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Em uma coberta de uma edificação, vários elementos estão presentes e desempenham uma função específica. Neste sentido, assinale a alternativa que define CORRETAMENTE a função de uma “cumeeira”:
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Permeabilidade é a propriedade que os solos têm de permitir o escoamento de água através dos seus vazios. A sua determinação quantitativa pode ser feita através de métodos diretos e/ou indiretos. A respeito dos métodos de determinação, analise as afirmativas a seguir:
I. O “permeâmetro de carga constante” é utilizado toda vez que temos que medir a permeabilidade dos solos granulares (solos com razoável quantidade de areia e/ou pedregulho), os quais apresentam valores de permeabilidade elevados.
II. No método da “curva granulométrica”, utiliza-se a equação de Hazen para o caso de areias e pedregulho, com pouca ou nenhuma quantidade de finos.
III. Quando o coeficiente de permeabilidade é muito baixo, a determinação pelo “permeâmetro de carga constante” é pouco precisa. Emprega-se, então, o de “carga variável”.
Está CORRETO o que se afirma em:
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TEXTO III
A cada nova geração, renova-se a sensação de que nas passadas se lia mais e se fazia menos sexo. Duplo engano. A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote. A razão POR QUE a leitura parece estar em baixa é que estamos em plena era da internet. Só parece. Pois o que se vê é a multiplicação dos jovens que gostam de LER, reconhecendo que um bom texto ainda É, para a vida pessoal e profissional, um instrumento DECISIVO.
Revista Veja, 18 de maio de 2011.
Na passagem “A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote”, a seleção do vocabulário:
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A locação de obra é uma das fases da construção civil que visa transferir o que está projetado em pequena escala para a escala real. Com relação ao tema, analise as afirmativas a seguir:
I. Locação por tábua corrida, locação por cavalete e locação escalonada são tipos de processos de locação.
II. Na locação por gabarito, é necessário que as tábuas estejam em nível e ortogonais.
III. No processo de colocação dos eixos em esquadro pode-se, utilizar o método do triângulo de lados “3, 4 e 5”.
IV. A locação dos elementos deverá ser realizada pelos eixos.
Está CORRETO o que se afirma em:
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As argamassas de reboco para revestimento de paredes constituem especial elemento de proteção e estética nas edificações. Para avaliar os padrões de qualidade são previstos alguns ensaios. Quanto aos ensaios previstos para as argamassas, assinale a alternativa INCORRETA:
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A NBR 9575 classifica os tipos de impermeabilização conforme o material constituinte principal da camada impermeável. De acordo com a classificação estabelecida por essa norma, assinale a alternativa CORRETA que apresenta um exemplo de impermeabilização do tipo “Polimérico”:
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Alvenaria é um conjunto de tijolos, blocos ou pedras, unidos ou não por argamassa entre si, podendo possuir função estrutural, de vedação ou de decoração. Com relação ao tema, analise as afirmativas a seguir:
I. “Contra-verga” é um elemento utilizado sob os vãos da alvenaria, consequentemente, verga está sobre os vãos da alvenaria.
II. O “prumo de face” é utilizado nas alvenarias para garantir a verticalização.
III. O “escantilhão” é uma régua graduada utilizada para garantir que as alvenarias mantenham-se ortogonais.
IV. O “encunhamento” das alvenarias nas estruturas pode ser realizado por cunhas de concreto ou argamassa expansiva.
Está CORRETO o que se afirma em:
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As lajes são elementos de superfície plana, sujeitas principalmente a ações normais a seu plano. Dentre os tipos de lajes a seguir, a que é apoiada diretamente sobre os pilares e sem “capitel”, é do tipo:
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
“Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura.” A articulação entre os dois trechos destacados evidencia uma relação de:
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A NBR 13714 estabelece critérios para sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio, dentre eles, o de que as válvulas de abertura para mangotinhos devem ser do tipo “abertura rápida” e de “passagem plena” e estabelece seu diâmetro nominal mínimo. De acordo com essa norma, o diâmetro nominal mínimo estabelecido é:
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