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Sobre a questão dos universais, assinale a alternativa correta.
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Segundo o filósofo francês André Comte-Sponville:
“é o que chamo de felicidade em ato, que outra coisa não é senão o próprio ato como felicidade: desejar o que temos, o que fazemos, o que é — o que não falta. Em outras palavras, gozar e regozijar-se… Essa é uma ‘felicidade desesperada, pelo menos em certo sentido: é uma felicidade que não espera nada’”.
(A felicidade desesperadamente. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 49).
A partir do texto, pode-se afirmar que
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Empédocles introduziu as forças cósmicas do Amor ou Amizade (philía) e do Ódio ou Discórdia (neîkos), respectivamente, como causa da união e da separação dos elementos. A partir dessa introdução, Empédocles compreendia por princípio de origem da existência das coisas:
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Analise as afirmativas abaixo a respeito dos juízos na Crítica da Faculdade de Julgar, de Kant:
I. A faculdade do juízo determinante, sob leis transcendentais universais dadas pelo entendimento, somente subsume; a lei é lhe indicada a priori e por isso não sente necessidade de pensar uma lei para si mesmo, de modo a poder subordinar o particular na natureza ao universal.
II. A faculdade de juízo reflexiva, que tem por obrigação de elevar-se do particular na natureza ao universal, necessita por isso de um princípio que ela não pode retirar da experiência, porque este precisamente deve fundamentar a unidade de todos os princípios empíricos sob princípios igualmente empíricos, mas superiores e por isso fundamentar a possibilidade da subordinação sistemático dos mesmo entre si.
III. Só a faculdade de juízo reflexiva pode dar a si mesmo princípio como lei e não retirá-lo de outro lugar (por que senão seria faculdade de juízo determinante), nem prescreve-lo à natureza, por que a reflexão sobre as leis da natureza orienta-se em função desta, enquanto natureza não se orienta em função das condições, segundo as quais nós pretendemos adquirir um conceito seu, completamente contingente a seu respeito.
IV. Os juízos analíticos (afirmativos) são, portanto, aqueles em que a conexão do predicado com o sujeito é pensada por meio da identidade, e aqueles, ao contrário, em que essa conexão é pensada sem identidade, devem determinar-se juízos sintéticos. Os primeiros podem ser denominados de juízos de explicação, os últimos de juízos de ampliação.
Assinale
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No livro Introdução a uma ciência pós-moderna, Boaventura de Sousa Santos afirma que a ciência “[…] constrói-se, pois, contra o senso comum, e para isso dispõe de três atos epistemológicos fundamentais: a ruptura, a construção e a constatação” (2000, p. 31).
Compreende-se por senso comum:
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As falácias são erros de raciocínio, um caso de non sequitur (quando das premissas não se segue uma conclusão correta). Geralmente as falácias podem passar despercebidas pelo interlocutor, criando assim a ilusão de se estar na presença de um raciocínio correto. Falácias de relevância ocorrem quando as razões aduzidas são logicamente irrelevantes para o que se pretende estabelecer, embora possam ser psicologicamente relevantes, por exemplo, quando se ataca o interlocutor.
São exemplos de falácias de relevância:
1) Argumentum ad Baculum
2) Argumentum ad Ignorantiam
3) Argumentum ad Misericordiam
4) Argumentum ad Populum
5) Argumentum ad Verecudiam
A definição correta para argumentum ad populum é:
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Assinale a alternativa correta quanto às regras do silogismo.
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No texto “Ideologia e aparelhos ideológicos do Estado” é exposto:
“Não são as condições de existências reais, o seu mundo real, que os homens representam na ideologia, mas é a relação dos homens com estas condições de existência que lhe é representada na ideologia. É esta relação que está no centro de toda a representação ideológica, portanto imaginária do mundo real. (...) Toda ideologia representa, na sua deformação necessariamente imaginária, não as relações de produção existentes, mas antes de mais nada, a relação imaginária dos indivíduos com as relações de produção e com as relações que delas derivam. Na ideologia, o que é representado não é sistema das relações reais que governam a existência dos indivíduos, mas a relação imaginária destes indivíduos com a relações reais em que vivem.”
(ALTHUSSER, Ideologia e Aparelhos Ideológicos de estado. Editorial Presença/Martins Fontes, Lisboa, 1970 p. 81 e 82)
A partir da leitura, podemos assim compreender:
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Segundo a teoria semântica da verdade em Alfred Tarski, a sentença “’o céu é azul’ é verdade, se e somente se o céu é azul” refere-se a uma distinção
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A maneira de considerar os princípios da justiça, que John Rawls chamou de justiça como equidade, pode ser definida como
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