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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo, do cronista Leo Cunha, e responda à questão.
Linda de morrer
O pai resolveu abrir uma funerária.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
(CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004.)
O trecho O pai sorriu … em termos mercadológicos pode ser tomado como argumento do pai para justificar
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INSTRUÇÃO: Leia a tira atentamente e responda à questão.

(ABAURRE, M. L. et al. Português: Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2003.)
A linguagem não verbal é também empregada para retratar o sentimento ou emoção do personagem que passa
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No preparo de Agar Baird Parker, as instruções do fabricante são: adicionar a 940 mL de Agar, previamente preparado, 10 mL de uma solução aquosa de telurito de potássio a 1% e 50 mL de uma solução estéril de gema de ovo. Quanto, respectivamente, das soluções é necessário para preparar 450 mL do meio?
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INSTRUÇÃO: Leia a tira atentamente e responda à questão.

(ABAURRE, M. L. et al. Português: Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2003.)
Sobre a tira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No primeiro quadrinho, há um erro de ortografia, pois o verbo trazer tem a letra z em todas as pessoas e tempos.
( ) Atribuir ação humana (ler) a um animal é o foco em que reside o humor da tira.
( ) A linguagem da tira é marcada por redução de palavra e por estrutura própria da oralidade.
( ) O pronome mim, no primeiro quadrinho, está empregado incorretamente, pois não pratica a ação verbal.
Assinale a sequência correta.
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Em relação ao preparo de amostra para análise de alimentos, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Sobre os meios de cultura e seu desempenho no cultivo de microrganismos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O suplemento com solução de gema de ovo é usado apenas no preparo do Agar Baird Parker, pois objetiva a verificação da produção de lecitinase pelo S. aureus que promoverá no meio a precipitação das lipoproteínas com formação de um centro esbranquiçado e rugoso.
( ) A Polimixina B é um agente seletivo usado nos meios de cultivo bacterianos que atuam sobre a microbiota acompanhante Gram positiva inibindo ou retardando seu crescimento.
( ) A incubação de colônias suspeitas em tubos positivados de Lauryl sulfato é feita para Caldo EC com incubação em banho-maria com agitação a 44,5 ± 0,5ºC, para evidenciar a formação de gás e acidificação da lactose como prova confirmativa para coliformes termotolerantes.
( ) O Agar Rambach é usado na análise de alimentos para diferenciação entre salmonelas e outras bactérias entéricas que é promovida pela presença do propileno glicol e também de um composto cromógeno.
Assinale a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo, do cronista Leo Cunha, e responda à questão.
Linda de morrer
O pai resolveu abrir uma funerária.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
― Tem muita gente morrendo. É negócio de futuro!
Ao que a mãe acrescentou:
― Gente que nunca morreu está morrendo...
O filho perdeu a paciência.
― Dá pra parar com as piadinhas sem graça? Abrir um negócio não é brincadeira não.
O pai sorriu condescendente. Sabia que o filho estava bem intencionado. Mas é que o rapaz tinha acabado de concluir um desses MBA da vida, e só conseguia raciocinar em termos mercadológicos.
― Calma, filho. Você só fala de critérios, métodos, empredorismo... não sei nem falar esse troço.
― Empreendedorismo, pai.
O pai riu, disfarçado, depois continuou:
― Pois é. Estou querendo pôr o nome de “Funerária Vai com Deus”.
― Pelo amor de Deus!
―Também é bom. Mas “Vai com Deus” é melhor.
― Não, pai, pelo amor de Deus, não põe um nome desses!
E olhou ansioso para a mãe, pedindo socorro. A mãe nem tchum.
― Acho que é um nome interessante, filho. Diferente. Ousado.
O pai emendou:
― Imaginem só o slogan: “Na hora de morrer, Vai com Deus!”
A mãe soltou uma gargalhada.
― Vocês dois parem com isso! ― o filho já estava vermelho. ― Que coisa mórbida! Vamos pensar com um mínimo de ...
― Empree... dorimos...
― Do ...rimos!
― Doritos!
― Empreendedorismo! ― o filho berrou.
― Ah é. Quer ver outro nome bom? Funerária Sete Palmos.
― Passagem de Ida! ― a mãe entrou na tabela.
― Último Adeus! ― o pai emendou.
Agora os dois já riam solto. O filho olhando pro chão, besta. Já estava calculando os prejuízos.
O pai não parava.
― “Funerária Último Adeus: uma empresa linda de morrer.”
― Uma empresa linda de morrer! ― a mãe repetiu, saboreando cada palavra.
― Linda de morrer... ― o filho repetiu, mordendo as palavras. ― Nem Freud explica vocês dois...
― Engano seu, filho. Você sabia que o Freud era fanático por humor negro? Ele adorava o anúncio de uma funerária americana que falava assim: “Pra que viver, se você pode ser enterrado por dez dólares?”
― Sensacional! ― a mãe já batia as mãos na mesa, de tanto rir.
― E lembra aquele cemitério que tinha o slogan assim: “Se você não sabe quando, saiba pelo menos onde.”
Dessa vez, até o filho deixou escapar uma risada:
― É verdade. Essa propaganda eu lembro. Engraçado, na época eu achei aquele slogan muito bom. É claro que eu ainda não tinha conhecimento de...
― Perdedorismo...
― Predadorismo...
O filho saiu batendo os pés, resmungando para si mesmo: posicionamento, agregação, downsizing e, acima de tudo, empreendedorismo. Seu pai nunca ia mesmo dar conta daquelas palavras lindas de morrer.
(CUNHA, Leo. Manual de desculpas esfarrapadas. São Paulo: FTD, 2004.)
Sobre os sentidos do texto, é correto afirmar:
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INSTRUÇÃO: Leia a tira abaixo e responda à questão.

(ABAURRE, M. L. et al. Português: Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2003.)
Sobre a imagem que Calvin faz da mãe para convencê-la a ir à pizzaria, é correto afirmar que ela
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A coluna da esquerda apresenta morfologia das células bacterianas e a da direita, a caracterização de cada uma.
Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
| 1 – Cocos | ( ) Têm corpo rígido e são como vírgulas ou forma de saca- rolha e são chamadas de vibriões e espirilos. |
| 2 – Bacilos | ( ) São redondas, mas podem ser ovais ou achatadas em uma extremidade. |
| 3 – Cocobacilos | ( ) São compridos e alguns assemelham-se a lanças, outros têm extremidades arredondadas ou retas. |
| 4 – Espiraladas | ( ) Apresentam formas esféricas alongadas e achatadas, semelhante a curtos cilindros. |
Marque a sequência correta.
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