Foram encontradas 50 questões.
Uma empresa encomendará a confecção, em acrílico, de um brinde maciço em formato de uma pirâmide quadrangular regular de 7 cm de altura e 6 cm de aresta da base. Sabendo que o grama do acrílico custa R$ 0,20 e que sua densidade é aproximadamente 1,15 g/cm3, o custo do material utilizado em cada brinde será de
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Uma repartição pública conta com 22 funcionários, sendo 11 técnicos administrativos, 9 assistentes administrativos, 1 recepcionista e 1 chefe. O computador de um deles será substituído por um novo computador. Para isso, o chefe decidiu realizar um sorteio e preparou 22 papeletes com o registro dos nomes de cada um dos funcionários. Qual a probabilidade de o chefe extrair um bilhete com o nome da recepcionista ou com o nome de um técnico administrativo?
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O logotipo do Instituto Federal do Pará (IFPA) é composto de 9 quadrados verdes e um círculo vermelho. Para um evento a ser realizado em um de seus anfiteatros, essas figuras geométricas serão confeccionadas nas seguintes dimensões: quadrados de 64 cm de lado e círculo de 64 cm de diâmetro. A face frontal de cada figura será pintada nas respectivas cores. Sabe-se que para pintar as 9 faces quadrangulares são utilizados 40% do tubo de tinta verde. Se o tubo de tinta vermelha tem o mesmo volume do tubo de tinta verde, então para pintar a face circular pode-se afirmar que serão utilizados x% do tubo de tinta vermelha. Nessas condições, o valor de x é tal que (Use π = 3,14)
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A lei do resfriamento de Newton afirma que a diferença de temperatura D, entre o objeto e o meio que o contém, decresce com uma taxa de variação proporcional a essa própria diferença. Matematicamente, essa lei, em função do tempo t, pode ser expressa por
D(t) = Doe-kt
em que Do é a diferença de temperatura no instante t = 0 e k é uma constante determinada de acordo com as condições do problema.
Suponhamos que num certo dia, a temperatura ambiente é de 36º C. A água que fervia em uma panela a 100º C, cinco minutos após o fogo ter sido apagado, apresentou a temperatura de 68º C. Quanto tempo depois de apagado o fogo, a água atingirá a temperatura de 44º C? ( Dado: ln 2 = 0,693)
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Analisando uma colônia de vírus ainda desconhecido, um pesquisador registrou a disseminação do número desses vírus durante algumas horas e verificou que o crescimento atende a uma lei da forma y = mx + n, com m e n números reais e m ≠ 0. Esse pesquisador, 1 hora após o início da observação, registrou 3.000 vírus na colônia; 3 horas após o início da observação, registrou 6.000 vírus na colônia. Nessas condições, quantos vírus havia nessa colônia no início da observação?
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Um comerciante vendeu dois eletrodomésticos a R$ 120,00 cada. Com a venda de um deles teve lucro de 25%, mas com a venda do outro teve 20% de prejuízo. Nessas condições, pode-se afirmar que o comerciante, com a venda dos dois produtos, teve
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A Secretaria de Saúde de um município atendeu pacientes suspeitos de uma grave enfermidade, tendo sido constatada a presença dos sintomas S1, S2 e S3. Nenhum paciente apresentou os três sintomas, mas todos apresentaram dois sintomas. Constatou-se que 12 pacientes apresentaram o sintoma S1, 10 pacientes apresentaram o sintoma S2 e 16 pacientes apresentaram o sintoma S3. Sabendo-se que apenas os pacientes que apresentaram os sintomas S1 e S3 receberão, cada um, uma única dose do medicamento prescrito pelo médico, assinale a alternativa que apresenta a quantidade mínima de doses a serem administradas a esses pacientes.
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Em “...o organismo da mulher fica ‘imerso’...”, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido para o texto, por
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Em “Mas além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação..”, o emprego indicativo de crase se deve às exigências da regência do nome
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Maternidade protege o organismo contra o câncer de mama, explica médico
Marília Juste Do G1, em São Paulo
Na semana do Dia das Mães o que não faltam são depoimentos e declarações sobre as maravilhas da maternidade. Mas, além das alegrias, a gravidez também pode proteger seu corpo contra o câncer de mama e outras doenças ligadas ao ciclo hormonal e à menstruação. O ginecologista Júlio Bernardi explica: “A mulher não foi feita para menstruar tanto. Ela foi feita para estar grávida e amamentar.”
Hoje em dia as mulheres menstruam até dez vezes mais que suas avós e bisavós, por dois fatores. O primeiro é que antigamente elas tinham a menarca (a primeira menstruação) mais tarde, por volta dos 17 anos -- hoje há muitos casos de meninas menstruando antes mesmo dos 11 anos. O segundo é que as mulheres modernas demoram mais para engravidar e têm menos filhos. A mulher não menstrua nem durante a gravidez nem durante o aleitamento. No passado, era comum elas emendarem os períodos de nove meses de gravidez e de até dois anos de aleitamento com uma nova gestação.
Apesar das mudanças de comportamento, o organismo feminino ainda funciona à moda antiga. Com isso, doenças ligadas à menstruação, que antes eram raras, agora são mais frequentes. É o caso da endometriose, uma doença que surge pela presença do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do sistema reprodutor feminino. Sem tratamento, a endometriose causa dores e pode até levar à infertilidade.
Quando a mulher está grávida e amamentando, ela deixa de menstruar por vários meses. Isso, é claro, reduz as chances de se ter uma endometriose. E também diminui o risco de desenvolvimento de miomas, pequenos tumores benignos que surgem no útero e que causam dor intensa e aumento do fluxo menstrual.
O câncer de mama também é ligado à menstruação, mas por outros motivos. Durante o ciclo menstrual, os níveis dos hormônios femininos progesterona e estrogênio variam. Essa variação está ligada a um risco maior de câncer de mama. Durante a gravidez e a amamentação, o organismo da mulher fica “imerso” em uma quantidade constante de hormônios, o que, segundos os médicos, oferece um fator de proteção.
“Isso não quer dizer que mães não têm câncer de mama. Elas podem ter sim. Mas elas têm uma chance menor em comparação com as mulheres que nunca foram mães”, explica Júlio Bernardi.
Além dos benefícios físicos, há também os psicológicos, de acordo com o médico. “Uma mulher na quinta década de vida, entre os 40 e 50 anos, que não tenha tido filhos por qualquer que seja o motivo tem mais chances de desenvolver alterações de humor e transtornos de ansiedade”, diz Bernardi.
De fato, segundo ele, a maior parte dos benefícios da maternidade está no lado mental. “As mães geralmente tem muitas coisas para resolver e se preocupar com seus filhos e isso acaba tendo um efeito positivo na cabeça”, afirma.
Por isso, o ginecologista acredita: “Como observador eu posso afirmar com certeza: tenha filhos, por que vale a pena”. Mas, sempre, com acompanhamento de seu médico.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1113973-5603,00.html
Segundo o conteúdo do texto, é correto afirmar que
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