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Expanding the field of discourse analysis
Paradoxically, now that the field of discourse studies has high visibility, the universe from which discourse studies emerged is vanishing. New communication devices subvert the very distinction between orality and writing, and so we have to rethink many categories: textuality, speaker, addressee, utterance, memory, storage, circulation, etc. We can no longer consider technology as just an element of the “context”: it now needs to be considered as a true actor in the communication process. Such a transformation relates to the data – since the Internet offers new kinds of semiotic productions – but also to the very conditions of research, which depend increasingly on sophisticated programs and data bases. The problem is that most discourse analysts seem to live in a world where traditional face-to-face talk is still the norm of communication. If we consider the handbooks and the articles published in the field, a peripheral role is given to corpora produced by new technologies, except if they can be tackled by using the toolkit of Conversation Analysis. This is particularly the case with chats, forums, emails, phone text-messages and so on. As the focus of discourse analysis is not on the most important aspects of the Web, its study belongs mainly to specialists from other fields. The Discourse Reader (Jaworski and Coupland, 1999) does not mention the Internet. But, surprisingly, this is also the case 13 years later in The Routledge Handbook of Discourse Analysis: the introduction does not mention the existence of new communication technologies and none of the 46 chapters deals with this topic.
https://www.nature.com/articles/palcomms201758, acessado em 25/08/18.
What can be inferred by reading the text?
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“As línguas mudam todos os dias, evoluem, mas a essa mudança diacrônica se acrescenta uma outra, sincrônica: pode-se perceber numa língua, continuamente, a coexistência de formas diferentes de um mesmo significado.”
(CALVET, Louis-Jean. Sociolinguística: uma introdução crítica, p. 89-90. São Paulo: Parábola, 2002).
A respeito do excerto em destaque, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta:
I - As mudanças destacadas podem ser classificadas como variáveis geográficas, que são aquelas que podem ter pronúncias e léxicos iguais em diferentes pontos de território.
II - Essas variáveis podem ter um sentido social, quando, em um mesmo ponto do território, uma diferença linguística é mais ou menos isomorfa de uma diferença social.
III - Podemos entender por variável, o conjunto constituído pelos diferentes modos de realizar a mesma coisa (como um fonema, um signo); e por variante, cada uma das formas de realizar a mesma coisa.
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I. AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
Carlos Drummond de Andrade
II. Um Professor de “agramática”
Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas
leituras não era a beleza das frases, mas a doença
delas.
leituras não era a beleza das frases, mas a doença
delas.
Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor,
esse gosto esquisito.
esse gosto esquisito.
Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
– Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável,
o Padre me disse.
o Padre me disse.
Ele fez um limpamento em meus receios.
O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença,
pode muito que você carregue para o resto da vida
um certo gosto por nadas…
pode muito que você carregue para o resto da vida
um certo gosto por nadas…
E se riu.
Você não é de bugre? – ele continuou.
Que sim, eu respondi.
Veja que bugre só pega por desvios, não anda em
estradas –
estradas –
Pois é nos desvios que encontra as melhores surpresas
e os ariticuns maduros.
e os ariticuns maduros.
Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de
agramática.
agramática.
(Manoel de Barros)
A partir da leitura dos textos (I) e (II), só NÃO podemos dizer que, em ambos, o ensino da língua portuguesa:
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Many people learn English because they have moved into a target-language community and they need to be able to operate successfully within that community. A target-language community is a place where English is the national language - e.g. Britain, Canada, New Zealand, etc - or where it is one of the main languages of culture and commerce - e.g. India, Pakistan, Nigeria.
Some students need English for a Specific Purpose (ESP). Such students of ESP (sometimes also called English for Special Purposes) may need to learn legal language, or the language of tourism, banking or nursing, for example. An extremely popular strand of ESP is the teaching of business English, where students learn about how to operate in English in the business world. Many students need English for Academic Purposes (EAP) in order to study at an English-speaking university or college, or because they need to access English-language academic texts.
Many people learn English because they think it will be useful in some way for international communication and travel. Such students of general English often do not have a particular reason for going to English classes, but simply wish to learn to speak and read and write the language effectively for wherever and whenever this might be useful for them.
(Harmer, Jeremy. How to teach English. (2010, p. 11))
A frase que melhor resume o fragmento acima é:
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“A Linguística Textual trata o texto como um ato de comunicação unificado num complexo universo de ações humanas. Por um lado, deve preservar a organização linear que é o tratamento estritamente linguístico abordado no aspecto da coesão e, por outro, deve considerar a organização reticulada ou tentacular, não linear portanto, dos níveis de sentido e intenções que realizam a coerência no aspecto semântico e funções pragmáticas.”
(MARCUSCHI, LUIZ A. In: KOCH, Ingedore G. Villaça. A coesão textual. São Paulo: Contexto, 2001, p. 14).
A partir dos pressupostos estabelecidos pela Linguística Textual, passou-se a pesquisar quais os elementos ou fatores responsáveis pela textualidade e que, segundo Beugrande & Dressler (Introduction to Textlinguisticas, London, Longman, 1981), são em número de sete e que podem ser observados na matriz de referência que objetiva avaliar as competências textuais nas redações do ENEM, conforme discriminados no quadro abaixo:

(https://www.vestibular.com.br/wpcontent/uploads/2017/10/manual_de_redacao_do_enem_2017.pdf)
Dessa forma, podemos afirmar que os fatores de textualidade estão relacionados na matriz de referência do ENEM da seguinte forma:
I - A coerência está compreendida na competência 3, enquanto que a coesão é a competência 4.
II - A informatividade e a intencionalidade estão relacionadas à competência 3, uma vez que aquela relaciona-se ao grau de previsibilidade do texto e esta busca selecionar argumentos em defesa de um ponto de vista, acerca de um tema proposto.
