauber, coordenador de Padrões e Regulação de Alimentos na Anvisa.

A agência aprovou essa e outras alterações de rotulagem em outubro de 2020, depois de seis anos de estudos e discussões que contaram com a participação de representantes da comunidade científica, da indústria de alimentos, da sociedade civil e da população. O objetivo da inclusão de um selo na parte frontal superior da embalagem e em local de fácil visualização é permitir a identificação de maneira rápida e simples de alimentos com alto conteúdo de algum daqueles nutrientes, sem que o consumidor tenha necessariamente de saber como interpretar os dados da tabela de informação nutricional, aquela encontrada no verso das embalagens, que também sofrerá modificações.

O impacto da mudança não será imediato. A nova legislação estabelece o prazo de 12 meses para os produtos que já estiverem no mercado fazerem as devidas adaptações (os lançados a partir do dia 9 já deverão estar adaptados). Esse período será de 24 meses para os alimentos produzidos pela agroindústria artesanal e de pequeno porte, por agricultores familiares e empreendimentos solidários. O não cumprimento das normas é considerado infração sanitária, punível com advertência, multa, inutilização e interdição dos produtos.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/embalagens- dealimentos-exibirao-selo-frontal-alertando-para-quantidadeselevadas-de-acucar-sodio-e-gorduras-saturadas/. Acesso em: 12 set. 2022.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta dos excertos retirados do texto.

 

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Embalagens de alimentos exibirão selo frontal alertando para quantidades elevadas de açúcar, sódio e gorduras saturadas

Empresas terão ao menos 12 meses para se adequar às novas regras de rotulagem, que inclui alterações na tabela de informação nutricional

Os alimentos e bebidas que chegarem aos supermercados a partir de 9 de outubro começarão a trazer novidades na embalagem. A mais perceptível será um selo frontal para informar a quantidade elevada de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Ele deverá ser estampado em parte dos produtos elaborados pelas grandes empresas do setor e por pequenos produtores. Sempre que o alimento contiver ao menos um dos nutrientes em níveis superiores aos preestabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a embalagem obrigatoriamente terá de exibir o desenho de uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites. “As evidências científicas disponíveis indicam que os nutrientes escolhidos são aqueles que, quando consumidos em excesso, estão relacionados com a maior prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e problemas cardiovasculares”, afirma Tiago Rauber, coordenador de Padrões e Regulação de Alimentos na Anvisa.

A agência aprovou essa e outras alterações de rotulagem em outubro de 2020, depois de seis anos de estudos e discussões que contaram com a participação de representantes da comunidade científica, da indústria de alimentos, da sociedade civil e da população. O objetivo da inclusão de um selo na parte frontal superior da embalagem e em local de fácil visualização é permitir a identificação de maneira rápida e simples de alimentos com alto conteúdo de algum daqueles nutrientes, sem que o consumidor tenha necessariamente de saber como interpretar os dados da tabela de informação nutricional, aquela encontrada no verso das embalagens, que também sofrerá modificações.

O impacto da mudança não será imediato. A nova legislação estabelece o prazo de 12 meses para os produtos que já estiverem no mercado fazerem as devidas adaptações (os lançados a partir do dia 9 já deverão estar adaptados). Esse período será de 24 meses para os alimentos produzidos pela agroindústria artesanal e de pequeno porte, por agricultores familiares e empreendimentos solidários. O não cumprimento das normas é considerado infração sanitária, punível com advertência, multa, inutilização e interdição dos produtos.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/embalagens- dealimentos-exibirao-selo-frontal-alertando-para-quantidadeselevadas-de-acucar-sodio-e-gorduras-saturadas/. Acesso em: 12 set. 2022.

Assinale a alternativa correta, considerando a análise de elementos coesivos que compõem o texto.

 

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Embalagens de alimentos exibirão selo frontal alertando para quantidades elevadas de açúcar, sódio e gorduras saturadas

Empresas terão ao menos 12 meses para se adequar às novas regras de rotulagem, que inclui alterações na tabela de informação nutricional

Os alimentos e bebidas que chegarem aos supermercados a partir de 9 de outubro começarão a trazer novidades na embalagem. A mais perceptível será um selo frontal para informar a quantidade elevada de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Ele deverá ser estampado em parte dos produtos elaborados pelas grandes empresas do setor e por pequenos produtores. Sempre que o alimento contiver ao menos um dos nutrientes em níveis superiores aos preestabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a embalagem obrigatoriamente terá de exibir o desenho de uma lupa acompanhado da expressão “alto em” e da identificação do nutriente (pode ser mais de um) que extrapola aqueles limites. “As evidências científicas disponíveis indicam que os nutrientes escolhidos são aqueles que, quando consumidos em excesso, estão relacionados com a maior prevalência de obesidade e doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e problemas cardiovasculares”, afirma Tiago Rauber, coordenador de Padrões e Regulação de Alimentos na Anvisa.

A agência aprovou essa e outras alterações de rotulagem em outubro de 2020, depois de seis anos de estudos e discussões que contaram com a participação de representantes da comunidade científica, da indústria de alimentos, da sociedade civil e da população. O objetivo da inclusão de um selo na parte frontal superior da embalagem e em local de fácil visualização é permitir a identificação de maneira rápida e simples de alimentos com alto conteúdo de algum daqueles nutrientes, sem que o consumidor tenha necessariamente de saber como interpretar os dados da tabela de informação nutricional, aquela encontrada no verso das embalagens, que também sofrerá modificações.

O impacto da mudança não será imediato. A nova legislação estabelece o prazo de 12 meses para os produtos que já estiverem no mercado fazerem as devidas adaptações (os lançados a partir do dia 9 já deverão estar adaptados). Esse período será de 24 meses para os alimentos produzidos pela agroindústria artesanal e de pequeno porte, por agricultores familiares e empreendimentos solidários. O não cumprimento das normas é considerado infração sanitária, punível com advertência, multa, inutilização e interdição dos produtos.

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/embalagens- dealimentos-exibirao-selo-frontal-alertando-para-quantidadeselevadas-de-acucar-sodio-e-gorduras-saturadas/. Acesso em: 12 set. 2022.

Assinale a alternativa que apresenta um uso INCORRETO de crase a partir de trechos adaptados do texto.

 

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