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4026370 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
According to some applied linguists, CLT was a very important approach, but it has some critical points that should be considered. 

PIAZZA, Paulo Thiago. The historical development of english as a foreign language teaching in brazilian schools: methods and legal documents. Revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-23, 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs. Acesso em: 10 mai. 2025.

Choose the item(s) that point(s) the criticism to the CLT approach.

I. Difficulties in defining which functions of language (or which tasks) should be presented to students (and in which sequence).
II. Dividing teaching into functions of language or tasks brings the negative argument of teaching atomization, i.e., of breaking the language in small pieces that do not form a coherent whole.
III. The debate if it is possible to have "real-life communication" in a classroom setting.
IV. The inability of CLT to adapt to the various contexts of language teaching, such as cultural contexts that posit a hierarchy between students and teachers.

Choose the CORRECT alternative.
 

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4026369 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
Concerning the history of teaching English as a foreign language, in the 70s, teachers faced another approach to teaching. Language was not seen as a set of sentences anymore, but as a set of communicative events.

PIAZZA, Paulo Thiago. The historical development of english as a foreign language teaching in brazilian schools: methods and legal documents. Revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-23, 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs. Acesso em: 10 mai. 2025. 


Judge the items as ( T ) TRUE or ( F ) FALSE according to the Communicative Approach.

( ) Instead of organizing the syllabus based on grammar topics (simple past, simple present, if clauses, etc.), the organization is focused on developing students´ communicative competence.
( ) Classes based on Communicative Language Teaching (CLT) tend to be more teacher-centered, with a greater emphasis on teacher-student interactions and situations where the language must be used by students for communicative purposes.
( ) Errors are viewed as part of development, and most of the time are not corrected immediately. ( ) The role of the teacher in CLT is to promote situations where students need to communicate in their mother tongue.
( ) Students must be exposed to authentic materials, that is, language as it is actually used in daily routines in the real world.

Choose the CORRECT sequence.
 

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4026368 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
"Teaching is characterized by many factors, such as teachers´ beliefs, preferences, personalities, and one of the factors that mostly influences teaching is the method, which holds systematic procedures prescribed to the teacher based on linguistic theory or legal documents." (Piazza, 2024, p.3)

PIAZZA, Paulo Thiago. The historical development of english as a foreign language teaching in brazilian schools: methods and legal documents. Revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v.17, n.6, p. 01-23, 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.php/clcs. Acesso em: 10 mai. 2025.

According to Larsen-Freeman and Anderson (2011, p.38 apud PIAZZA, 2024, p. 5), in a class based on the GrammarTranslation method, the "fundamental purpose of learning a language is to be able to read literature written in the target language".

Choose the item that IS NOT applied to the Grammar-Translation method.
 

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4026367 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Em relação à opção metodológica indicada pelos PCNs, a proposta é tomar o conhecimento linguístico do aluno como ponto de partida para definir o que será desenvolvido, considerando o valor da linguagem nos diferentes círculos sociais (PCN - EM, 1998, p. 17). Com base nesse princípio, as tarefas de ensino da língua na sala de aula devem:
 

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4026366 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Os PCN (1998, p. 24) adotam uma perspectiva sociointeracionista da linguagem. Segundo essa perspectiva, "a língua é um sistema de signos histórico e social que possibilita ao homem significar o mundo e a realidade. A partir disso, essa perspectiva da linguagem pressupõe que:
 

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4026365 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Considerando a concepção de linguagem apresentada no texto, é INCORRETO afirmar que:
 

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4026364 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT
TEXTO IV - Base para responder à questão.
Reflexões sobre ensino de gramática na realidade educacional brasileira
O ensino de gramática no contexto educacional brasileiro tem sido primordialmente prescritivo, baseado nas regras da gramática normativa tida como o manual do bem falar (ILARI, 1992). A língua portuguesa é, na prática, muitas vezes considerada homogênea, apesar de o Brasil ser um país marcado por grandes contrastes, aliás, em vários sentidos. A variedade padrão é aquela ensinada na escola, instituição que representa uma força corretiva e unificadora da língua. A despeito do que preconizam os manuais gramaticais, a heterogeneidade linguística está estabelecida no país e é influenciada tanto por fatores diatópicos, geográficos, quanto por fatores diastráticos, sociais. Devido ao acesso limitado à ampla e efetiva escolarização, as diferenças linguísticas tornam-se acentuadas e, sobretudo, cada vez mais distantes da norma culta.
De um lado, há os que defendem o respeito com relação à variedade linguística das classes populares, pois sua linguagem é considerada tão válida para a comunicação quanto a língua padrão. Por outro lado, há os que afirmam a necessidade de as classes populares aprenderem a usar a variedade socialmente privilegiada, visto que a posse dessa linguagem constitui instrumento fundamental e indispensável na luta pela su - peração das desigualdades sociais (POSSENTI, 1992). Mas o que gostaríamos de problematizar inicialmente é o seguinte: diante da variedade linguística do português, como fica a questão do ensino? Qual variedade deve ser ensinada pelo professor de língua portuguesa?
A primeira corrente expressa uma ideia muito simplista da língua, uma vez que restringe seu uso apenas à comunicação, ignorando as demais concepções de linguagem. A língua(gem), além de se prestar ao ato comunicativo, configura a expressão do pensamento, sendo, sobretudo, uma forma de interação humana, política e social. É sob essa ótica que defendemos que as atividades de ensino devem oportunizar aos alunos o domínio de um sistema valorizado, ou seja, da norma padrão, sem que isso signifique depreciação da variante linguística de seu grupo social e regional de origem.
SILVA, Kleber Aparecido da; PILATI, Eloisa; e DIAS, Juliana de Freitas. O ensino de gramática na contemporaneidade: delimitando e atravessando as fronteiras na formação inicial de professores de língua portuguesa. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1984-63982010000400008. Acesso em: 07 jul. 2025.
Com base na concepção discursiva de linguagem defendida no texto, é CORRETO afirmar que:
 

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4026363 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

TEXTO III - Base para responder à questão.

Enunciado 4512678-1

Na última estrofe, o poeta afirma: "Senão, que restará de ti, nadador? / Nada, nadador." Nesse trecho, o valor argumentativo decorre da:
 

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4026362 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

TEXTO III - Base para responder à questão.

Enunciado 4512677-1

No poema, a repetição da frase "Nada, nadador!" ao longo dos versos contribui principalmente para:
 

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4026361 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IF-MT
Orgão: IF-MT

TEXTO III - Base para responder à questão.

Enunciado 4512676-1

No trecho "A água te lambe, a água te abraça / A água te leva, a água te mata", as ações atribuídas à água indicam:
 

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