III - A aceitabilidade pode ser observada em todas as competências.
IV - A situacionalidade está relacionada à competência 1, enquanto que a intertextualidade pode ser observada nas competências 2 e 3.
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I. AULA DE PORTUGUÊS
A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.
A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.
Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.
O português são dois; o outro, mistério.
Carlos Drummond de Andrade
II. Um Professor de “agramática”
Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas
leituras não era a beleza das frases, mas a doença
delas.
leituras não era a beleza das frases, mas a doença
delas.
Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor,
esse gosto esquisito.
esse gosto esquisito.
Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
– Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável,
o Padre me disse.
o Padre me disse.
Ele fez um limpamento em meus receios.
O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença,
pode muito que você carregue para o resto da vida
um certo gosto por nadas…
pode muito que você carregue para o resto da vida
um certo gosto por nadas…
E se riu.
Você não é de bugre? – ele continuou.
Que sim, eu respondi.
Veja que bugre só pega por desvios, não anda em
estradas –
estradas –
Pois é nos desvios que encontra as melhores surpresas
e os ariticuns maduros.
e os ariticuns maduros.
Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de
agramática.
agramática.
(Manoel de Barros)
No poema de Drummond (texto I), pode-se afirmar que, entre outros temas, estabelece-se a relação entre língua(gem), e que pode ser atestada quando a defrontamos com a definição proposta em alguns trabalhos clássicos de linguístas famosos. Em razão disso, marque a alternativa que melhor definiria o posicionamento do eu-lírico a respeito desse assunto:
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Expanding the field of discourse analysis
Paradoxically, now that the field of discourse studies has high visibility, the universe from which discourse studies emerged is vanishing. New communication devices subvert the very distinction between orality and writing, and so we have to rethink many categories: textuality, speaker, addressee, utterance, memory, storage, circulation, etc. We can no longer consider technology as just an element of the “context”: it now needs to be considered as a true actor in the communication process. Such a transformation relates to the data – since the Internet offers new kinds of semiotic productions – but also to the very conditions of research, which depend increasingly on sophisticated programs and data bases. The problem is that most discourse analysts seem to live in a world where traditional face-to-face talk is still the norm of communication. If we consider the handbooks and the articles published in the field, a peripheral role is given to corpora produced by new technologies, except if they can be tackled by using the toolkit of Conversation Analysis. This is particularly the case with chats, forums, emails, phone text-messages and so on. As the focus of discourse analysis is not on the most important aspects of the Web, its study belongs mainly to specialists from other fields. The Discourse Reader (Jaworski and Coupland, 1999) does not mention the Internet. But, surprisingly, this is also the case 13 years later in The Routledge Handbook of Discourse Analysis: the introduction does not mention the existence of new communication technologies and none of the 46 chapters deals with this topic.
https://www.nature.com/articles/palcomms201758, acessado em 25/08/18.
The word “utterance”, line 3, in the passage is closest in meaning to:
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“[...] o gramático e historiador português João de Barros escreveu, no século XVI, que o modelo de língua a ser seguido deveria ser a língua dos ‘barões doutos’, isto é, dos homens da nobreza. Também o francês Vaugelas, no século XVII, dizia que a língua-padrão tinha que se basear no uso ‘da parte mais sadia da Corte’. E até hoje, na Inglaterra, a língua que deve servir de modelo se chama ‘Queen’s English’, o inglês da Rainha. E ao findar o século XX, o gramático e filólogo brasileiro Evanildo Bechara dizia que devemos levar o aluno ‘a falar melhor com os melhores’”.
(BAGNO, Marcos et all. Língua materna: letramento, variação e ensino, p. 29. São Paulo: Parábola, 2002).
A respeito do excerto em destaque, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta:
I - Há uma concepção, inferida no texto, de que a linguagem usada por essa certa “aristocracia” tornou-se o padrão, a norma, o molde ideal ao qual todos os demais usos da língua tinham de se ajustar.
II - Essa concepção de língua baseia-se em visões de mundo pré-científicas e em estruturas sociais organizadas em sistemas mais democráticos, como era o caso da sociedade grega na Antiguidade Clássica, quando nasceu a Gramática Tradicional.
III - Poderíamos resumir as ideias contidas no excerto com a seguinte afirmação: graças à impostura ideológica, o fato da maioria acaba sendo representativo da totalidade.
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According to this research, multimodality theory can help students
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“As línguas mudam todos os dias, evoluem, mas a essa mudança diacrônica se acrescenta uma outra, sincrônica: pode-se perceber numa língua, continuamente, a coexistência de formas diferentes de um mesmo significado.”
(CALVET, Louis-Jean. Sociolinguística: uma introdução crítica, p. 89-90. São Paulo: Parábola, 2002).
É bem conhecida a diferença entre a fonética e fonologia e sua aplicabilidade nas pesquisas acerca das variantes linguísticas. Dessa forma, com base em seus conhecimentos a respeito desse assunto, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta.
I - Podemos afirmar que a fonética descreve a pronúncia efetiva dos sons da língua entre os falantes. Já a fonologia extrai dessas pronúncias uma estrutura abstrata que permite organizar os sons da língua.
II - Podemos sintetizar as diferenças entre fonética e fonologia na dicotomia saussuriana entre língua e fala. Dessa forma, a fonética estaria ao lado da língua; a fonologia, ao lado da fala.
III - A separação entre fonética e fonologia permite prever que, ao lado do fonema abstrato e invariante, suas realizações fonéticas podem apresentar, ao contrário, variantes. Isso nos permitiria saber se essas diferentes realizações são explicáveis por variáveis sociais ou se, ao contrário, permitem estruturar o grupo social.
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