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Foram encontradas 40 questões.

2457309 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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A prevenção da ocorrência ou recorrência da gengivite e da periodontite depende do controle da placa supragengival.
Assinale a alternativa CORRETA que se refere ao controle químico da placa supragengival.
 

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2456769 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Quanto à utilização de substâncias irrigadoras durante o preparo biomecânico dos canais radiculares, é CORRETO afirmar que
 

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2456513 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Os sinais da doença cárie podem ser organizados em uma escala variando desde as primeiras perdas minerais, situadas em nível ultraestrutura até a destruição total da estrutura dentária.
Quanto ao diagnóstico clínico-visual da lesão cariosa, é CORRETO afirmar que
 

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2456136 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
O texto serve de base para responder a questão.
Uma questão de bom senso
Ferreira Gullar
Falando francamente, o que você prefere, a segurança ou a insegurança, o previsível ou o imprevisível? Em suma, quer acordar de manhã certo de que as coisas vão caminhar normalmente ou prefere estremecer ao pensar no que fará, neste dia, o seu filho drogado?
Acho muito difícil que alguém prefira viver no desespero, temendo o que pode ocorrer nesse dia que começa. Estou certo de que todo mundo quer viver tranquilo, certo de que as coisas vão transcorrer dentro do previsível.
Mas quem se droga comporta-se, inevitavelmente, fora do previsível, ou não é? Já imaginou a apreensão em que vivem os pais de um filho drogado? Começa que ele já não vai à escola e, se vai, arma sempre alguma encrenca por lá. Se já trabalha, abandona o emprego e começa a roubar o dinheiro da família para comprar drogas.
Se isso se torna inviável, entra para o tráfico, passa a vender drogas ou torna-se assaltante, porque tem de conseguir dinheiro para comprá-las, seja de que modo for. Daí a pouco, não apenas assalta e rouba como também mata. Os pais já não reconhecem nele o filho que criaram com tanto carinho. Pelo contrário, o temem, porque, drogado, ele é capaz de tudo.
E mesmo assim há quem seja a favor da liberação das drogas. Conheço muito bem o argumento que usam para justificá-la: como a repressão não acabou com o tráfico e o consumo, a liberação pode ser a solução do problema. Um argumento simplista, que não se sustenta, pois é o mesmo que propor o fim da repressão à criminalidade em geral. O argumento seria o mesmo: por que insistir em combater o crime, se isso se faz há séculos e não se acabou com ele?
Fora isso, pergunto: se não é proibida a venda de cigarros e bebidas, por que há tráfico dessas mercadorias? E pedras preciosas, é proibido vendê-las? Não e, no entanto, existe tráfico de pedras preciosas. E ainda assim os defensores da liberação das drogas acham que com isso acabariam com o problema. Claro, Fernandinho Beira-Mar certamente passaria a pagar imposto de renda, ISS, ICMS e tudo o mais. Esse pessoal parece estar de gozação.
Todo mundo sabe que, dos que se viciam em drogas, poucos conseguem largar o vício. E, se largam, é por entender que estavam sendo destruídos por ele, uma vez que perdem toda e qualquer capacidade de refletir e escolher; são verdadeiros robôs que a droga monitora.
Qual a saída, então? No meu modo de ver, a saída é uma campanha educativa, em larga escala, em âmbito nacional e internacional, para mostrar às crianças e aos adolescentes que as drogas só destroem as pessoas.
E isso não é difícil de demonstrar porque os exemplos estão aí aos milhares e à vista de quem quiser ver. Os traficantes sabem muito bem disso, tanto que hoje têm agentes dentro das escolas para aliciar meninos de oito, dez anos de idade.
Confesso que tenho dificuldade de entender a tese da descriminalização das drogas. Todas as semanas, a polícia apreende, nas estradas, em casas de subúrbio, em armazéns clandestinos, toneladas de maconha e de cocaína. É preciso muitos drogados para consumir essa quantidade de drogas.
Junto às drogas, apreendem, muitas vezes, verdadeiros arsenais de armas modernas de grosso calibre. É preciso muito dinheiro e muita gente envolvida para que o tráfico tenha alcançado tal amplitude e tal nível de eficiência. Como acreditar que tudo isso desaparecerá, de repente, bastando tornar a venda de drogas comércio legal? Sem falar nos novos tipos sofisticados de cocaína e maconha, que estão diversificando o mercado.
A verdade é que o tráfico existe e cresce porque cresce o número de pessoas que consomem drogas. Como se sabe, não pode haver produção e venda de mercadoria que ninguém compra. Se se reduzir o número de consumidores, o tráfico se reduzirá inevitavelmente. E a maneira de fazer isso é esclarecer os jovens do desastre que elas significam.
O resultado maior não será junto aos viciados crônicos, que tampouco devem ser abandonados à sua má sorte. Virá certamente do esclarecimento dos mais jovens, dos que ainda não foram cooptados pelo vício. A eles deve ser mostrado que as drogas destroem inevitavelmente os que a elas se entregam.
Ferreira Gullar é cronista, crítico de arte e poeta. Escreve aos domingos na versão impressa de “Ilustrada”. FERREIRA GULLAR, J. Ribamar. Folha de S.Paulo.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2013/08/1321441-uma-questao-de-bom-senso.shtml. Acesso em 11/08/13. Adaptado.
Na conclusão, Gullar reitera a ideia de que a saída para o problema viria do trabalho junto aos mais jovens e não junto “aos viciados crônicos”. Para evitar um possível mal-entendido, faz uma ressalva marcada no texto pelo uso da palavra
 

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2455751 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Analise as seguintes afirmativas sobre terapia pulpar e traumatismos em dentes decíduos.

