Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
(Fonte: Carvalho, Deusvaldo. Orçamento e contabilidade pública. Elsevier, 2010)
A esse respeito, assinale a alternativa que NÃO representa uma característica do orçamento-programa:
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Sobre o uso da norma padrão em textos oficiais, assinale a única alternativa que NÃO infringe as regras gramaticais:
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Leia o Texto II e responda à questão.

Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.
A palavra “baixinho”, morfologicamente, é formada pelo acréscimo do sufixo “-inho”, o qual pode, dependendo do contexto, apresentar valores semânticos como afetividade, amabilidade, modéstia, desprezo e tamanho.
As palavras destacadas nos enunciados abaixo foram formadas com o acréscimo do sufixo “inho”. Assinale a única alternativa em que o sufixo tenha valor de diminutivo.
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Leia o Texto II e responda à questão.

Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.
Sobre o Texto Il, julgue os itens:
I. Porse tratar de uma tirinha, sua compreensão depende da observação apenas dos elementos não verbais.
II. Os elementos que compõem a tirinha sugerem ao leitor que o Cascão e o Cebolinha estejam se protegendo de “bullying” praticado pelo “valentão”.
III. Na primeira fala (“Hoje eu quero brigar!), a forma verbal “quero” sugere que não há motivos para a briga, apenas é uma vontade do personagem.
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Leia o Texto I para responder a questão abaixo.
O fim da superpopulação
As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]
Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.
“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”
O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.
E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
[...]
Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.
Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]
Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).
[...]
Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Quanto à acentuação gráfica, assinale a alternativa cujas palavras são todas proparoxítonas:
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Leia o Texto I para responder a questão abaixo.
O fim da superpopulação
As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]
Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.
“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”
O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.
E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
[...]
Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.
Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]
Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).
[...]
Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Nas alternativas abaixo, o uso da vírgula, nas expressões em destaque, ocorre devido às mesmas razões sintáticas, EXCETO em:
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Leia o Texto I para responder a questão abaixo.
O fim da superpopulação
As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]
Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela décadaa, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Romab (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.
“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”
O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.
E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
[...]
Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturaisc.
Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]
Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendod. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).
[...]
Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Coesão textual é o recurso utilizado na produção dos textos, permitindo a articulação entre as suas partes. A esse respeito, identifica-se que estão corretas as alternativas, EXCETO:
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Leia o Texto I para responder a questão abaixo.
O fim da superpopulação
As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]
Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.
“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”
O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.
E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
[...]
Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.
Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]
Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).
[...]
Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Pode-se afirmar sobre a estrutura textual do gênero a que se refere o Texto I, EXCETO:
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Mato Grosso reforça o uso de máscaras e protocolos sanitários devido ao aumento de casos de Covid-19 e à detecção de uma nova subvariante.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), Mato Grosso registrou até o momento 3.895 casos confirmados da doença. Monitoramento recente, que considera os últimos 14 dias, revela que cinco municípios estão com risco muito alto, tendo contabilizado 500 casos a cada 100 mil habitantes.
Disponível em: https://oantagonista.com.br/brasil/mato-grosso-volta-a-exigir-mascara-em-razao-de-aumento-dos-casos-de-covid-19/. Acesso em: 01 jul. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta somente municípios que recomendaram o uso de máscaras para a prevenção contra a Covid-19, por conta da onda de aumento de casos de infecção, citados na reportagem.
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Leia o Texto I para responder a questão abaixo.
O fim da superpopulação
As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]
Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada. O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.
“Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera”, adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra.”
O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à “redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.
E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
[...]
Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.
Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]
Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada “taxa de reposição”, que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa o número de indivíduos que não geram descendentes).
[...]
Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
[...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Julgue as afirmativas a seguir, levando em consideração as informações extraídas da leitura do texto.
l. Em 2022, a humanidade usou 75% mais recursos do que o planeta pode suportar.
II. A China registrou, em 2022, taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
III. No Brasil, em 2100, a população terá reduzido em 49,6 milhões de pessoas em relação ao ano de 2045.
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