Foram encontradas 40 questões.
Na caracterização de um bem imóvel rural que será avaliado, é necessário complementá-la com a apresentação de cartografia, desenhos, fotografias, imagens de satélite e outros documentos que esclareçam aspectos relevantes, com citação da respectiva autoria.
Analise as proposições abaixo.
I. O levantamento de dados constitui a base do processo avaliatório. As fontes de referência devem ser diversificadas tanto quanto possível.
II. A pesquisa utilizada para estimativa do valor do mercado representa uma amostra dos dados de mercado de imóveis com características, tanto quanto possível, semelhantes às do avaliando.
III. Sempre que possível, recomenda-se a adoção de variáveis quantitativas nas avalições de imóveis. As variáveis dependentes constantes no instrumento de coleta de dados referem-se às características físicas, de situação e econômica do imóvel.
IV. As diferenças qualitativas das características dos imóveis são especificadas na seguinte ordem de prioridade: por meio de codificação, pelo emprego de variáveis “proxy” e por meio de códigos alocados
V. Para utilização de dados em que estejam baseados em opiniões subjetivas do informante, recomenda-se atentar para os aspectos qualitativos e quantitativos e confrontar as informações das partes envolvidas.
Estão CORRETAS apenas as proposições.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na dosagem de um concreto de cimento portland, considera-se que a lei de Abrams
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto serve de base para responder a questão.
Uma questão de bom senso
Ferreira Gullar
Falando francamente, o que você prefere, a segurança ou a insegurança, o previsível ou o imprevisível? Em suma, quer acordar de manhã certo de que as coisas vão caminhar normalmente ou prefere estremecer ao pensar no que fará, neste dia, o seu filho drogado?
Acho muito difícil que alguém prefira viver no desespero, temendo o que pode ocorrer nesse dia que começa. Estou certo de que todo mundo quer viver tranquilo, certo de que as coisas vão transcorrer dentro do previsível.
Mas quem se droga comporta-se, inevitavelmente, fora do previsível, ou não é? Já imaginou a apreensão em que vivem os pais de um filho drogado? Começa que ele já não vai à escola e, se vai, arma sempre alguma encrenca por lá. Se já trabalha, abandona o emprego e começa a roubar o dinheiro da família para comprar drogas.
Se isso se torna inviável, entra para o tráfico, passa a vender drogas ou torna-se assaltante, porque tem de conseguir dinheiro para comprá-las, seja de que modo for. Daí a pouco, não apenas assalta e rouba como também mata. Os pais já não reconhecem nele o filho que criaram com tanto carinho. Pelo contrário, o temem, porque, drogado, ele é capaz de tudo.
E mesmo assim há quem seja a favor da liberação das drogas. Conheço muito bem o argumento que usam para justificá-la: como a repressão não acabou com o tráfico e o consumo, a liberação pode ser a solução do problema. Um argumento simplista, que não se sustenta, pois é o mesmo que propor o fim da repressão à criminalidade em geral. O argumento seria o mesmo: por que insistir em combater o crime, se isso se faz há séculos e não se acabou com ele?
Fora isso, pergunto: se não é proibida a venda de cigarros e bebidas, por que há tráfico dessas mercadorias? E pedras preciosas, é proibido vendê-las? Não e, no entanto, existe tráfico de pedras preciosas. E ainda assim os defensores da liberação das drogas acham que com isso acabariam com o problema. Claro, Fernandinho Beira-Mar certamente passaria a pagar imposto de renda, ISS, ICMS e tudo o mais. Esse pessoal parece estar de gozação.
Todo mundo sabe que, dos que se viciam em drogas, poucos conseguem largar o vício. E, se largam, é por entender que estavam sendo destruídos por ele, uma vez que perdem toda e qualquer capacidade de refletir e escolher; são verdadeiros robôs que a droga monitora.
Qual a saída, então? No meu modo de ver, a saída é uma campanha educativa, em larga escala, em âmbito nacional e internacional, para mostrar às crianças e aos adolescentes que as drogas só destroem as pessoas.
E isso não é difícil de demonstrar porque os exemplos estão aí aos milhares e à vista de quem quiser ver. Os traficantes sabem muito bem disso, tanto que hoje têm agentes dentro das escolas para aliciar meninos de oito, dez anos de idade.
Confesso que tenho dificuldade de entender a tese da descriminalização das drogas. Todas as semanas, a polícia apreende, nas estradas, em casas de subúrbio, em armazéns clandestinos, toneladas de maconha e de cocaína. É preciso muitos drogados para consumir essa quantidade de drogas.
