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Com relação à execução do serviço de pintura, deve-se tomar diversos cuidados. Nesse contexto, analise as afirmações a seguir:
I. A diluição de tintas e seladores deve seguir rigorosamente as recomendações dos fabricantes, uma vez que a correta proporção entre os elementos decorre de características específicas de cada produto.
II. Em ambientes internos úmidos (teto de banheiro, por exemplo), é indicado o uso de sistemas de pintura acrílica.
III. Para a realização da pintura, indicam-se como adequadas as temperaturas na faixa de 30°C a 40°C e umidade relativa do ar superior a 80%, sendo aconselhável a aplicação de tintas sob insolação direta e ventos para acelerar a secagem da pintura.
IV. Todas as ferramentas devem ser lavadas com água, logo após o uso, de maneira a evitar secagem e endurecimento do material.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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No IFPB foi projetada uma ampliação de uma área de serviço para atender melhor às demandas do campus, considerando que o ambiente apresente em planta uma área retangular cujas medidas de comprimento e largura são 6 metros e 3 metros respectivamente. De acordo com a NBR 5410, a quantidade mínima de pontos de tomada são de:
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um tipo de acabamento lateral para as coberturas:
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Aglomerantes são produtos empregados na construção civil para fixar ou aglomerar materiais entre si. Os aglomerantes podem ser inertes ou quimicamente ativos. Além disso, os aglomerantes quimicamente ativos podem ser classificados em aéreas ou hidráulicas. Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE um exemplo de aglomerante aéreo:
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As alvenarias de tijolos e blocos cerâmicos ou de concreto são as mais utilizadas, mas existem investimentos crescentes no desenvolvimento de tecnologias para industrialização de sistemas construtivos aplicando materiais diversos. Para a execução da alvenaria convencional, NÃO se aplica a utilização de:
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A resolução CONAMA 307/2002 classifica os resíduos de construção em classes A, B, C e D. De acordo com esta resolução, são exemplos de resíduos de classe D:
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A relação A/C (água/cimento) influencia várias propriedades do concreto. Portanto, é CORRETO afirmar que:
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Em um laboratório do IFPB, foi executado um piso industrial. Sabe-se que todo piso industrial está sujeito a tensões, e o projeto previu dispositivos adequados para a boa funcionalidade do laboratório, dentre os quais as juntas. Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE tipos de juntas para pisos industriais:
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TEXTO II

Comparando-se o Texto II com o Texto I, só NÃO se pode afirmar que:
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
Sobre a função da escola no desenvolvimento do prazer de ler, o Texto I assim se posiciona:
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