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Foram encontradas 40 questões.

2496405 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Dividir o estoque em classes ou tipos facilita o seu controle. Uma das melhores maneiras de classificar estoques é segundo a natureza de sua demanda. São com sideradas natureza de demanda para classificação de estoques:
I. Demanda de estoque
II. Demanda permanente
III. Demanda irregular
IV. Demanda sazonal
V. Demanda em declínio
Estão CORRETAS apenas:
 

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2496039 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
As ferramentas da gestão da qualidade exercem um papel essencial no êxito da aplicação prática dos princípios e das definições que caracterizam essa área.
Enunciado 3200453-1
Assinale a alternativa que corresponde à ferramenta da qualidade demonstrada acima:
 

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2495533 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Segundo Viana (2002), o processo de especificação de materiais adquire preponderância, visto que dele depende o ressuprimento necessário às atividades da empresa. Detalhado e completo, evita a compra de materiais em desacordo com as necessidades e, por outro lado, os compradores não necessitam distribuir “amostras” para cotação. Com base nessas informações, o processo de especificação de materiais tem por objetivo
 

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2495131 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Código de barras é a tecnologia de identificação mais avançada disponível, aplicável aos objetos. Seu objetivo é a identificação e a localização repetitiva de produtos em nível industrial e comercial. O sistema é constituído por uma série de linhas e espaços de diversas larguras, que armazenam inúmeras informações com ordenamentos diferentes, denominados simbologia. O código de barras é composto por 13 dígitos. Esses dígitos são formados por quatro partes que são, respectivamente:
 

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2494951 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
É através da classificação da curva ABC que se consegue determinar o grau de importância dos itens, permitindo, assim, diferentes níveis de controle com base na importância relativa do item. A classificação ABC também é conhecida como:
 

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Texto 1
Os que não comem e os que não dormem
Em nenhum outro país, os ricos demonstraram mais ostentação que no Brasil. Apesar disso, os brasileiros ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos ônibus de subúrbio. E, às vezes, são assaltados, sequestrados ou mortos nos sinais de trânsito. Presenteiam com belos carros seus filhos, e não voltam a dormir tranquilos enquanto eles não chegam em casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.
Os ricos brasileiros usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam frequentar, mas perdem o apetite diante da pobreza, que, ali por perto, arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a ir a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados. Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram.
Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada, a caminho de casa. Felizmente, isso nem sempre acontece, mas, certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa. Os ricos brasileiros são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão. Os ricos brasileiros continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: insegurança e ineficiência.
No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas. Por causa da pobreza ao redor, os brasileiros ricos vivem um paradoxo: para ficar mais ricos, têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.
Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que, no hotel onde se hospedarão, serão vistos como assassinos de crianças na Candelária, destruidores da Floresta Amazônica, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de dengue e de verminoses. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.
Na verdade, a maior pobreza dos ricos brasileiros está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. Foi essa pobreza de visão que impediu os ricos brasileiros de perceberem, cem anos atrás, a riqueza que havia nos braços dos escravos libertos se lhes fosse dado direito de trabalhar a imensa quantidade de terra ociosa de que o País dispunha. Se tivessem percebido essa riqueza e libertado a terra junto com os escravos, os ricos brasileiros teriam abolido a pobreza que os acompanha ao longo de mais de um século. Se os latifúndios tivessem sido colocados à disposição dos braços dos ex-escravos, a riqueza criada teria chegado aos ricos de hoje, que viveriam em cidades sem o peso da imigração descontrolada e com uma população sem miséria. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado. Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos. Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados.
Para poder usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres. Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda a saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas têm dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.
Há um grave quadro de pobreza entre os ricos brasileiros. E essa pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso, a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas elites brasileiras. Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos brasileiros poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direção aos interesses de nossas massas populares. Liberariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo.
Essa seria uma decisão que enriqueceria o Brasil inteiro – os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez. Mas isso é esperar demais. Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas.
(BUARQUE, Cristovam. Os que não comem e os que não dormem. O Globo, 12/03/2001.)
No fragmento “Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada a caminho de casa”, o trecho grifado permite pensar que
 

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2494561 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
No mundo dos negócios, existem várias ferramentas de controle de qualidade. O círculo de controle de qualidade é um tipo de ferramenta de controle de qualidade utilizado de maneira massiva no Japão, através do professor Ishikawa. Considerando o que são círculos de qualidade e participação, avalie as proposições seguintes.
I. Trata-se de um programa através do qual grupos de trabalhadores se reúnem para analisar seus problemas e propor soluções no local de trabalho.
II. São parte de um movimento de gerência democrática que busca ampliar a participação dos trabalhadores no controle e na administração das empresas.
III. Tiveram origem no Japão, onde os grupos que formam os círculos se compõem em um número de pessoas que varia entre três e quinze (normalmente sete pessoas), que trabalham regularmente em um mesmo lugar.
IV. A participação das pessoas é voluntária, o tema ou o problema que será tratado é de livre escolha por parte dos trabalhadores e, geralmente, o grupo inclui o chefe ou o supervisor.
V. Tiveram sua origem nos Estados Unidos e foram divulgados por Demin, através das técnicas de TQM.
Estão CORRETAS apenas:
 

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2494010 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
A embalagem tem papel importante para as atividades logísticas de uma empresa. Os objetivos e as interações da função embalamento no sistema global da empresa podem ser para
I. proteção apropriada do produto;
II. sistema de distribuição do cliente;
III. movimentação interna de materiais.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
 

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2493739 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE

Os indicadores são uma ferramenta importante para o desenvolvimento de ações de melhoria. Em um almoxarifado, têm como função expressar de maneira clara uma situação específica que se deseja analisar, expondo as características mensuráveis dos processos, serviços ou do ambiente que forem relevantes para a organização acompanhar, avaliar e melhorar suas ações. A fim de identificar problemas na movimentação dos estoques, o responsável pelo almoxarifado pode estabelecer parâmetros de análise para os indicadores de desempenho de suas atividades, como:

I. material estocado diretamente no piso.

II. espaço aéreo não utilizado.

III. retrocesso no fluxo de materiais.

IV. materiais não entregues no lugar certo na primeira vez.

V. material estocado no espaço aéreo.

Identifique os indicadores não adequados a uma eficaz movimentação de estoques.

 

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2493648 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IF-PE
Orgão: IF-PE
Apesar de as atividades primárias serem os principais ingredientes que contribuem para a disponibilidade e para a condição física de bens e serviços, há uma série de atividades adicionais que apoiam as primárias. Qual das alternativas NÃO é considerada uma atividade de apoio?
 

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