Foram encontradas 910 questões.
Estão citados abaixo os passos de um controlador lógico programável.
1 – Inicialização
2 – Transferir para a memória
a
3 – Atualizar as saídas
3 – Atualizar as saídas
4 – Verificar estado das entradas
5 – Comparar com o programa do usuário
Em relação ao princípio de funcionamento de um controlador lógico programável (CLP), assinale a sequência correta.
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A figura mostra a parte frontal de um amperímetro analógico para corrente alternada, classe de exatidão 2, selecionado na escala de 25 A, obtida no instante da medição, numa posição normal à superfície do mostrador.

Qual é o valor da medição?
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Analise o diagrama indicativo para uso de aeração.

Esse diagrama permite a seguinte análise técnica:
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Em motores de combustão interna (ciclo Diesel e Otto), cilindrada é a designação dada ao volume admitido pelo pistão no primeiro estágio. Tomando-se como exemplo um motor de três cilindros cujo diâmetro do pistão é 9 cm e seu curso é 12 cm, é correto afirmar que a cilindrada do motor é, aproximadamente:
Considere !$ \pi !$ = 3,14
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Os tratores agrícolas são caracterizados por apresentarem pontos de disponibilidade de potência. É correto afirmar que as denominações desses pontos são:
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Quetzalcóatl
La creación había terminado y los dioses y los humanos vivían en paz. Todos parecían satisfechos, menos el dios Quetzalcóatl, que pensaba que los humanos no eran tratados dignamente por los dioses.
- ¿Qué te pasa, hermano? - le preguntó Huitzilopochtli.
- Miro a los humanos y veo que están contentos, pero viven en la ignorancia, sin conocimientos… - respondió Quetzalcóatl.
- ¿Y qué harás? ¿Piensas darles el conocimiento, que es algo propio de los dioses? Ya sabes que mis otros dos hermanos no te permitirían hacer eso - dijo refiriéndose a Tezcatlipoca y a Xipe Topec.
- Eso mismo es lo que haré - replicó Quetzalcóatl - . Bajaré a la Tierra y enseñaré a los hombres una vida diferente y, si para eso tengo que renunciar a ser dios, lo haré.
Y así hizo. Bajó a la tierra y, convertido en hombre, Quetzalcóatl sintió por primera vez el hambre, el frío y el cansancio. Como estaba agotado, se sentó a la sombra de un árbol y se durmió. Quetzalcóatl soñó entonces con una fila de hormigas en la que cada una llevaba un grano de maíz, así que decidió hacerse del tamaño de ellas y seguirlas para saber de dónde habían sacado aquellos granos maravillosos. En sueños, trabajó con las hormigas y, cuando despertó, a su lado había un montón de maíz. Lo metió en un saco y se encaminó hacia la ciudad más importante de aquel tiempo: Tollán. Cuando Quetzalcóatl llegó a la ciudad, se estaba celebrando un sacrificio humano en honor a Tezcatlipoca. Quetzalcóatl paró el sacrificio y ordenó:
- Nunca más se realizarán sacrificios humanos.
- ¿Cómo te atreves a desafiar a los dioses? - preguntó el sacerdote - . Vas a traernos la ira de Tezcatlipoca.
- No tengáis miedo. Confiad en mí - respondió Quetzalcóatl.
Desde ese día, Tollán prosperó enormemente. Quetzalcóatl enseñó a los toltecas a cultivar el maíz, a trabajar el oro y mil cosas más. Prohibió los sacrificios humanos, impulsó el culto al sol y creó una orden de sacerdotisas que mantenían los templos. Al principio, los hombres lo querían adorar, pero Quetzalcóatl no aceptó y rechazó todos los lujos y privilegios.
(In: CORPAS, Jaime, et al. Aula internacional 3. Barcelona: Difusión, 2010.)
Quetzalcóatl (serpiente emplumada) es el protagonista de relatos de las culturas mesoamericanas que se han conservado por medio de las crónicas españolas del descubrimiento, bien como a través de la transmisión oral. Con relación al género textual, se puede afirmar que este relato es un (una)
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Nós, os escravos
Faço compras no supermercado. Encho o tanque do automóvel. Compro um livro, um filme, um CD. Vou almoçar, pago a conta, saio. E então reparo que não encontrei um único ser humano em todo o processo. Só máquinas. Eu, o meu cartão de crédito – e uma máquina. Então penso: será que Paul Lafargue (1842 – 1911) tinha razão?
[...]
Genro do famoso Karl, Lafargue escreveu "O Direito à Preguiça" em finais do século 19. Para deixar uma mensagem otimista: a humanidade deixará o trabalho para trás porque o progresso tecnológico vai libertar os homens da condenação da jornada. A mensagem de Lafargue é uma espécie de profecia bíblica do avesso: quando Adão e Eva foram expulsos do paraíso, Deus condenou o par desobediente a ganhar a vida com o suor do rosto. As máquinas, escreveu Lafargue, permitirão que os homens regressem ao paraíso, deixando as canseiras da labuta para os brinquedos da tecnologia.
Não sei quantas vezes li o opúsculo de Lafargue. Umas dez. Umas cem. Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer.
Esse dia pode estar mais próximo do que imaginamos. Derek Thompson, na revista "The Atlantic", revela alguns números: em 2013, a Universidade de Oxford previu que as máquinas, daqui a 20 anos, farão metade dos trabalhos nos Estados Unidos da América. Essa previsão, como todas as previsões, tem um valor relativo: se a história ensina alguma coisa é que por cada trabalho destruído haverá sempre um trabalho inventado. Melhor: inventado e imprevisto pelo horizonte estreito do nosso presente.
Mas existem sinais de alguns limites: o número de empregos disponíveis (e tradicionais) começou a escassear nas últimas gerações, sobretudo para homens e jovens graduados. Porque a tecnologia faz mais e os homens têm cada vez menos para fazer. O meu coração hedonista rejubila com a notícia, partindo do pressuposto de que as máquinas também irão gerar recursos capazes de sustentar a minha nostalgia pela vadiagem.
Mas depois, como uma Cassandra moderna, Derek Thompson relembra o "paradoxo do trabalho" que define a nossa miserável condição: toda gente amaldiçoa as horas passadas no escritório; mas, ao mesmo tempo, toda gente amaldiçoa as horas passadas em casa. Sem trabalhar, a maioria perde um "sentido" para a vida que não consegue encontrar em mais nada.
E não me refiro a situações dramáticas de desemprego, que jogam em outro campeonato. Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade.
Puro engano. Um mundo onde as máquinas trabalham e os homens têm tempo livre (e remunerado) soa mais a distopia do que a utopia. Será que a infame frase "o trabalho liberta" esconde uma verdade profunda?
Admito que sim. Mas também admito que o "paradoxo do trabalho" é o resultado de uma sociedade enlouquecida pelo próprio trabalho.
Quando todas as áreas da vida estão invadidas por prazos a respeitar, e-mails para responder, fins de semana para arruinar, filhos para ignorar, vida pessoal para adiar – enfim, sobra pouco espaço para descobrir o que gostamos de fazer quando não estamos a fazer nada.
[...]
Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas. E quando nos vemos livres das correntes, nem sabemos o que fazer sem elas.
(Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/2015/07/1655226-nos-os-escravos.shtml. Acesso em 17/07/2015.)
Infere-se da leitura desse texto:
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Um sistema constituído por n mols de um gás monoatômico sofre o processo cíclico apresentado na figura.

