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Foram encontradas 50 questões.

2192089 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO III
A cada nova geração, renova-se a sensação de que nas passadas se lia mais e se fazia menos sexo. Duplo engano. A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote. A razão POR QUE a leitura parece estar em baixa é que estamos em plena era da internet. Só parece. Pois o que se vê é a multiplicação dos jovens que gostam de LER, reconhecendo que um bom texto ainda É, para a vida pessoal e profissional, um instrumento DECISIVO.
Revista Veja, 18 de maio de 2011.
Na passagem “A rapaziada, em todos os tempos, foi com igual ímpeto ao pote”, a seleção do vocabulário:
 

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2192066 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Um experimento virtual foi montado de forma a mapear dados para comparação com os resultados de um experimento em laboratório. O modelo de simplificação (sistema de partículas) está descrito na Figura a seguir.
Enunciado 2899310-1
Considere o sistema ideal: isolado, massas das polias e do fio (inextensível) desprezíveis e não considerar possíveis forças de atrito. O ângulo !$ θ !$, a partir do qual a massa 1 deve ser liberada para que ela consiga levantar o bloco 2 que está em repouso sobre a mesa, considerando !$ m_2 !$ = 1,3 !$ m_1 !$, vale:
 

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2192057 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Em uma corrida, numa pista plana e horizontal, um atleta possui uma velocidade !$ v_1 !$. Para ultrapassar os demais competidores e vencer a prova, ele precisa triplicar sua energia cinética. Nesse caso, a velocidade !$ v_2 !$ que ele precisa atingir é de:
 

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2192025 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
“Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura.” A articulação entre os dois trechos destacados evidencia uma relação de:
 

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2192022 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Para dar banho em seu bebê, uma zelosa mãe dispõe de 5,0 litros de água a 80°C. Para não causar queimaduras e tornar o banho mais agradável, ela escolheu para a temperatura inicial do banho 30°C. Dispondo de água tirada da torneira a 25°C, a massa de água que ela deve misturar para obter essa temperatura no início do banho é de:
 

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2191958 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Grande parte da evolução tecnológica tem suas raízes nos fenômenos eletromagnéticos. O experimento descrito abaixo serve para modelo de análise do movimento de uma partícula elementar de massa m , carga q e que se move com velocidade !$ \overrightarrow {v} !$ no plano XY , (sendo !$ \overrightarrow {v}_{0x} !$ ≠ 0; !$ \overrightarrow{v}_{0y} !$ = 0), sob a ação exclusiva de um campo elétrico uniforme.
Enunciado 2834612-1
A alternativa que descreve CORRETAMENTE a equação da trajetória da partícula, ao se deslocar no interior do campo elétrico, é:
 

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2191952 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O estudo do movimento balístico pode ser tratado como a composição de um movimento retilíneo uniforme e um movimento retilíneo uniformemente variado. Alguns parâmetros merecem interesse especial, como a velocidade de lançamento da partícula, a altura máxima atingida, o tempo em que a partícula permanece no ar e o alcance. Considere a situação em que três partículas são lançadas simultaneamente. Despreze a resistência do ar e considere que o lançamento é nas proximidades da Terra. Em um mesmo gráfico bidimensional e numa mesma escala, estão representadas, na Figura abaixo, a trajetória descrita por cada partícula.
Enunciado 2832478-1
Analise as afirmações:
I. As três partículas permanecem o mesmo tempo no ar.
II. A componente vertical da velocidade das três partículas é igual.
III. A componente horizontal da velocidade das três partículas é igual.
IV. O vetor velocidade inicial de lançamento é igual para as três partículas.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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2191947 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
Para o autor do Texto I, o prazer da leitura:
 

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2191919 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
É desejo antigo do homem visitar e habitar outros planetas, em especial os do nosso sistema solar. A ida ao vizinho planeta Marte é uma realidade próxima e, para tal, é preciso superar uma gama de desafios. Um deles é que a gravidade do planeta Marte é bem diferente da nossa e passar anos numa gravidade diferente da Terra pode trazer graves problemas para a saúde dos colonizadores. Suponha que um astronauta estando em Marte ponha para oscilar um pêndulo simples, com o objetivo de medir o campo gravitacional do planeta vizinho, registrando um período de 1,6 s. Na Terra, o mesmo pêndulo possui um período de 1,0 s. Nesse caso, a razão entre a gravidade de Marte e a gravidade da Terra é de:
 

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2191887 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Uma atleta olímpica de saltos ornamentais, de massa 50 kg, salta, a partir do repouso, de uma altura de 20 m. Desprezando a resistência do ar, sua energia mecânica, ao passar por uma posição situada a 2 m acima da superfície da água, em joules, vale:
 

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