I. A técnica mais adequada de pulpotomia para dentes com vitalidade consiste na remoção do tecido cariado, exposição da polpa coronária, pulpotomia, curativo com formocresol por 10 a 15 dias, colocação de base de óxido de zinco e eugenol e restauração do dente.

II. Um material obturador que pode ser usado no tratamento de molares com necrose pulpar e lesão periapical é a pasta de Guedes-Pinto, a qual possui boa propriedade antisséptica e não interfere no processo de rizólise do dente decíduo e erupção do permanente sucessor.

III. Dentes avulsionados devem ser reposicionados a fim de se evitar a instalação de uma má oclusão. O procedimento terá grande chance de sucesso se for realizado até duas horas após o acidente e se o dente avulsionado for mantido em um meio de conservação adequado.

IV. Após ter sofrido um trauma, um paciente de quatro anos de idade foi submetido a exame radiográfico no qual se verificou a intrusão e vestibularização do dente 61, sem comprometimento dos permanentes. Nesse caso, não se deve tentar reposicionar o dente, mas aguardar sua reerupção espontânea.

V. Nas luxações laterais, desde que o atendimento seja feito imediatamente após o trauma, podem ser tentadas a redução e a imobilização. Se o atendimento não for imediato, o dente poderá estar firme, embora deslocado, e nesse caso, é preferível deixá-lo nessa posição.

Estão CORRETAS apenas as assertivas presentes nos itens

 

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2455669 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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O amálgama de prata resulta da mistura do mercúrio líquido com uma liga de prata em um processo denominado de amalgamação.
Sobre esse material restaurador, é CORRETO afirmar que
 

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2454639 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Durante as tomadas radiográficas, a fim de evitar exposições indevidas e reduzir a dose no paciente, o cirurgião-dentista deve adotar alguns procedimentos, EXCETO:
 

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2454531 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Leia o texto para responder a questão.
DINOS
Martha Medeiros
É um mundo estranho este. De repente, começaram a ser apresentados fósseis de animais pré-históricos descobertos recentemente no estado. Parece até coisa de novela. Primeiro foram as ossadas encontradas em São Gabriel, agora as de Dona Francisca. E eu que achava que os nossos mais antigos ancestrais eram os açorianos. Pois soube agora que tivemos Tiarajudens e Decuriasuchus residentes. Tivemos, e ainda temos.
Estou só esperando tocarem a campainha aqui de casa. Posso imaginar os paleontólogos entrando com suas escovinhas e pás, buscando embaixo do meu porcelanato algum resíduo de esqueleto. “Soubemos que dinossauros habitaram esse pedaço de chão milhões de anos atrás, exatamente aqui, onde a senhora vive.” E eu responderei muito circunspecta: “Habitaram, não. Habita ainda. Muito prazer”.
Sou uma dinossaura gaúcha.
Outro dia, num encontro entre amigas, me xingaram por não estar no Facebook. Em vez de uma liberdade de escolha, consideraram minha ausência uma afronta. Não estar no Facebook significa que você é uma esnobe com mania de ser diferente. Mas não é nada disso, tenho um bom argumento de defesa: é que me sinto obrigada a dar retorno a todos os contatos que recebo e, se entrar no Facebook, somando os e-mails que recebo (sim, e-mails – é condizente com minha espécie) não terei paz. Sou uma dinossaura. Relevem.
Eu ainda uso aparelho celular com teclas. Poderia ter um iPad, um tablet ou qualquer outro equipamento de última geração lançado dois minutos atrás, mas gosto do meu telefone simplificado, que só serve para fazer e receber chamadas e torpedos (eu ainda chamo de torpedo, e não de SMS). Não leio mensagens fora de casa. Dinossaura.
Lembram quando comentei outro dia sobre a entrevista que fiz com a Patrícia Pillar? A revista que me contratou me ofereceu um gravador. Aceitei. E pedi: não esqueçam de mandar as fitas! É um mistério terem mantido a missão que me confiaram. Gravador digital era coisa que eu ainda não tinha manuseado. Poderia ter gravado a conversa pelo celular também. Mas vocês sabem: não se extraem os resíduos paleolíticos do DNA assim no mais.
Outro dia contei pro escritor Fabrício Carpinejar que, quando estou no escuro do cinema, durante a projeção, costumo anotar nas folhas do talão de cheque as frases que me tocam durante o filme. Ele ficou bege. “Tu usa cheque???”.
E ainda acredito no amor. Podem me empalhar.
In: MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. Porto Alegre, RS: LP & M, 2011. Adaptado.
A crônica Dinos aborda, como tema global,
 

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2454371 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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Uma das principais limitações da resina composta é a contração de polimerização, que é inerente ao material e deve ser controlada durante a realização da restauração para evitar a ocorrência de
I. fendas marginais.
II. sensibilidade pós-operatória.
III. estresse mecânico e desgaste oclusal.
IV. flexão das cúspides.
V. trincas de esmalte.
Estão CORRETAS apenas as informações que constam nos itens
 

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2454105 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
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O sucesso do tratamento odontopediátrico depende, em grande parte, do correto diagnóstico e do planejamento adequado dos procedimentos a serem realizados. A esse respeito, assinale a alternativa CORRETA.

 

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