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A respeito das principais doenças de controle oficial do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), assinale a alternativa INCORRETA:
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A febre aftosa é uma enfermidade causada por um vírus altamente contagioso. A doença é de notificação obrigatória e ocasiona grande impacto econômico, contudo não representa risco à saúde pública. Sobre o tema, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I - A febre aftosa é considerada doença vesicular, causada por um picornavírus, e já foram detectados no Brasil apenas os sorotipos O, A e C.
II - Os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso possuem certificado internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação.
III - O ingresso e a incorporação de animais oriundos de zona livre de febre aftosa com vacinação para zona livre sem vacinação são permitidos, desde que comprovada a vacinação na Guia de Trânsito Animal.
IV - A vacinação contra febre aftosa em suínos é proibida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sendo autorizada apenas em casos emergenciais.
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De acordo com o Decreto nº 10. 468/2020, que altera o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RIISPOA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), aprovado pelo Decreto nº 9.013/2017, assinale a alternativa INCORRETA:
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A cisticercose é uma doença parasitária de caráter zoonótico que ocasiona prejuízos econômicos aos produtores e aos frigoríficos, e ainda causa grandes problemas de saúde pública. Sobre o tema, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I - Como critério de julgamento da cisticercose bovina, as carcaças que apresentarem infecção leve ou moderada deverão ser destinadas ao tratamento condicional pelo frio ou calor, após remoção e condenação das áreas atingidas, conforme consta no parágrafo 2º, do artigo 185 do RIISPOA/2020.
II - Os suínos e os bovinos são hospedeiros definitivos que adquirem a cisticercose ao ingerirem água ou pastagens contaminadas com os ovos viáveis do parasita.
III - O homem é o único hospedeiro intermediário da forma adulta tanto da Taenia saginata quanto da Taenia solium, adquiridas pela ingestão de carnes suínas e bovinas mal cozidas, água e alimentos contaminados.
IV - Para prevenção e controle, são necessárias melhorias de saneamento básico, inspeção sanitária rigorosa em frigoríficos e educação em saúde para a população.
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Assinale a afirmativa em que todas as enfermidades são de notificação compulsória imediata de qualquer caso suspeito ao Serviço Veterinário Oficial, conforme a Instrução Normativa nº 50/2013, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA):
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Em relação aos conceitos básicos que permeiam a epidemiologia para o desenvolvimento dos programas sanitários, assinale a alternativa INCORRETA:
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A mastite bovina é um processo inflamatório da glândula mamária que causa grandes prejuízos econômicos, além de reflexos na saúde pública. A enfermidade é multifatorial, podendo se manifestar na forma clínica, subclínica ou crônica e, de acordo com os micro-organismos envolvidos, classifica-se em mastite contagiosa e mastite ambiental. Sobre o tema, analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:
I - California Mastits Test (CMT) é um teste simples que identifica o teto contaminado em casos de mastite clínica, assim como o teste da caneca de fundo preto.
II - Para controle da mastite no rebanho leiteiro, é importante que as vacas com mastite crônica sejam descartadas.
III - Para o tratamento de animais com mastite, a antibioticoterapia deve ser realizada de forma criteriosa, para que reduza o quadro clínico do animal e evite a contaminação em outros animais.
IV - Staphylococcus aureus se destaca como importante patógeno relacionado à mastite ambiental.
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COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?
Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas como plataformas para compartilhar conhecimento. Tanto é que educadores buscaram alternativas para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na pandemia.
De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook e 83% visitam o Instagram.
De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004, assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais, Nesse sentido, abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos? Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.
“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.
IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO
O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por meio de trocas de experiências e informações.
“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de Estratégia e Internet.
Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as possíveis desvantagens do uso inadequado.
“São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.
Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.
De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios. Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
“Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.
Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.
As alternativas abaixo apresentam trechos do texto e propostas de paráfrase. Indique qual das propostas de paráfrase apresenta marca típica da oralidade, inadequada à linguagem escrita em registro formal:
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COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?
Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas como plataformas para compartilhar conhecimento [B]. Tanto é que educadores buscaram alternativas para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na pandemia.
De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook e 83% visitam o Instagram.
De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado [C], em 04 de fevereiro de 2004, assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais, Nesse sentido, abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos? Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.