No estado representado em A, o sistema sofre uma expansão isobárica para o estado B. Em seguida, a pressão é reduzida, com volume constante, para o estado C. Por fim, o gás é comprimido, à temperatura constante, de volta para o estado A. Assim, em um ciclo completo, entra no sistema uma quantidade de calor correspondente a
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Leia a passagem sobre Cânone literário e responda a questão abaixo.
Ao lado desses autores ‘inquestionáveis’ aparecem autores que ora figuram, ora não figuram em certos momentos no cânone literário e, portanto, movimentam-se na órbita desse núcleo relativamente estável. No entanto, não se pode compreender o cânone como fixo, fechado e pronto. As obras vão e vem a depender dos mecanismos utilizados no momento da escolha.
(FIDELIS, A. C. e S. Cânone Literário e Livro Didático: Mediações. Campinas: Unicamp, 2005. Disponível em: <http://www.alb.com.br/anais15/Sem12/anafidelis.htm>. Acesso em 18 de agosto de 2015.)
Qual a postura da autora sobre a constituição do Cânone literário?
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Lea el siguiente texto adaptado.
Es conveniente considerar la introducción de la traducción como herramienta didáctica para la enseñanza de ELE, pues el ejercicio de traducción comunicativa, debidamente integrado con las otras destrezas, le proporciona al estudiante una oportunidad para atajar errores frecuentes, así como también un ámbito más para la práctica y consolidación de sus habilidades lingüísticas e interculturales.
(CABALLERO RODRÍGUEZ, B. El papel de la traducción en la enseñanza del español. In: CONGRESO DE ESPAÑOL COMO LENGUA EXTRANJERA EN ASIA-PACÍFICO, 1., 2009, Manila. Actas... . Disponible en: <cvc.cervantes.es>. Accedido el: 02 jul. 2015.)
La traducción desempeñó diferentes papeles a lo largo de la historia de los métodos y enfoques de enseñanza de lenguas extranjeras, ocupando desde un lugar central hasta el completo rechazo. Llevando en consideración el texto y la trayectoria histórica de la relación entre la traducción y la enseñanza de lenguas extranjeras, bien como su perspectiva en la actualidad, marque V para las afirmativas verdaderas y F para las falsas.
( ) La traducción como método de enseñanza de lengua extranjera (Método gramática-traducción) empezó a ser cuestionada más intensamente a partir de los años 1960 y 1970 por ser considerada una actividad artificial, desconectada de un contexto real de uso de la lengua.
( ) En la actualidad, la traducción pedagógica pone al estudiante en el papel de mediador entre culturas, lo lleva a desarrollar habilidades interculturales y a reconocer y valorar las costumbres y la cultura del otro.
( ) La traducción como actividad lingüística debe ser evitada cuando al desarrollarla el estudiante ve la lengua extranjera a partir de la lengua materna, y acaba por tener la falsa impresión de encontrar correspondientes exactos en las dos lenguas.
( ) La traducción se centra en las destrezas de la lectura y de la escritura y, prescindiendo de la interacción oral, no integra las cuatro competencias, por lo que no llega a constituirse como un acto comunicativo.
Señale la secuencia correcta.
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