Junto às drogas, apreendem, muitas vezes, verdadeiros arsenais de armas modernas de grosso calibre. É preciso muito dinheiro e muita gente envolvida para que o tráfico tenha alcançado tal amplitude e tal nível de eficiência. Como acreditar que tudo isso desaparecerá, de repente, bastando tornar a venda de drogas comércio legal? Sem falar nos novos tipos sofisticados de cocaína e maconha, que estão diversificando o mercado.
A verdade é que o tráfico existe e cresce porque cresce o número de pessoas que consomem drogas. Como se sabe, não pode haver produção e venda de mercadoria que ninguém compra. Se se reduzir o número de consumidores, o tráfico se reduzirá inevitavelmente. E a maneira de fazer isso é esclarecer os jovens do desastre que elas significam.
O resultado maior não será junto aos viciados crônicos, que tampouco devem ser abandonados à sua má sorte. Virá certamente do esclarecimento dos mais jovens, dos que ainda não foram cooptados pelo vício. A eles deve ser mostrado que as drogas destroem inevitavelmente os que a elas se entregam.
Ferreira Gullar é cronista, crítico de arte e poeta. Escreve aos domingos na versão impressa de “Ilustrada”. FERREIRA GULLAR, J. Ribamar. Folha de S.Paulo.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2013/08/1321441-uma-questao-de-bom-senso.shtml. Acesso em 11/08/13. Adaptado.
O texto “Uma questão de bom senso” é um artigo de opinião. Nele, Ferreira Gullar expressa o seu ponto de vista sobre a questão levantada e argumenta em defesa da tese de que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O “Preço de Venda” ofertado para a construção de uma obra é o valor final do orçamento. A empresa “Construções e Serviços Ltda.” intenciona participar de uma licitação para a construção de uma quadra poliesportiva, e para isso precisa elaborar a sua proposta de orçamento, cuja discriminação é apresentada a seguir.
| Custo Direto de Construção da Quadra Poliesportiva | R$ 1.200.000,00 |
| Custo com Impostos | 8% |
| Custos Indiretos | 2% |
| Lucro Pretendido | 10% |
Sabendo-se que para o cálculo do preço de venda a empresa considera as parcelas correspondentes aos custos diretos da obra, custos indiretos, impostos e lucro, então, se ela vencer a licitação, seu lucro efetivamente será de 10%, apenas se o valor final de sua proposta for de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As áreas de vivência em canteiros de obra são destinadas ao apoio dos trabalhadores da indústria da construção.
Acerca do dimensionamento e planejamento das áreas de vivência, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Baseado na Norma NBR 6492:1994, que trata de representação de projetos de arquitetura, qual das representações gráficas abaixo está INCORRETA?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nas obras de engenharia uma das mais importantes atividades é a locação da obra, a qual consiste em materializar no terreno os dados constantes no projeto. A locação pode ser feita de várias formas, a depender do porte e das condições gerais da obra.
Com relação à locação de obras, julgue os itens a seguir:
I. Para a locação de um ponto, empregando-se um sistema polar, é necessário conhecer um ponto origem, uma direção de referência e os ângulos e distâncias em relação à linha de referência para os demais pontos.
II. Para a locação, utilizando o sistema de coordenadas, utilizam-se as Estações Totais, as quais permitem que a locação de pontos em campo seja feita diretamente, empregando-se as coordenadas dos mesmos sem necessidade de cálculos intermediários da distância e direção. Para tanto, essas devem estar armazenadas na memória do instrumento.
III. A locação de obras, sem o emprego de instrumental topográfico, é realizada normalmente empregando-se dois métodos: o de contorno (ou tábuas corridas ou tabela) e o método dos cavaletes.
IV. No método do contorno, a área a ser locada é cercada empregando-se pontaletes cravados no solo e ripas ou sarrafos pregados a estes pontaletes. Os cantos deste cercado devem formar ângulos retos, e neste cercado são marcados com pregos os eixos dos pilares ou das paredes. A partir desses pregos, são esticadas linhas, sendo que o cruzamento destas linhas define o ponto a ser locado.
V. O método dos cavaletes é uma simplificação do método anterior, onde são montados somente os cavaletes necessários para a materialização dos alinhamentos. Deve-se tomar cuidado com os cavaletes, pois estes podem ser facilmente deslocados ou danificados na obra.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tomando os ensaios triaxiais e respectivos círculos de Möhr como referências para a análise do cisalhamento de um solo saturado, verifica-se que a respectiva reta de Coulomb
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Segundo o Art. 6º da Lei 8.666/93 “obra é toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta”. É CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O modelo de cálculo mais empregado nos blocos sobre estacas é o método das bielas e tirantes. Neste modelo o equilíbrio no topo das estacas é garantido pela armadura principal de tração. Sendo assim, esta armação deverá estar corretamente disposta para absorver estes esforços. Julgue a disposição das armaduras de tração para um bloco sobre 4 estacas abaixo:

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container