“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores [D] em educação midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma Patrícia Blanco, presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.
IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO
O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por meio de trocas de experiências e informações.
“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de Estratégia e Internet.
Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as possíveis desvantagens do uso inadequado.
“São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas [E] para que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara.
Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.
De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios. Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
“Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora.
Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.
Em textos de opinião, um importante recurso para apresentação de posicionamentos diante daquilo que se fala é a modalização. Sobre os modalizadores discursivos do texto, é CORRETO afirmar que:
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COMO AS REDES SOCIAIS PODEM SER ALIADAS DA EDUCAÇÃO?
Quando o assunto é o uso das redes sociais na educação, é preciso reconhecer o potencial delas como plataformas para compartilhar conhecimento [A]. Tanto é que [B] educadores buscaram alternativas para priorizar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos durante o Ensino Remoto na pandemia.
De acordo com levantamento publicado pela empresa Comscore sobre educação on-line nas plataformas digitais a partir das mudanças originadas pela pandemia, mais de 98% das pessoas que consomem a categoria educação acessam o YouTube. Além disso, quase 86% utilizam o Facebook e 83% visitam o Instagram.
De fato, o Facebook marcou o início de uma nova era quando foi lançado, em 04 de fevereiro de 2004, assim como revolucionou a forma como as pessoas se relacionam. Atualmente, é considerado a maior rede social do mundo, com cerca de 2,91 bilhões de usuários ativos mensais, Nesse sentido, abriu portas para outras redes sociais com diferentes propostas. Afinal, você consegue pensar na sua rotina diária sem o uso do WhatsApp para se comunicar ou do YouTube para assistir a vídeos? Algumas das razões para o maior uso das redes sociais na educação são a facilidade de compartilhar conteúdos, o potencial informativo, as possibilidades de exploração do espaço virtual enquanto extensão da sala de aula e o desenvolvimento de competências tecnológicas. Além disso, elas são exemplos de novas sinergias que podem surgir entre os membros da comunidade educativa.
“Todas as redes sociais podem ser incluídas nos projetos pedagógicos se houver um preparo para isso. Para que isso se efetive, é fundamental investir na formação de professores em educação midiática, informacional e digital, além de equipar as escolas com os recursos necessários”, afirma Patrícia Blanco [E], presidente-executiva do Instituto Palavra Aberta, responsável pelo EducaMídia.
IMPACTOS DAS REDES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO
O uso de redes sociais na educação é uma maneira de construir a relação aluno-professor por meio de trocas de experiências e informações.
“As redes vão ser aliadas no ensino durante a orientação e mentoria dos estudantes sobre como aproveitá-las para uma aprendizagem intencional, bem como podem inspirar professores a descobrir oportunidades de ensino significativas. Para isso, é necessário trazer o contexto da rede social para o dia a dia do ensino, porque a aprendizagem só vai ser significativa se o estudante enxergar valor naquilo”, afirma Bianca Leite Dramali, doutora em Comunicação e professora de Estratégia e Internet.
Patrícia Blanco reforça as vantagens da tecnologia na educação. Entretanto, alerta sobre as possíveis desvantagens do uso inadequado.
“São ferramentas poderosas para a disseminação de conhecimento, mas também de mensagens mentirosas. Por isso, as redes sociais na educação devem ser incluídas em diversas disciplinas para que crianças e jovens aprendam a fazer uso consciente”, declara [E].
Muitos alunos são considerados nativos digitais, o que significa que a tecnologia faz parte do seu cotidiano. Logo, o processo de aprendizagem pode se tornar mais dinâmico e centralizado no estudante com o uso da tecnologia e das redes sociais na prática pedagógica.
De acordo com Bianca Leite, o uso das redes sociais na educação pode possibilitar outros benefícios. Por exemplo, facilitar a comunicação, aumentar o senso de comunidade educativa, estimular a colaboração entre alunos e o desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).
“Um dos maiores desafios da educação no mundo das mídias sociais é entender que a educação vai além do conteúdo. É preciso se valer dessa imersão para desenvolver habilidades como a capacidade crítica, a resolução de problemas, e não apenas o conteúdo”, explica a professora [E].
Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/redes-sociais-educacao-aula/ (Adaptado) Acesso em: 08 nov 2022.
Acerca da argumentação no texto, é INCORRETO afirmar que:
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