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Foram encontradas 50 questões.

2191846 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
O sistema descrito na Figura abaixo se encontra em equilíbrio.
Enunciado 2768961-1
Considere os fios inextensíveis e de massas desprezíveis e as polias 1 e 2 ideais. Com o auxílio de um transferidor, um aluno obteve os valores dos ângulos !$ θ_1 !$ = 30° e !$ θ_2 !$ = 60° e, com o auxílio de uma balança, determinou o valor para a massa !$ m_1 !$ = 3,40 kg. Para que o sistema permaneça em equilíbrio, as massas !$ m_2 !$ e !$ m_3 !$, em kg, valem, respectivamente:
 

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2191807 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Caçadores de tesouros oceânicos utilizam-se de um aparelho de pesquisa para fazer uma “leitura” do fundo do mar. Este aparelho, chamado sonar, estacionado em um navio em repouso, emite um som e este é recebido de volta, dessa forma é possível fazer um mapa do leito do oceano. Em uma busca por um navio naufragado no fundo do mar, é emitido um sinal (som) e a resposta do eco demora 4 s para retornar ao navio. Sabendo que a velocidade de propagação do som na água é de 1500 m/s, a profundidade em que se encontra o navio naufragado naquele local do oceano, vale:
 

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2191743 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB

Considere as afirmativas abaixo sobre um experimento utilizando, respectivamente, um espelho plano, um espelho convexo e outro côncavo, ambos esféricos de Gauss.

I. A imagem obtida no espelho plano pode ser classificada em real, direita e de mesmo tamanho que o objeto.

II. A imagem obtida num espelho convexo é sempre virtual, direita e menor que o objeto.

III. A imagem obtida no espelho côncavo, quando o objeto está sobre o centro de curvatura, é real, invertida e de mesmo tamanho que o objeto.

IV. A imagem obtida no espelho côncavo quando o objeto está sobre o foco, é virtual, invertida e maior do que o objeto.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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2191736 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Uma agulha magnética (bússola) possui uma extremidade norte e uma extremidade sul e, por isso, se orienta numa direção preferencial sobre a superfície da Terra. O nosso planeta Terra se comporta como um imenso imã e isso influencia a orientação da agulha magnética. Com base no texto, analise as afirmativas abaixo:
I. O norte da agulha da bússola aponta para o Polo Norte geográfico da Terra.
II. O sul da agulha da bússola aponta para o Polo Norte geográfico da Terra.
III. O sul da agulha da bússola aponta para o sul magnético da Terra.
IV. O norte da agulha da bússola aponta para o sul magnético da Terra.
Sob a influência exclusiva do campo magnético terrestre, está CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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2191700 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Um choque elétrico é consequência da passagem da corrente elétrica entre dois pontos do corpo humano. Mesmo uma corrente elétrica de baixa intensidade pode provocar efeitos fatais. Considere o circuito descrito na Figura abaixo.
Enunciado 2688541-1
Num experimento num laboratório de Física, um aluno decide tocar simultaneamente com a mão esquerda o ponto A do circuito e com a mão direita o ponto B. Considere os valores !$ r_1 = 3 \Omega, r_2 = \Omega, ε_1 = 12 V, ε_2 = 24 V !$.
 

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2191658 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Livre de atritos, a força resultante para se manter um corpo de massa 2 kg em movimento retilíneo uniforme é:
 

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2191602 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO II
Enunciado 2639052-1
Comparando-se o Texto II com o Texto I, só NÃO se pode afirmar que:
 

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2191583 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Um eletroscópio de folhas é constituído de duas lâminas metálicas bem leves, formando uma dobradiça, ligadas por uma haste condutora a outro corpo (cabeça), também condutor. Inicialmente, encostamos a cabeça do eletroscópio em um metal ligado à terra para neutralizá-lo. Nesse momento as folhas ficarão fechadas e neutras. Ao aproximarmos um corpo eletrizado positivamente da cabeça do eletroscópio, mas sem encostar, observamos o seguinte fenômeno:
 

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2191578 Ano: 2015
Disciplina: Física
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
Analise as afirmativas abaixo, referentes ao movimento de corpos em um campo gravitacional constante.
I. Gotas de chuva que caem na superfície da Terra.
II. Um corpo de massa 3 g que cai verticalmente, a partir do repouso, no vácuo.
III. Um meteorito que cai em direção ao solo terrestre.
IV. Um pássaro abatido que cai em direção ao solo depois de alvejado.
V. Um vaso que cai do vigésimo terceiro andar, a partir do repouso, desprezando a resistência do ar.
São exemplos de queda livre o que se afirma apenas em:
 

