Foram encontradas 40 questões.
Não há registros de campanha na primeira eleição realizada no país, em 23 de janeiro de 1532, para o Conselho Municipal de São Vicente, São Paulo. Apenas conchavos. Seis representantes foram escolhidos pelos votantes por ser “homens bons”, expressão um tanto ampla que designava gente qualificada pela linhagem familiar. Pode-se dizer que o marketing político propriamente dito só começou a aparecer no fim do Império, quando desenhos de “capoeiras” (homens que conheciam a capoeira, esporte ilegal na época) eram usados em cartazes para afugentar os eleitores do grupo opositor. Mas a principal revolução no jeito de fazer campanha política ocorreu em 1914, na sétima eleição presidencial. Surgiu nas ruas do Rio de Janeiro uma marchinha contra o presidente Marechal Hermes da Fonseca, popularmente chamado de Dudu, atacado pelos opositores com o primeiro jingle do Brasil: “Ai, Philomena / Se eu fosse como tu / Tirava a urucubaca / Da careca do Dudu”.
Até hoje, o jingle político funciona como pilar das campanhas eleitorais, um formato sucinto e grudento para unir meio e mensagem, ataque e autopromoção. As eleições de 2014 deverão gerar uma nova onda na comunicação, parecida com a introdução dos jingles, capaz de mudar o jeito de fazer política e influenciar diretamente no voto. São as campanhas na mídia social, forjadas para levantar candidatos e derrubar adversários com o uso de memes, selfies, vídeos virais e hashtags.
(VEJA, 08/2014.)
A argumentação em um texto é construída também com recursos linguísticos apropriados. Sobre os recursos usados no texto, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O teatro é uma instituição cheia de tradições. Uma dessas tradições faz o público esperar, no fim de um espetáculo, os atores saírem dos camarins para uma sessão de autógrafos. Alguns costumavam fugir pela porta lateral. Outros enfrentavam os fãs, tentando disfarçar o cansaço.
O jornal britânico The times registrou uma mudança nessa tradição. Agora, em muitos teatros de Londres, os atores terminam a peça e se entregam às selfies com os fãs. E fazem isso com o maior prazer. A diferença entre o autógrafo e a selfie? O autógrafo some no bolso. A selfie é postada nas redes sociais. E isso gera propaganda gratuita para a peça.
Vivemos a civilização da selfie. Não basta viver, é preciso registrar fotograficamente onde e com quem você estava. E mostrar isso para o maior número possível de pessoas. Isso é uma crítica? De jeito nenhum. É um fato. Como no caso dos teatros londrinos, mudou a realidade para melhor.
[...]
Ninguém faz selfies de momentos tristes, de derrotas, de humilhação. Ninguém divulga imagens quando está por baixo, quando é traído. Queremos mostrar sempre os melhores momentos. E acabamos criando um certo clima de euforia artificial nas redes sociais.
Sobre o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Nem todos os atores de teatro se dispunham a, no final da peça, conversar com os fãs.
( ) Com o surgimento das selfies, muitos atores de teatro se veem impelidos a atender os fãs no final da peça.
( ) O jornal The Times se responsabilizou pela mudança de atitude dos atores no final da peça no sentido de falar com os fãs.
( ) Em termos de marketing, não há qualquer diferença entre ceder autógrafos aos fãs e fazer selfies com os fãs no final da peça.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os estudos que embasam a comunicação organizacional dedicados a compreender as relações e interações do universo corporativo no qual situam-se indivíduos, grupos, unidades e ou departamentos relacionam-se à teoria
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao analisar os períodos históricos da comunicação no Brasil, Gaudêncio Torquato destaca a criação, pelo governo brasileiro, da Assessoria Especial de Relações Públicas que, no apogeu de suas atividades, trabalhou com os conceitos de segurança e desenvolvimento. Esse ciclo da Comunicação Oficial está ligado ao período
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a construção da identidade organizacional, analise as afirmativas.
I - Limita-se à apresentação visual que inclui logotipos, nome criativo e estratégia de divulgação da marca.
II - Leva em consideração a convergência de ações da comunicação interna e externa.
III - Vincula-se a valores simbólicos que se transferem para a opinião pública.
Está correto o que se afirma em
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A comunicação organizacional como função estratégica necessita articular ações para obter resultados satisfatórios. Assinale a alternativa em DESACORDO com a orientação estratégica.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A coluna da esquerda apresenta ferramentas do Microsoft Word 2007, em sua configuração padrão de instalação, e a da direita, as guias/abas onde elas são encontradas. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1- 

2- 

3- 

4- 

5- 

( ) Início
( ) Inserir
( ) Layout da Página
( ) Referências
( ) Exibição
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale o canal de comunicação que NÃO se aplica à comunicação interna em uma organização.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não há registros de campanha na primeira eleição realizada no país, em 23 de janeiro de 1532, para o Conselho Municipal de São Vicente, São Paulo. Apenas conchavos. Seis representantes foram escolhidos pelos votantes por ser “homens bons”, expressão um tanto ampla que designava gente qualificada pela linhagem familiar. Pode-se dizer que o marketing político propriamente dito só começou a aparecer no fim do Império, quando desenhos de “capoeiras” (homens que conheciam a capoeira, esporte ilegal na época) eram usados em cartazes para afugentar os eleitores do grupo opositor. Mas a principal revolução no jeito de fazer campanha política ocorreu em 1914, na sétima eleição presidencial. Surgiu nas ruas do Rio de Janeiro uma marchinha contra o presidente Marechal Hermes da Fonseca, popularmente chamado de Dudu, atacado pelos opositores com o primeiro jingle do Brasil: “Ai, Philomena / Se eu fosse como tu / Tirava a urucubaca / Da careca do Dudu”.
Até hoje, o jingle político funciona como pilar das campanhas eleitorais, um formato sucinto e grudento para unir meio e mensagem, ataque e autopromoção. As eleições de 2014 deverão gerar uma nova onda na comunicação, parecida com a introdução dos jingles, capaz de mudar o jeito de fazer política e influenciar diretamente no voto. São as campanhas na mídia social, forjadas para levantar candidatos e derrubar adversários com o uso de memes, selfies, vídeos virais e hashtags.
(VEJA, 08/2014.)
A respeito de formas verbais utilizadas no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No trecho homens que conheciam a capoeira, o tempo do verbo conhecer indica que essa ação se prolongava no passado, na época referenciada no texto.
( ) Para haver correlação formal entre os dois tempos verbais no trecho Se eu fosse como tu / Tirava a urucubaca, o verbo tirar deveria estar na forma tiraria.
( ) A expressão verbal eram usados pode ser substituída por usavam-se, ficando quando desenhos de “capoeiras” (homens que conheciam a capoeira, esporte ilegal na época) usavam-se.
( ) Em Surgiu nas ruas do Rio de Janeiro uma marchinha, a forma verbal empregada refere-se a um fato ocorrido no passado anterior a outro fato também no passado.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, na década de 1990, as organizações tiveram de se ajustar às novas normas de relação de consumo. Sobre o assunto, marque a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container