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2191573 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-PB
Orgão: IF-PB
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TEXTO I
Concertos de leitura
Penso que, de tudo o que as escolas podem fazer com as crianças e os jovens, não há nada de importância maior que o ensino do prazer da leitura. Todos falam na importância de alfabetizar, saber transformar símbolos gráficos em palavras. Concordo. Mas isso não basta. É preciso que o ato de ler dê prazer. As escolas produzem, anualmente, milhares de pessoas com habilidade de ler mas que, vida afora, não vão ler um livro sequer. Acredito piamente no dito do evangelho: "No princípio está a Palavra…". É pela palavra que se entra no mundo humano. (...)
As razões por que as pessoas não gostam de ler, eu as descobri acidentalmente muitos anos atrás. Uma aluna foi à minha sala e me disse: "Encontrei um poema lindo!". Em seguida disse a primeira linha. Fiquei contente porque era um de meus favoritos. Aí ela resolveu lê-lo inteiro. Foi o horror. Foi nesse momento que compreendi. Imagine uma valsa de Chopin, por exemplo a vulgarmente chamada "do minuto". Peço que o pianista Alexander Brailowiski a execute. Os dedos correm rápidos sobre as teclas, deslizando, subindo, descendo. É uma brincadeira, um riso. Aí eu pego a mesma partitura e peço que um pianeiro a execute. As notas são as mesmas. Mas a valsa fica um horror: tropeções, notas erradas, arritmias, confusões. O que a gente deseja é que ele pare. Pois a leitura é igual à música. Para que a leitura dê prazer é preciso que quem lê domine a técnica de ler. A leitura não dá prazer quando o leitor é igual ao pianeiro: sabem juntar as letras, dizer o que significam — mas não têm o domínio da técnica. O pianista dominou a técnica do piano quando não precisa pensar nos dedos e nas notas: ele só pensa na música. O leitor dominou a técnica da leitura quando não precisa pensar em letras e palavras: só pensa nos mundos que saem delas; quando ler é o mesmo que viajar. E o feitiço da leitura continua me espantando. Faz uns anos um amigo rico me convidou para passar uns dias no apartamento dele em Cabo Frio. Aceitei alegre, mas ele logo me advertiu: "Vão também cinco adolescentes…". Senti um calafrio. E tratei de me precaver. Fui a uma casa de armas, isto é, uma livraria, escolhi uma arma adequada, uma versão simplificada da Odisséia, de Homero, comprei-a e viajei, pronto para o combate. Primeiro dia, praia, almoço, modorra, sesta. Depois da sesta, aquela situação de não saber o que fazer. Foi então que eu, valendo-me do fato de que eles não me conheciam, e falando com a autoridade de um sargento, disse: "Ei, vocês aí. Venham até a sala que eu quero lhes mostrar uma coisa!". Eles obedeceram sem protestar. Aí, comecei a leitura. Não demorou muito. Todos eles estavam em transe. Daí para a frente foi aquela delícia, eles atrás de mim pedindo que continuasse a leitura. Ensina-se, nas escolas, muita coisa que a gente nunca vai usar, depois, na vida inteira. Fui obrigado a aprender muita coisa que não era necessária, que eu poderia ter aprendido depois, quando e se a ocasião e sua necessidade o exigisse. É como ensinar a arte de velejar a quem mora no alto das montanhas…Nunca usei seno ou logaritmo, nunca tive oportunidade de usar meus conhecimentos sobre as causas da Guerra dos Cem Anos, nunca tive de empregar os saberes da genética para determinar a prole resultante do cruzamento de coelhos brancos com coelhos pretos, nunca houve ocasião que eu me valesse dos saberes sobre sulfetos. Mas aquela experiência infantil, a professora nos lendo literatura, isso mudou minha vida. Ao ler — acho que ela nem sabia disso — ela estava me dando a chave de abrir o mundo. Há concertos de música. Por que não concertos de leitura? Imagino uma situação impensável: o adolescente se prepara para sair com a namorada, e a mãe lhe pergunta: "Aonde é que você vai?". E ele responde: "Vou a um concerto de leitura. Hoje, no teatro, vai ser lido o conto A terceira margem do rio, de Guimarães Rosa. Por que é que você não vai também com o pai?". Aí, pai e mãe, envergonhados, desligam o Jornal Nacional e vão se aprontar…
(Adaptado de: ALVES, R. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. São Paulo: Editorial
Loyola, 1996.)
Sobre a função da escola no desenvolvimento do prazer de ler, o Texto I assim se posiciona:
 

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